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Individuais têm 30% do volume da Bolsa

Movimento ganhou fôlego com a queda de juros no País;
em outubro participação somou 555 mil contas na Bolsa



24/11/2009 | 07:00


O avanço dos investidores individuais começa a mudar o mercado de capitais brasileiro. Esse movimento foi iniciado em 2007 e ganhou novo fôlego com a queda de juros no País. A participação dos pequenos investidores na Bolsa cresce mês a mês. Em outubro, eles somaram 555 mil contas na BM&FBovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o maior número da história.

Com isso, eles já respondem por 30% do volume negociado na Bolsa. "As pessoas físicas são hoje a menina dos olhos para empresas, corretoras e outros agentes do mercado", diz o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto. Por trás do interesse, está a ambiciosa meta da Bolsa de chegar a 5 milhões de investidores individuais dentro de cinco anos.

Esse público ganhou novo status, principalmente após a crise. Quando os mercados entraram em queda livre e os estrangeiros bateram em retirada do País, os investidores individuais não abandonaram a Bolsa.

De outubro a dezembro de 2008, o número de pessoas físicas oscilou entre 536 mil e 548 mil - nível próximo do atual, com o Ibovespa, principal índice da Bovespa, próximo dos 67 mil pontos.

A ‘fidelidade' do segmento ajudou a segurar o preço das ações de companhias com base acionária diversificada.

"A visão de longo prazo desses investidores segurou o valor do papel. Eles trazem segurança para a empresa", diz o gerente de relações com investidores da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).



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Individuais têm 30% do volume da Bolsa

Movimento ganhou fôlego com a queda de juros no País;
em outubro participação somou 555 mil contas na Bolsa


24/11/2009 | 07:00


O avanço dos investidores individuais começa a mudar o mercado de capitais brasileiro. Esse movimento foi iniciado em 2007 e ganhou novo fôlego com a queda de juros no País. A participação dos pequenos investidores na Bolsa cresce mês a mês. Em outubro, eles somaram 555 mil contas na BM&FBovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o maior número da história.

Com isso, eles já respondem por 30% do volume negociado na Bolsa. "As pessoas físicas são hoje a menina dos olhos para empresas, corretoras e outros agentes do mercado", diz o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto. Por trás do interesse, está a ambiciosa meta da Bolsa de chegar a 5 milhões de investidores individuais dentro de cinco anos.

Esse público ganhou novo status, principalmente após a crise. Quando os mercados entraram em queda livre e os estrangeiros bateram em retirada do País, os investidores individuais não abandonaram a Bolsa.

De outubro a dezembro de 2008, o número de pessoas físicas oscilou entre 536 mil e 548 mil - nível próximo do atual, com o Ibovespa, principal índice da Bovespa, próximo dos 67 mil pontos.

A ‘fidelidade' do segmento ajudou a segurar o preço das ações de companhias com base acionária diversificada.

"A visão de longo prazo desses investidores segurou o valor do papel. Eles trazem segurança para a empresa", diz o gerente de relações com investidores da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).

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