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Metalúrgicos decidem
nesta 4ª se irão parar

Prazo de negociação das campanhas salariais se encerra
nesta quarta-feira; químicos também aguardam propostas


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

31/10/2012 | 07:00


As campanhas salariais dos metalúrgicos de Santo André e Mauá e da categoria química na região estão próximas do fim. Com data-base em 1º de novembro, ou seja, amanhã, o prazo para que as bancadas patronais apresentem proposta salarial se expira hoje. Caso não consigam bons acordos, as categorias cogitam entrar em greve.

No caso dos metalúrgicos, uma assembleia está agendada para as 18h, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá (Rua Gertrudes de Lima, 202, Centro, Santo André). "Até o momento, os setores de fundição e de autopeças ofereceram aumento salarial de 8% (índice reivindicado pela categoria). No entanto, os demais ainda não fizeram propostas. Nossa expectativa é que a gente consiga fechar acordo unificado, que contemple toda a categoria independente do setor, mas, caso não seja possível, vamos colocar em votação o estado de greve", afirma Cícero Firmino Martinha, presidente do sindicato.

Segundo a entidade, cartas já foram enviadas às empresas informando sobre a possibilidade de paralisação em virtude desse impasse. Estão em campanha 25 mil trabalhadores.

QUÍMICOS - A categoria química da região tem passado pelas mesmas dificuldades durante as conversas com os patrões. Apesar de o terceiro encontro ter sido marcado por bons acordos, apenas hoje, na última rodada de negociação, serão debatidas cláusulas econômicas. Ontem, inclusive, os trabalhadores do Grupo AkzoNobel se mobilizaram para demonstrar seu descontentamento com a situação. Foram realizados atos de protesto, alguns com atraso na entrada de turno, em todas as localidades da empresa. "Esperamos boas propostas, caso contrário, não descartamos a possibilidade de greve", assinala o secretário-geral de imprensa do Sindicato dos Químicos do ABC, Sidney Araújo dos Santos.

No dia 9 será realizada assembleia na sede do sindicato (Avenida Lino Jardim, 401, Vila Bastos, Santo André) com os funcionários para decidir os rumos da campanha e apresentar as propostas finais.

Quanto às cláusulas sociais, segundo o diretor do sindicato e coordenador da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo), Raimundo Suzart, a categoria conquistou o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo e a estabilidade durante a gestação para as mulheres que forem contratadas temporariamente (no caso de engravidarem durante o período).

Neste ano, os 40 mil trabalhadores do setor na região reivindicam aumento salarial de 12%, piso de R$ 1.400 (atualmente o valor é R$ 980) e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) mínima de R$ 1.400 a todos os funcionários.

 

 



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Metalúrgicos decidem
nesta 4ª se irão parar

Prazo de negociação das campanhas salariais se encerra
nesta quarta-feira; químicos também aguardam propostas

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

31/10/2012 | 07:00


As campanhas salariais dos metalúrgicos de Santo André e Mauá e da categoria química na região estão próximas do fim. Com data-base em 1º de novembro, ou seja, amanhã, o prazo para que as bancadas patronais apresentem proposta salarial se expira hoje. Caso não consigam bons acordos, as categorias cogitam entrar em greve.

No caso dos metalúrgicos, uma assembleia está agendada para as 18h, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá (Rua Gertrudes de Lima, 202, Centro, Santo André). "Até o momento, os setores de fundição e de autopeças ofereceram aumento salarial de 8% (índice reivindicado pela categoria). No entanto, os demais ainda não fizeram propostas. Nossa expectativa é que a gente consiga fechar acordo unificado, que contemple toda a categoria independente do setor, mas, caso não seja possível, vamos colocar em votação o estado de greve", afirma Cícero Firmino Martinha, presidente do sindicato.

Segundo a entidade, cartas já foram enviadas às empresas informando sobre a possibilidade de paralisação em virtude desse impasse. Estão em campanha 25 mil trabalhadores.

QUÍMICOS - A categoria química da região tem passado pelas mesmas dificuldades durante as conversas com os patrões. Apesar de o terceiro encontro ter sido marcado por bons acordos, apenas hoje, na última rodada de negociação, serão debatidas cláusulas econômicas. Ontem, inclusive, os trabalhadores do Grupo AkzoNobel se mobilizaram para demonstrar seu descontentamento com a situação. Foram realizados atos de protesto, alguns com atraso na entrada de turno, em todas as localidades da empresa. "Esperamos boas propostas, caso contrário, não descartamos a possibilidade de greve", assinala o secretário-geral de imprensa do Sindicato dos Químicos do ABC, Sidney Araújo dos Santos.

No dia 9 será realizada assembleia na sede do sindicato (Avenida Lino Jardim, 401, Vila Bastos, Santo André) com os funcionários para decidir os rumos da campanha e apresentar as propostas finais.

Quanto às cláusulas sociais, segundo o diretor do sindicato e coordenador da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo), Raimundo Suzart, a categoria conquistou o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo e a estabilidade durante a gestação para as mulheres que forem contratadas temporariamente (no caso de engravidarem durante o período).

Neste ano, os 40 mil trabalhadores do setor na região reivindicam aumento salarial de 12%, piso de R$ 1.400 (atualmente o valor é R$ 980) e PLR (Participação nos Lucros e Resultados) mínima de R$ 1.400 a todos os funcionários.

 

 

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