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Diante de azarão no Peru, São Paulo abre corrida pela Libertadores



03/02/2016 | 07:00


Menos de um mês depois da pré-temporada, o São Paulo começa nesta quarta-feira a definir se terá um semestre de cobranças ou de boas expectativas. Largar com tranquilidade é quase uma obrigação diante do azarão Cesar Vallejo, no Peru, às 21h45 (de Brasília), em confronto que vale vaga na fase de grupos da Copa Libertadores.

A equipe se precaveu de qualquer risco e traçou um planejamento detalhado para a partida fora de casa. O técnico Edgardo Bauza apressou a formação do time durante os trabalhos de pré-temporada para criar entrosamento e escalou a força máxima no último fim de semana, na estreia no Campeonato Paulista diante do Red Bull (1 a 1), em Campinas.

A comissão técnica fretou um voo até Trujillo, no norte do Peru, para evitar perder tempo em escalas. O São Paulo admite que ter conseguido chegar à Copa Libertadores depois de um 2015 tão turbulento foi um grande lucro. Por isso, não quer desperdiçar a oportunidade de usar o torneio para resgatar a confiança.

Bauza vai apostar em um estilo de jogo de manutenção de posse de bola e na solidez defensiva. O técnico focou os trabalhos de marcação desde o começo do ano, ciente que um possível empate será útil na próxima semana, com o jogo de volta no Pacaembu.

ZEBRA PERUANA - O Cesar Vallejo vê no confronto contra o time paulista a chance de conquistar o feito mais glorioso em 20 anos de existência. Por ter o nome de um dos grandes escritores sul-americanos, o clube leva o apelido de "Os Poetas".

Fundado em 1996 como uma equipe amadora da universidade local, o clube pela segunda vez vai disputar a fase preliminar da Libertadores. A primeira foi em 2013, quando perdeu para o Tolima, da Colômbia - time que eliminou o Corinthians na edição de 2011 no mesmo estágio preliminar à fase de grupos.

"Seguramente pela história e pelo nome, sabemos que o São Paulo é o favorito. Ganhar seria um grande feito", disse o goleiro Salomón Libman ao jornal O Estado de S. Paulo por telefone. O jogador é presença constante na seleção peruana e, em 2013, trocou o Alianza Lima pelo desafio de ajudar o time emergente.

A tarefa tem como prêmio ter despertado o interesse do torcedor em um local de pouca tradição no futebol. "No aspecto econômico nosso clube é mais organizado que os demais. Vim pela ideia de ser uma equipe jovem, com ambição. Pouco a pouco aumenta o número de torcedores", contou.

O goleiro demonstrou conhecer o São Paulo. Na entrevista, ele citou os reforços do time, falou sobre Bauza e comemorou que o jogo da volta, dia 10, será no Pacaembu em vez do Morumbi, que passa por reformas no gramado.

A cidade de Trujillo tem quase 1 milhão de habitantes e o estádio Mansiche tem capacidade para 25 mil torcedores. O local recebeu partidas da Copa América, em 2004.



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