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Universidade e democracia

No dia 22 de abril, alunos reunidos em assembleia votaram pela adesão à paralisação das aulas e greve de professores na Escola de...


Dgabc

24/06/2012 | 00:00


Universidade e democracia

No dia 22 de abril, alunos reunidos em assembleia votaram pela adesão à paralisação das aulas e greve de professores na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Unifesp, no campus Guarulhos. Entre as principais reivindicações estavam a melhoria nas condições de acesso e de permanência na universidade, além da construção de prédio definitivo para a instalação da EFLCH e retirada de processos contra os alunos participantes da greve de 2010.

Os procedimentos empregados pelos alunos envolveram ocupação da diretoria acadêmica, formação de barricadas e hostilizações ao corpo docente. Nesse mesmo período, a diretoria e a congregação da EFLCH/Unifesp, a Prae (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis), a reitoria e o MEC abriram diferentes canais de negociação, avançando no debate sobre a compra e aluguéis de prédios para as atividades acadêmicas enquanto o novo prédio estivesse em obra.

À proporção que se acirravam os ânimos e ficava clara a indisposição de pequeno grupo de estudantes ao diálogo, violência e vandalismo se ampliaram no campus. Tal situação foi sustentada por declarações irresponsáveis de políticos que apoiavam essas atitudes e criticavam a expansão das universidades federais.

A defesa da universidade pública, da democracia e da produção de conhecimentos imparciais no Brasil nos faz olhar para esses fatos sob outra ótica: o espaço público deve ser lugar que abriga divergências, opiniões e negociações, princípios suspensos em Guarulhos por parcela radical de estudantes.

A democracia pressupõe que os agentes possam atuar. Professores, funcionários e a maioria dos alunos estão privados de circular naquele espaço. Por fim, a desqualificação do processo de expansão das universidades federais é política que joga para a vala comum lutas, projetos políticos e o sentimento de que podemos viver em um país mais justo e com igual acesso ao conhecimento.

O número de participantes nas iniciativas deve ser contabilizado, enquanto professores, funcionários e grande parcela dos alunos da EFLCH devem ser ouvidos. A expansão do ensino público superior é - e continuará sendo - grande legado do PT. O avanço no respeito à diferença e a produção de conhecimento que faça avançar nossa vida são bandeiras que não podem ser subvertidas pela privatização do espaço público. Muito menos em favor de pequenos grupos ou pela depredação de patrimônio que pertence a todo cidadão.

Ana do Carmo é deputada estadual.

Palavra do Leitor

Ferrari x bicicleta

Quando um leitor escreveu neste espaço que a disputa eleitoral em São Caetano está na base de uma Ferrari contra bicicletas, ele se esqueceu de um detalhe! As bicicletas, mais do que nunca, estão em alta! Pois não causam estragos ambientais, sonoros, visuais e tantos outros. E ainda proporcionam a quem as conduz bem-estar e saúde!

Maria Aparecida de Lima, São Caetano

Combustíveis

Em um País onde o governo federal baixa os juros, incentiva a compra de veículos e aumenta o preço dos combustíveis, isso soa como verdadeira falácia. O povo deveria aderir a um basta. Não comprar combustível, deixar o carro em casa e não permitir o 171 que, segundo o Código Penal, é estelionato do governo federal, que o pratica vergonhosamente contra o povo brasileiro.

Rosângela Caris, Mauá

Máquina pública

Reportagem neste Diário diz que o prefeito Aidan passou um dia em São Paulo para resolver o impasse político da escolha de seu vice (Política, dia 21). Na mesma matéria, diz que ele consultou o jurídico da Prefeitura para ‘ter garantia sobre a proposta' de ter Ricardo Torres como seu parceiro de chapa, sem correr riscos pelo fato de ele residir fora do município. O prefeito não deveria ficar trabalhando ao invés de ir para São Paulo cuidar de assuntos particulares em horário de expediente? O jurídico da Prefeitura pode ser usado para esses fins? Isso não é assunto particular e partidário, que deveria ser tratado fora da Prefeitura? Sem contar que devem estar se utilizando de impressoras, internet, papel, telefones, carros, motoristas, combustível, secretárias e tudo o mais que é pago com nossos impostos. Até quando teremos de aguentar esse uso indevido da estrutura pública? Até quando teremos de pagar por isso?

