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DJ alemão comanda pickup em Sto.André


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

25/05/2006 | 08:38


Fãs de baticum eletrônico e raves, preparem-se. Um dos DJs mais importantes da Europa, o alemão Criss Source, vem pela primeira vez ao Brasil para comandar nesta quinta-feira, às 22h, no Bar Villa Jardim (r. das Figueiras, 1.410. Tel.: 4436-8103), em Santo André, a segunda edição do Mezzanine House Session. Os ingressos custam R$ 10 (mulher) e R$ 20 (homem).

Em entrevista ao Diário, por e-mail, Source abordou a progressive house, vertente em que ele se destaca no Velho Continente, as influências em seu trabalho e o que espera do show. Simpático, o DJ brincou sobre futebol, dizendo que gostaria de conhecer Ronaldinho Gaúcho, uma das estrelas da seleção brasileira que disputará o hexa em terras germânicas.

DIÁRIO – Fale um pouco sobre suas expectativas em relação a sua primeira viagem ao Brasil e ao show.
CRISS SOURCE – Estou muito satisfeito. É a primeira vez que viajo para tão longe e durante tanto tempo. Espero que a cidade seja legal, com pessoas de mente aberta, um clima legal, clubes legais e, talvez, encontrar e cumprimentar o Ronaldinho (Gaúcho, jogador de futebol). Mas, acredito que ele está na Alemanha. Eu sei, por amigos meus que são DJ’s, que vocês vão superar todas as minhas expectativas. Então, acho que terei momentos agradáveis e estou muito ansioso.

DIÁRIO – Você tem referências da cultura brasileira?
SOURCE – Infelizmente, não muitas. Eu sei que os brasileiros têm um alto nível de autonomia e criatividade. Então, eu espero aprender um pouco mais sobre a cultura brasileira e trazer alguns elementos dela para a Alemanha quando eu voltar. Eu apenas conheço coisas clássicas como o Carnaval, o samba, a caipirinha e a cana-de-açúcar. Mas, eu sei que isso não é tudo.

DIÁRIO – Como você definiria o tipo de música que faz, o progressive house?
SOURCE – Bom, eu acho que progressive house é uma das raízes de uma árvore grande chamada techno, que comporta uma série de estilos diferentes como house, trance, eletro etc. É difícil descrever o que é progressive. Pode ser uma house mais sombria com influências do trance, mas pode ser uma faixa com muitas influências do techno com fortes linhas de baixo. De uma forma ou de outra, é música para corpo, mente e alma.

DIÁRIO – Além do progressive house, você tem influências de outros tipos de música?
SOURCE – Sim. Escuto muitos estilos diferentes. Gosto muito de Depeche Mode desde os meus 12 anos de idades. Gosto de músicas com sintetizadores, como as do Jean-Michel Jarre. Outras bandas que eu gosto são Massive Attack, Portishead, que me inspiram para fazer música, porque não agüento ouvir techno 24 horas por dia. Às vezes, meus ouvidos precisam de um dia de folga.


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