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BC da Índia mantém juros e muda referência na inflação



01/04/2014 | 03:22


O Banco da Reserva da Índia (RBI, na sigla em inglês) manteve a taxa básica de juros em 8% ao ano, mas anunciou que passará a adotar oficialmente o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) como a principal medida de inflação.

A autoridade monetária também elevou o limite pelo qual bancos podem tomar emprestados em acordos de recompra de longo prazo, embora tenha reduzido o limite nos acordos de recompra overnight. Com essas duas mudanças simultâneas, a taxa reversa de recompra permanecerá em 7,0% ao ano, assim como a taxa do Marginal Standing Facility (MSF, na sigla em inglês), uma linha de empréstimo emergencial aos bancos, continuará em 9,0% ao ano.

Os 12 economistas consultados pelo The Wall Street Journal haviam sinalizado que as taxas de juros permaneceriam inalteradas.

O banco central também afirmou que está implantando as recomendações de um comitê interno, que recentemente pediu que o RBI reduza a alta do CPI para 8% até janeiro de 2015 e para 6% em janeiro de 2016. Diferente de outros bancos centrais, o RBI não possui uma meta formal para a inflação.

Raghuram Rajan, presidente do RBI, declarou não antecipar nenhum aperto monetário no curto prazo caso a inflação caminhe em linha com o esperado pelo governo. No entanto, ele afirmou que o risco para a inflação é de alta, uma vez que vários fatores podem afetar positivamente os preços. Entre eles, está a possibilidade de chuvas de monção mais fracas que a média, que prejudicaria a produção de alimentos. Fonte: Dow Jones Newswires.



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BC da Índia mantém juros e muda referência na inflação


01/04/2014 | 03:22


O Banco da Reserva da Índia (RBI, na sigla em inglês) manteve a taxa básica de juros em 8% ao ano, mas anunciou que passará a adotar oficialmente o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) como a principal medida de inflação.

A autoridade monetária também elevou o limite pelo qual bancos podem tomar emprestados em acordos de recompra de longo prazo, embora tenha reduzido o limite nos acordos de recompra overnight. Com essas duas mudanças simultâneas, a taxa reversa de recompra permanecerá em 7,0% ao ano, assim como a taxa do Marginal Standing Facility (MSF, na sigla em inglês), uma linha de empréstimo emergencial aos bancos, continuará em 9,0% ao ano.

Os 12 economistas consultados pelo The Wall Street Journal haviam sinalizado que as taxas de juros permaneceriam inalteradas.

O banco central também afirmou que está implantando as recomendações de um comitê interno, que recentemente pediu que o RBI reduza a alta do CPI para 8% até janeiro de 2015 e para 6% em janeiro de 2016. Diferente de outros bancos centrais, o RBI não possui uma meta formal para a inflação.

Raghuram Rajan, presidente do RBI, declarou não antecipar nenhum aperto monetário no curto prazo caso a inflação caminhe em linha com o esperado pelo governo. No entanto, ele afirmou que o risco para a inflação é de alta, uma vez que vários fatores podem afetar positivamente os preços. Entre eles, está a possibilidade de chuvas de monção mais fracas que a média, que prejudicaria a produção de alimentos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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