Francisco de Oliveira Junior, Santo André

Cruzamento

Por volta de 17h, 17h30, saímos do serviço e temos de fazer retorno passando na frente da Pirelli para cruzar a Avenida Giovanni Batista Pirelli e entrar na Avenida Capuava, em Santo André. Primeiro, a quantidade de caminhões que param nas ruas é enorme e de forma irregular, pondo em risco todos os que usam as ruas. Segundo, a falta de respeito dos que fecham cruzamentos, tanto sentido bairro-Centro como vice-versa. Nos fins de tarde, não sei como não acontecem acidentes. Se o departamento de trânsito da cidade quiser aumentar muito a arrecadação, é só colocar alguém para multar. Não aguentamos mais, nos ajudem!

Suely Rodrigues, Santo André

Rio+20

Acompanhando a Rio+20, cheguei à conclusão de que não quero meio ambiente, quero ambiente inteiro. Não quero meio respeito, nem meio comprometimento, meia sombra, meio cheiro, meio sabor. Quero responsabilidade total, harmonia inteira entre os seres, quero tudo inteiro. Quero a água inteira limpa e o ar inteiro puro; quero o inteiro cuidado com os animais, as plantas, pedras, montanhas. Quero toda a energia limpa e sustentável. Quero inteiro compromisso e real atividade que proteja a natureza em todas as suas manifestações. Não quero ver continuarem os discursos sem nenhuma conquista efetiva da relação saudável e protetora do homem com o ambiente. Não me basta meio amor ao mundo, mas amor inteiro.

Malu Lopes, Santo André



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Universidade e democracia

No dia 22 de abril, alunos reunidos em assembleia votaram pela adesão à paralisação das aulas e greve de professores na Escola de...

Dgabc

24/06/2012 | 00:00


Universidade e democracia

No dia 22 de abril, alunos reunidos em assembleia votaram pela adesão à paralisação das aulas e greve de professores na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Unifesp, no campus Guarulhos. Entre as principais reivindicações estavam a melhoria nas condições de acesso e de permanência na universidade, além da construção de prédio definitivo para a instalação da EFLCH e retirada de processos contra os alunos participantes da greve de 2010.

Os procedimentos empregados pelos alunos envolveram ocupação da diretoria acadêmica, formação de barricadas e hostilizações ao corpo docente. Nesse mesmo período, a diretoria e a congregação da EFLCH/Unifesp, a Prae (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis), a reitoria e o MEC abriram diferentes canais de negociação, avançando no debate sobre a compra e aluguéis de prédios para as atividades acadêmicas enquanto o novo prédio estivesse em obra.

À proporção que se acirravam os ânimos e ficava clara a indisposição de pequeno grupo de estudantes ao diálogo, violência e vandalismo se ampliaram no campus. Tal situação foi sustentada por declarações irresponsáveis de políticos que apoiavam essas atitudes e criticavam a expansão das universidades federais.

A defesa da universidade pública, da democracia e da produção de conhecimentos imparciais no Brasil nos faz olhar para esses fatos sob outra ótica: o espaço público deve ser lugar que abriga divergências, opiniões e negociações, princípios suspensos em Guarulhos por parcela radical de estudantes.

A democracia pressupõe que os agentes possam atuar. Professores, funcionários e a maioria dos alunos estão privados de circular naquele espaço. Por fim, a desqualificação do processo de expansão das universidades federais é política que joga para a vala comum lutas, projetos políticos e o sentimento de que podemos viver em um país mais justo e com igual acesso ao conhecimento.

