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Ramalhão pega Tupi no Maraca mineiro

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

04/08/2012 | 07:00


O Santo André está pronto para encarar o Tupi e a grande dimensão do campo do Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora, às 16h de hoje. Um dos maiores do País, com medida igual à do antigo Maracanã (110 m x 75 m), o local será utilizado como trunfo pelo time mineiro, que busca a primeira vitória na Série C - por ora tem dois empates, enquanto o Ramalhão soma quatro igualdades e um triunfo.

De acordo com o técnico Claudemir Peixoto, jogar em local com dimensão diferente tem influência na partida. "Mudar, muda, porque jogamos contra time acostumado com o tamanho. Até tomar conta dos espaços... Quando atuamos em lugares com dimensões menores, mesmo quando você ataca consegue ficar mais resguardado atrás. Então, temos de entrar atentos, concentrados na marcação no meio campo e compactos."

Para o meio-campista Djalma, que ganha chance no ataque em razão da lesão de Caihame, o campo maior será benéfico. "Pelas minhas características, ajuda muito. Poderei fazer jogadas individuais e abrir espaço para os companheiros", afirmou.

O time não poderá contar com outros dois atletas. Junai está suspenso e Vinicius Ramos segue no departamento médico. Assim, Marcelo compõe o meio campo e Bady será avançado. "Optamos pelo Marcelo porque, além de marcar, chega bem à frente", afirmou Claudemir Peixoto.

E não é porque o Tupi é lanterna do grupo que o Santo André vê facilidade. "Não se pode olhar a tabela. Nos últimos jogos conseguiu empates, o treinador mudou a formação, vem em crescente e joga em casa. São preocupações que temos de ter, mas cientes de que vitória é possível", disse o treinador. "Se pegar a tabela, está tudo equilibrado. É chave difícil, mas não podemos nos limitar às dificuldades do campeonato", emendou Djalma.


Djalma enfrenta desafio na volta às origens

Mineiro de Januária, Djalma volta hoje ao Estado onde nasceu e iniciou a carreira no futebol. Após passar por América-MG, Cruzeiro, Poços de Caldas e Patrocinense, chegou ao Santo André no ano passado e ainda busca se firmar no time, após seguidas lesões. E nada melhor do que fazer isso praticamente em casa - apesar dos quase 900 quilômetros de distância para Juiz de Fora.

"Tive problemas de lesão, o que atrasou minha alavancada no Santo André. Mas sou otimista e isso não impediu nada. O momento é agora, a oportunidade está sendo dada novamente e vou aproveitar", destacou o atleta.

Desde que chegou ao Santo André, Djalma sempre foi utilizado no meio campo. Hoje, porém, vai estar no comando de ataque ao lado de Fábio Santos, para suprir a ausência de Caihame (vetado pelo departamento médico) em posição que já atuou nas categorias de base do Coelho.

"Tenho característica para jogar nesta posição. Muitas pessoas falam, inclusive, que eu deveria atuar nela, porque foi onde comecei. Tenho certeza de que vou ajudar, dando assistência ou marcando gol", prometeu o jogador, que vai auxiliar a recompor a marcação no meio campo quando o Ramalhão estiver sem a bola.

Independentemente de o Tupi partir ou não para cima do Santo André, Djalma acredita que o time não pode se contentar com outro empate na Série C. "Vamos buscar o resultado positivo. Não jogamos para empatar, muito menos para perder. Apenas para vencer", concluiu.

TUPI

O time mineiro, que soma até agora dois empates no torneio, vai tentar contra o Ramalhão o primeiro triunfo. "Precisamos ter a filosofia guerreira que sempre marcou a história Carijó", disse o técnico Felipe Surian, que assumiu o time na última rodada, no 0 a 0 diante do Vila Nova, em Goiânia. "Não só eu, mas todos os jogadores estão animados e prontos para esta partida em casa, diante da torcida. Sabemos das dificuldades, das qualidades do adversário, mas não dá para pensar em outro resultado que não a vitória."


