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Região se une em campanha por Metrô

Bruno Soares/Creative Commons/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apelo ao Estado pela manutenção do monotrilho na Linha 18-Bronze completa dois meses


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

21/06/2019 | 07:10


A campanha do Diário pela manutenção do projeto original da Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC à Capital por meio de monotrilho, completa dois meses. Motivada pelos anseios de 2,7 milhões de pessoas – que desde 21 de março têm nas páginas do periódico espaço para defender a construção de sistema de transporte moderno, confortável, ágil e seguro –, a mobilização une a região e já ultrapassa os limites das sete cidades.

A substituição do monotrilho pelo BRT, sistema de transporte rápido por ônibus, é estudada pelo governador João Doria (PSDB) – o prazo para o anúncio é 30 de junho – sob a justificativa financeira, tendo em vista a necessidade de desembolsar R$ 600 milhões com desapropriações ao longo do traçado da Linha 18. O governo federal sinalizou positivamente para a liberação de recursos para destravar a construção, no entanto, em visita à região na segunda-feira, o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), destacou que o auxílio da União corresponderia a apenas 7% do total da obra.

O Metrô se tornou um dos objetos de defesa de Frente Parlamentar em Apoio aos Municípios do Grande ABC, grupo coordenado pelo deputado estadual Thiago Auricchio (PL), de São Caetano, e que envolve outras quase 50 autoridades. Diversos setores da sociedade manifestaram apoio ao modal, desde comerciantes, líderes religiosos, sindicalistas, representantes das indústrias e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Associação dos Engenheiros e Arquitetos, especialistas em mobilidade e meio ambiente, entre outros.

As vantagens do monotrilho sobre o BRT são destacadas por especialistas e estudos nas áreas ambiental, de mobilidade, urbanística, da segurança pública, econômica, educacional, artística e esportiva.

O projeto da Linha 18, licitado desde 2014 por meio de PPP (Parceria Público-Privada), prevê que o sistema funcione por meio de energia elétrica, sendo não poluente e silencioso. Além disso, cada trem utilizado tem capacidade de retirar de circulação entre dez e 12 ônibus e 500 veículos. A estimativa é a de que o monotrilho transporte 314 mil passageiros ao dia, com velocidade média de 35 km/h e intervalo entre as composições de um minuto e meio.

Por outro lado, o BRT prevê o estrangulamento das vias a partir da construção de corredores de ônibus, o que pode agravar o já violento trânsito. Em maio, 24 pessoas perderam a vida após acidentes viários na região, número 14,2% maior do que no mesmo mês de 2018.

A Linha 18 prevê 13 estações, saindo do Tamanduateí, em São Paulo, até o Centro de São Bernardo, passando por São Caetano e Santo André. 



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Região se une em campanha por Metrô

Apelo ao Estado pela manutenção do monotrilho na Linha 18-Bronze completa dois meses

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

21/06/2019 | 07:10


A campanha do Diário pela manutenção do projeto original da Linha 18-Bronze, que ligará o Grande ABC à Capital por meio de monotrilho, completa dois meses. Motivada pelos anseios de 2,7 milhões de pessoas – que desde 21 de março têm nas páginas do periódico espaço para defender a construção de sistema de transporte moderno, confortável, ágil e seguro –, a mobilização une a região e já ultrapassa os limites das sete cidades.

A substituição do monotrilho pelo BRT, sistema de transporte rápido por ônibus, é estudada pelo governador João Doria (PSDB) – o prazo para o anúncio é 30 de junho – sob a justificativa financeira, tendo em vista a necessidade de desembolsar R$ 600 milhões com desapropriações ao longo do traçado da Linha 18. O governo federal sinalizou positivamente para a liberação de recursos para destravar a construção, no entanto, em visita à região na segunda-feira, o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), destacou que o auxílio da União corresponderia a apenas 7% do total da obra.

O Metrô se tornou um dos objetos de defesa de Frente Parlamentar em Apoio aos Municípios do Grande ABC, grupo coordenado pelo deputado estadual Thiago Auricchio (PL), de São Caetano, e que envolve outras quase 50 autoridades. Diversos setores da sociedade manifestaram apoio ao modal, desde comerciantes, líderes religiosos, sindicalistas, representantes das indústrias e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Associação dos Engenheiros e Arquitetos, especialistas em mobilidade e meio ambiente, entre outros.

As vantagens do monotrilho sobre o BRT são destacadas por especialistas e estudos nas áreas ambiental, de mobilidade, urbanística, da segurança pública, econômica, educacional, artística e esportiva.

O projeto da Linha 18, licitado desde 2014 por meio de PPP (Parceria Público-Privada), prevê que o sistema funcione por meio de energia elétrica, sendo não poluente e silencioso. Além disso, cada trem utilizado tem capacidade de retirar de circulação entre dez e 12 ônibus e 500 veículos. A estimativa é a de que o monotrilho transporte 314 mil passageiros ao dia, com velocidade média de 35 km/h e intervalo entre as composições de um minuto e meio.

Por outro lado, o BRT prevê o estrangulamento das vias a partir da construção de corredores de ônibus, o que pode agravar o já violento trânsito. Em maio, 24 pessoas perderam a vida após acidentes viários na região, número 14,2% maior do que no mesmo mês de 2018.

A Linha 18 prevê 13 estações, saindo do Tamanduateí, em São Paulo, até o Centro de São Bernardo, passando por São Caetano e Santo André. 

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