O número de participantes nas iniciativas deve ser contabilizado, enquanto professores, funcionários e grande parcela dos alunos da EFLCH devem ser ouvidos. A expansão do ensino público superior é - e continuará sendo - grande legado do PT. O avanço no respeito à diferença e a produção de conhecimento que faça avançar nossa vida são bandeiras que não podem ser subvertidas pela privatização do espaço público. Muito menos em favor de pequenos grupos ou pela depredação de patrimônio que pertence a todo cidadão.

Ana do Carmo é deputada estadual.

Palavra do Leitor

Ferrari x bicicleta

Quando um leitor escreveu neste espaço que a disputa eleitoral em São Caetano está na base de uma Ferrari contra bicicletas, ele se esqueceu de um detalhe! As bicicletas, mais do que nunca, estão em alta! Pois não causam estragos ambientais, sonoros, visuais e tantos outros. E ainda proporcionam a quem as conduz bem-estar e saúde!

Maria Aparecida de Lima, São Caetano

Combustíveis

Em um País onde o governo federal baixa os juros, incentiva a compra de veículos e aumenta o preço dos combustíveis, isso soa como verdadeira falácia. O povo deveria aderir a um basta. Não comprar combustível, deixar o carro em casa e não permitir o 171 que, segundo o Código Penal, é estelionato do governo federal, que o pratica vergonhosamente contra o povo brasileiro.

Rosângela Caris, Mauá

Máquina pública

Reportagem neste Diário diz que o prefeito Aidan passou um dia em São Paulo para resolver o impasse político da escolha de seu vice (Política, dia 21). Na mesma matéria, diz que ele consultou o jurídico da Prefeitura para ‘ter garantia sobre a proposta' de ter Ricardo Torres como seu parceiro de chapa, sem correr riscos pelo fato de ele residir fora do município. O prefeito não deveria ficar trabalhando ao invés de ir para São Paulo cuidar de assuntos particulares em horário de expediente? O jurídico da Prefeitura pode ser usado para esses fins? Isso não é assunto particular e partidário, que deveria ser tratado fora da Prefeitura? Sem contar que devem estar se utilizando de impressoras, internet, papel, telefones, carros, motoristas, combustível, secretárias e tudo o mais que é pago com nossos impostos. Até quando teremos de aguentar esse uso indevido da estrutura pública? Até quando teremos de pagar por isso?

Francisco de Oliveira Junior, Santo André

Cruzamento

Por volta de 17h, 17h30, saímos do serviço e temos de fazer retorno passando na frente da Pirelli para cruzar a Avenida Giovanni Batista Pirelli e entrar na Avenida Capuava, em Santo André. Primeiro, a quantidade de caminhões que param nas ruas é enorme e de forma irregular, pondo em risco todos os que usam as ruas. Segundo, a falta de respeito dos que fecham cruzamentos, tanto sentido bairro-Centro como vice-versa. Nos fins de tarde, não sei como não acontecem acidentes. Se o departamento de trânsito da cidade quiser aumentar muito a arrecadação, é só colocar alguém para multar. Não aguentamos mais, nos ajudem!

Suely Rodrigues, Santo André

Rio+20

Acompanhando a Rio+20, cheguei à conclusão de que não quero meio ambiente, quero ambiente inteiro. Não quero meio respeito, nem meio comprometimento, meia sombra, meio cheiro, meio sabor. Quero responsabilidade total, harmonia inteira entre os seres, quero tudo inteiro. Quero a água inteira limpa e o ar inteiro puro; quero o inteiro cuidado com os animais, as plantas, pedras, montanhas. Quero toda a energia limpa e sustentável. Quero inteiro compromisso e real atividade que proteja a natureza em todas as suas manifestações. Não quero ver continuarem os discursos sem nenhuma conquista efetiva da relação saudável e protetora do homem com o ambiente. Não me basta meio amor ao mundo, mas amor inteiro.

Malu Lopes, Santo André

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