Camisas históricas fazem parte de exposição

O Futebol Clube Santo André foi fundado em 1967 nas cores amarela, verde e vermelha. Em 1975, passou a se chamar Esporte Clube Santo André e a ter as cores da bandeira da cidade, azul e branca.

Para contar isso e as conquistas do Ramalhão, torcedores promovem exposição com camisas antigas do clube, chamada Tuas Cores Nos Encantam, nome tirado de verso do hino oficial.

A instalação conta com cerca de 20 camisas, entre oficiais e réplicas. Os destaques são as de 1984, comprada por R$ 130 de um colecionador baiano, e a de 2004, com a qual o time foi campeão da Copa do Brasil em cima do Flamengo por 2 a 0 em pleno Maracanã lotado.

Segundo Glauco Alexandre Renaldin, diretor de comunicação da torcida organizada Fúria Andreense, o evento serve para levantar o moral do time. "Queremos resgatar a identidade da cidade e do clube, principalmente agora, em um momento tão ruim, com sucessivos rebaixamentos e estádio fechado", explica.

O torcedor símbolo do clube, Eduardo Braghirolli, o Esquerdinha, diz que a exposição é importante para animar os torcedores mais antigos. "O primeiro presidente do clube (Wigand Rodrigues dos Santos) era meu vizinho e me levava para torcer quando eu era garoto. Ver essas camisas faz passar um filme na minha cabeça."

RARIDADES

Entre as principais atrações estão réplica da camisa de 1968 nas antigas cores do time, a original de 1979, a de 1986 - patrocinada pela Firestone - e a de 1997, ano que o clube ficou invicto por 24 rodadas no Campeonato Paulista da Série A-2.

As camisetas expostas são dos torcedores, apenas a atual foi cedida pela diretoria do Santo André. A Prefeitura somente autorizou a utilização do espaço.

A exposição pode ser conferida até o dia 30, no Museu de Santo André, à Rua Senador Flaquer, 470. A entrada é gratuita. Camilla Feltrin



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Ramalhão pega Tupi no Maraca mineiro

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

04/08/2012 | 07:00


O Santo André está pronto para encarar o Tupi e a grande dimensão do campo do Estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora, às 16h de hoje. Um dos maiores do País, com medida igual à do antigo Maracanã (110 m x 75 m), o local será utilizado como trunfo pelo time mineiro, que busca a primeira vitória na Série C - por ora tem dois empates, enquanto o Ramalhão soma quatro igualdades e um triunfo.

De acordo com o técnico Claudemir Peixoto, jogar em local com dimensão diferente tem influência na partida. "Mudar, muda, porque jogamos contra time acostumado com o tamanho. Até tomar conta dos espaços... Quando atuamos em lugares com dimensões menores, mesmo quando você ataca consegue ficar mais resguardado atrás. Então, temos de entrar atentos, concentrados na marcação no meio campo e compactos."

Para o meio-campista Djalma, que ganha chance no ataque em razão da lesão de Caihame, o campo maior será benéfico. "Pelas minhas características, ajuda muito. Poderei fazer jogadas individuais e abrir espaço para os companheiros", afirmou.

O time não poderá contar com outros dois atletas. Junai está suspenso e Vinicius Ramos segue no departamento médico. Assim, Marcelo compõe o meio campo e Bady será avançado. "Optamos pelo Marcelo porque, além de marcar, chega bem à frente", afirmou Claudemir Peixoto.

E não é porque o Tupi é lanterna do grupo que o Santo André vê facilidade. "Não se pode olhar a tabela. Nos últimos jogos conseguiu empates, o treinador mudou a formação, vem em crescente e joga em casa. São preocupações que temos de ter, mas cientes de que vitória é possível", disse o treinador. "Se pegar a tabela, está tudo equilibrado. É chave difícil, mas não podemos nos limitar às dificuldades do campeonato", emendou Djalma.


