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Oposição enquadra Lauro por ambulâncias


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

28/01/2016 | 07:00


A bancada de oposição ao governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), promete formalizar questionamento contra a administração pelo abandono de três ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), colocadas em terreno atrás da unidade do Poupatempo, localizada na Rua Amélia Eugênia, no Centro. Reportagem de sábado do Diário revelou com exclusividade todo o episódio de descaso com os veículos, avaliados em R$ 300 mil no total e que ainda seguem sem destino.

As ambulâncias estão em bom estado, com pequenas deteriorações, como faróis arrancados e alguns amassados na lataria dianteira. A única mudança implantada pelo governo Lauro foi em relação à segurança. O local com fácil acesso passou a ser controlado por equipe terceirizada de vigilância, que impediu proximidade aos veículos.

Opositor e pré-candidato a prefeito pelo PRB, Vaguinho do Conselho espera por providências imediatas da administração e da Justiça. “Precisamos dar o início a toda essa situação com um questionamento, já na primeira sessão de vereadores (ocorrerá no dia 4). É preciso perguntar tudo referente a este caso, uma vez que a população sofre demais com a falta de atendimento das ambulâncias. A Prefeitura necessita dar atenção às nossas perguntas, porque se trata de uma questão de interesse do município”, considerou.

As viaturas são o modelo Renault Master, cujo preço de mercado varia entre R$ 80 mil e R$ 100 mil. Os equipamentos adicionais de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) acoplados nos veículos estão avaliados em R$ 20 mil. Na semana passada, o governo Lauro informou que os carros “estão desativados em decorrência do tempo de uso e estão recolhidos no prédio do almoxarifado central da Saúde”. Não tinha detalhado o ano de fabricação ou quilometragem. A gestão informou que a Prefeitura tem à disposição 12 ambulâncias atendendo a cidade, número dentro da legislação que regra o assunto.

Também da oposição, Josa Queiroz (PT) confirmou questionamento ao governo Lauro, resgatando o caso da CPI da Saúde, ocorrido em 2014, que foi aprovado para apontar possíveis falhas do setor comandado pelo ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB). A falta de consenso entre os integrantes da comissão na época levou à apresentação de dois relatórios, o do opositor Josa e do situacionista Albino Cardoso (PV). Com maioria na Casa à época, Lauro viu o relatório de Albino ser aprovado.

“Naquele documento já advertimos para a precarização do serviço do Samu em nosso município. Infelizmente o relatório que passou não apontava isso. O que cabe é protocolar requerimento de informação ao governo, esperando por esclarecimentos. São vários os problemas que a Saúde mostra, mas não podemos apenas responsabilizar o prefeito e o secretário. É preciso que os vereadores da base que aprovaram esse relatório (de Albino) também sejam enquadrados”, considerou o petista. 



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Oposição enquadra Lauro por ambulâncias

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

28/01/2016 | 07:00


A bancada de oposição ao governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), promete formalizar questionamento contra a administração pelo abandono de três ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), colocadas em terreno atrás da unidade do Poupatempo, localizada na Rua Amélia Eugênia, no Centro. Reportagem de sábado do Diário revelou com exclusividade todo o episódio de descaso com os veículos, avaliados em R$ 300 mil no total e que ainda seguem sem destino.

As ambulâncias estão em bom estado, com pequenas deteriorações, como faróis arrancados e alguns amassados na lataria dianteira. A única mudança implantada pelo governo Lauro foi em relação à segurança. O local com fácil acesso passou a ser controlado por equipe terceirizada de vigilância, que impediu proximidade aos veículos.

Opositor e pré-candidato a prefeito pelo PRB, Vaguinho do Conselho espera por providências imediatas da administração e da Justiça. “Precisamos dar o início a toda essa situação com um questionamento, já na primeira sessão de vereadores (ocorrerá no dia 4). É preciso perguntar tudo referente a este caso, uma vez que a população sofre demais com a falta de atendimento das ambulâncias. A Prefeitura necessita dar atenção às nossas perguntas, porque se trata de uma questão de interesse do município”, considerou.

As viaturas são o modelo Renault Master, cujo preço de mercado varia entre R$ 80 mil e R$ 100 mil. Os equipamentos adicionais de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) acoplados nos veículos estão avaliados em R$ 20 mil. Na semana passada, o governo Lauro informou que os carros “estão desativados em decorrência do tempo de uso e estão recolhidos no prédio do almoxarifado central da Saúde”. Não tinha detalhado o ano de fabricação ou quilometragem. A gestão informou que a Prefeitura tem à disposição 12 ambulâncias atendendo a cidade, número dentro da legislação que regra o assunto.

Também da oposição, Josa Queiroz (PT) confirmou questionamento ao governo Lauro, resgatando o caso da CPI da Saúde, ocorrido em 2014, que foi aprovado para apontar possíveis falhas do setor comandado pelo ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB). A falta de consenso entre os integrantes da comissão na época levou à apresentação de dois relatórios, o do opositor Josa e do situacionista Albino Cardoso (PV). Com maioria na Casa à época, Lauro viu o relatório de Albino ser aprovado.

“Naquele documento já advertimos para a precarização do serviço do Samu em nosso município. Infelizmente o relatório que passou não apontava isso. O que cabe é protocolar requerimento de informação ao governo, esperando por esclarecimentos. São vários os problemas que a Saúde mostra, mas não podemos apenas responsabilizar o prefeito e o secretário. É preciso que os vereadores da base que aprovaram esse relatório (de Albino) também sejam enquadrados”, considerou o petista. 

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