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Acordo prevê posto BR com carregador elétrico

Petrobras e Nissan vão estudar implantação de estrutura para vender energia alternativa


Pedro Souza

23/06/2012 | 06:22


Nesta semana a Petrobras Distribuidora e a Nissan do Brasil assinaram memorando de entendimento para estudar a expansão da infraestrutura para recarga de veículos elétricos nos postos da estatal, de bandeira BR. Assim, a maturação do mercado de veículos elétricos ganha mais força. Mas ambas não apresentaram previsões para dar início ao abastecimento alternativo.

Hoje, entre as dificuldades para que os automóveis do futuro se tornem comuns nas ruas do País está a falta de regulamentação para a venda de energia elétrica. E a estimativa das empresas envolvidas neste tipo de mercado é que em cinco anos ele esteja maduro, conforme informou o Diário no dia 9.

Vice-presidente de operações e comercial da AES Eletropaulo, Sidney Simonaggio disse que o primeiro passo é a criação de regulamentação por parte da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Atualmente, apenas as concessionárias, como a AES, que presta serviços no Estado de São Paulo, estão liberadas para comercializar energia elétrica.

ACORDO - O memorando assinado entre as duas empresas permitirá que as companhias estudem a infraestrutura, serviços e produtos necessários para atender a demanda dos veículos híbridos plug-in e puramente elétricos pela rede BR.

Atualmente, o interesse do governo federal é de incentivar a produção de híbridos no País. Esses veículos são movidos tanto por meio de energia elétrica quanto por outro tipo de combustível, que no caso do Brasil, a opção mais viável seria o etanol.

VEÍCULO - A Nissan é uma das pioneiras a desenvolver veículos ecologicamente corretos em escala. O Leaf, modelo elétrico, já é vendido por cerca de US$ 25 mil nos mercados norte-americano, asiático e europeu.

Porém, no Brasil a empresa ainda testa o automóvel. Existe lista de espera para a compra do Leaf, mas o veículo, hoje, entraria no País por mais de R$ 200 mil. No futuro, a intenção da companhia é comercializar o modelo por cerca de R$ 80 mil.

O automóvel tem autonomia de 160 quilômetros com uma recarga, que dura entre quatro e oito horas. Nas ruas e estradas espalhadas pelo mundo, existem, aproximadamente, 30 mil Leafs nas mãos dos consumidores.

 



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Acordo prevê posto BR com carregador elétrico

Petrobras e Nissan vão estudar implantação de estrutura para vender energia alternativa

Pedro Souza

23/06/2012 | 06:22


Nesta semana a Petrobras Distribuidora e a Nissan do Brasil assinaram memorando de entendimento para estudar a expansão da infraestrutura para recarga de veículos elétricos nos postos da estatal, de bandeira BR. Assim, a maturação do mercado de veículos elétricos ganha mais força. Mas ambas não apresentaram previsões para dar início ao abastecimento alternativo.

Hoje, entre as dificuldades para que os automóveis do futuro se tornem comuns nas ruas do País está a falta de regulamentação para a venda de energia elétrica. E a estimativa das empresas envolvidas neste tipo de mercado é que em cinco anos ele esteja maduro, conforme informou o Diário no dia 9.

Vice-presidente de operações e comercial da AES Eletropaulo, Sidney Simonaggio disse que o primeiro passo é a criação de regulamentação por parte da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Atualmente, apenas as concessionárias, como a AES, que presta serviços no Estado de São Paulo, estão liberadas para comercializar energia elétrica.

ACORDO - O memorando assinado entre as duas empresas permitirá que as companhias estudem a infraestrutura, serviços e produtos necessários para atender a demanda dos veículos híbridos plug-in e puramente elétricos pela rede BR.

Atualmente, o interesse do governo federal é de incentivar a produção de híbridos no País. Esses veículos são movidos tanto por meio de energia elétrica quanto por outro tipo de combustível, que no caso do Brasil, a opção mais viável seria o etanol.

VEÍCULO - A Nissan é uma das pioneiras a desenvolver veículos ecologicamente corretos em escala. O Leaf, modelo elétrico, já é vendido por cerca de US$ 25 mil nos mercados norte-americano, asiático e europeu.

Porém, no Brasil a empresa ainda testa o automóvel. Existe lista de espera para a compra do Leaf, mas o veículo, hoje, entraria no País por mais de R$ 200 mil. No futuro, a intenção da companhia é comercializar o modelo por cerca de R$ 80 mil.

O automóvel tem autonomia de 160 quilômetros com uma recarga, que dura entre quatro e oito horas. Nas ruas e estradas espalhadas pelo mundo, existem, aproximadamente, 30 mil Leafs nas mãos dos consumidores.

 

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