Djalma enfrenta desafio na volta às origens

Mineiro de Januária, Djalma volta hoje ao Estado onde nasceu e iniciou a carreira no futebol. Após passar por América-MG, Cruzeiro, Poços de Caldas e Patrocinense, chegou ao Santo André no ano passado e ainda busca se firmar no time, após seguidas lesões. E nada melhor do que fazer isso praticamente em casa - apesar dos quase 900 quilômetros de distância para Juiz de Fora.

"Tive problemas de lesão, o que atrasou minha alavancada no Santo André. Mas sou otimista e isso não impediu nada. O momento é agora, a oportunidade está sendo dada novamente e vou aproveitar", destacou o atleta.

Desde que chegou ao Santo André, Djalma sempre foi utilizado no meio campo. Hoje, porém, vai estar no comando de ataque ao lado de Fábio Santos, para suprir a ausência de Caihame (vetado pelo departamento médico) em posição que já atuou nas categorias de base do Coelho.

"Tenho característica para jogar nesta posição. Muitas pessoas falam, inclusive, que eu deveria atuar nela, porque foi onde comecei. Tenho certeza de que vou ajudar, dando assistência ou marcando gol", prometeu o jogador, que vai auxiliar a recompor a marcação no meio campo quando o Ramalhão estiver sem a bola.

Independentemente de o Tupi partir ou não para cima do Santo André, Djalma acredita que o time não pode se contentar com outro empate na Série C. "Vamos buscar o resultado positivo. Não jogamos para empatar, muito menos para perder. Apenas para vencer", concluiu.

TUPI

O time mineiro, que soma até agora dois empates no torneio, vai tentar contra o Ramalhão o primeiro triunfo. "Precisamos ter a filosofia guerreira que sempre marcou a história Carijó", disse o técnico Felipe Surian, que assumiu o time na última rodada, no 0 a 0 diante do Vila Nova, em Goiânia. "Não só eu, mas todos os jogadores estão animados e prontos para esta partida em casa, diante da torcida. Sabemos das dificuldades, das qualidades do adversário, mas não dá para pensar em outro resultado que não a vitória."


Camisas históricas fazem parte de exposição

O Futebol Clube Santo André foi fundado em 1967 nas cores amarela, verde e vermelha. Em 1975, passou a se chamar Esporte Clube Santo André e a ter as cores da bandeira da cidade, azul e branca.

Para contar isso e as conquistas do Ramalhão, torcedores promovem exposição com camisas antigas do clube, chamada Tuas Cores Nos Encantam, nome tirado de verso do hino oficial.

A instalação conta com cerca de 20 camisas, entre oficiais e réplicas. Os destaques são as de 1984, comprada por R$ 130 de um colecionador baiano, e a de 2004, com a qual o time foi campeão da Copa do Brasil em cima do Flamengo por 2 a 0 em pleno Maracanã lotado.

Segundo Glauco Alexandre Renaldin, diretor de comunicação da torcida organizada Fúria Andreense, o evento serve para levantar o moral do time. "Queremos resgatar a identidade da cidade e do clube, principalmente agora, em um momento tão ruim, com sucessivos rebaixamentos e estádio fechado", explica.

O torcedor símbolo do clube, Eduardo Braghirolli, o Esquerdinha, diz que a exposição é importante para animar os torcedores mais antigos. "O primeiro presidente do clube (Wigand Rodrigues dos Santos) era meu vizinho e me levava para torcer quando eu era garoto. Ver essas camisas faz passar um filme na minha cabeça."

RARIDADES

Entre as principais atrações estão réplica da camisa de 1968 nas antigas cores do time, a original de 1979, a de 1986 - patrocinada pela Firestone - e a de 1997, ano que o clube ficou invicto por 24 rodadas no Campeonato Paulista da Série A-2.

As camisetas expostas são dos torcedores, apenas a atual foi cedida pela diretoria do Santo André. A Prefeitura somente autorizou a utilização do espaço.

A exposição pode ser conferida até o dia 30, no Museu de Santo André, à Rua Senador Flaquer, 470. A entrada é gratuita. Camilla Feltrin

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