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Record troca mutante por patinho feio em novo folhetim


Sara Saar
Com AE

04/08/2009 | 07:00


Depois de insistir na saga dos mutantes em Promessas de Amor, a Record lança hoje, a partir das 20h30, a novela Bela, a Feia com Giselle Itié no papel da protagonista. A trama é inspirada no sucesso americano Ugly Betty, mas somente herda a premissa do folhetim: "uma feia que se apaixona pelo chefe bonitão". Gisele Joras é quem assina a versão brasileira, dirigida por Edson Spinello.

A produção da emissora tentou guardar a sete chaves a caracterização da personagem principal, mas uma foto de cena vazou na internet.

Ela não larga o óculos fundo de garrafa com aros vermelhos. Ainda ostenta um sorriso metálico por conta do aparelho nos dentes. A franja lambida também faz parte do visual. Bela é a personagem que deve atestar aquele ditado popular: ‘as aparências enganam'.

ENREDO - Assim como na versão americana, baseada na colombiana Yo Soy Betty La Fea, a brasileira tem uma agência de publicidade como pano de fundo. O dono da empresa +/ Brasil, Ricardo Àvila (Jonas Bloch) tenta, ao lado do filho Rodrigo (Bruno Ferrari), empregar uma nova assistente.

Anabela Palhares, a Bela, é a favorita para ocupar o cargo, apesar do jeito todo atrapalhado e da aparência que foge dos padrões de beleza.

Na trama, Anabela vive com o pai Clemente (Bemvindo Sequera) e os irmãos Elvira (Bárbara Borges) e Maximiliano, o Max (Sérgio Honjakoff), no bairro da Gamboa, zona portuária do Rio de Janeiro.

Clemente é um compositor frustrado, que possui um botequim. Já Elvira trabalha como manicure e cabeleireira em um salão simples chamado Montezuma e assim consegue ostentar o estilo ‘perua'. Enquanto Max é balconista de bar - Sérgio Honjakoff teve a oportunidade de relembrar a época do personagem Cabeção, que interpretou por seis anos no seriado Malhação, da Rede Globo.

Em um ritmo cheio de trapalhadas, Bela conquista a vaga de emprego na +/Brasil. Logo que integra o grupo Àvila, Ricardo deixa a função de diretor-presidente para o filho Rodrigo, um jovem mulherengo. Adriano, que tem bastante experiência, fica revoltado com a promoção e decide fazer de tudo para tomar o posto do primo.

Em meio a esse jogo de interesses, Bela se torna o braço direito de Rodrigo, mas o chefe só a enxerga como secretária eficiente. Até se aproximar dele, a moça deve sofrer, e muito. Ao lado de beldades da agência, começa a se sentir feia e desajeitada.

Para Gisele Joras, a história principal do folhetim pode até se assemelhar com as outras versões, mas os núcleos paralelos são diferentes. "A própria família da Bela nunca foi tão atrapalhada. Que mania que o povo tem de falar que no Brasil só existem cópias", contesta.

De acordo com Spinello, a novela Bela, a Feia será testada pela emissora e, caso alcance audiência superior à deixada por Os Mutantes e não tenha se esgotado, pode virar série ou filme em 2010.



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Record troca mutante por patinho feio em novo folhetim

Sara Saar
Com AE

04/08/2009 | 07:00


Depois de insistir na saga dos mutantes em Promessas de Amor, a Record lança hoje, a partir das 20h30, a novela Bela, a Feia com Giselle Itié no papel da protagonista. A trama é inspirada no sucesso americano Ugly Betty, mas somente herda a premissa do folhetim: "uma feia que se apaixona pelo chefe bonitão". Gisele Joras é quem assina a versão brasileira, dirigida por Edson Spinello.

A produção da emissora tentou guardar a sete chaves a caracterização da personagem principal, mas uma foto de cena vazou na internet.

Ela não larga o óculos fundo de garrafa com aros vermelhos. Ainda ostenta um sorriso metálico por conta do aparelho nos dentes. A franja lambida também faz parte do visual. Bela é a personagem que deve atestar aquele ditado popular: ‘as aparências enganam'.

ENREDO - Assim como na versão americana, baseada na colombiana Yo Soy Betty La Fea, a brasileira tem uma agência de publicidade como pano de fundo. O dono da empresa +/ Brasil, Ricardo Àvila (Jonas Bloch) tenta, ao lado do filho Rodrigo (Bruno Ferrari), empregar uma nova assistente.

Anabela Palhares, a Bela, é a favorita para ocupar o cargo, apesar do jeito todo atrapalhado e da aparência que foge dos padrões de beleza.

Na trama, Anabela vive com o pai Clemente (Bemvindo Sequera) e os irmãos Elvira (Bárbara Borges) e Maximiliano, o Max (Sérgio Honjakoff), no bairro da Gamboa, zona portuária do Rio de Janeiro.

Clemente é um compositor frustrado, que possui um botequim. Já Elvira trabalha como manicure e cabeleireira em um salão simples chamado Montezuma e assim consegue ostentar o estilo ‘perua'. Enquanto Max é balconista de bar - Sérgio Honjakoff teve a oportunidade de relembrar a época do personagem Cabeção, que interpretou por seis anos no seriado Malhação, da Rede Globo.

Em um ritmo cheio de trapalhadas, Bela conquista a vaga de emprego na +/Brasil. Logo que integra o grupo Àvila, Ricardo deixa a função de diretor-presidente para o filho Rodrigo, um jovem mulherengo. Adriano, que tem bastante experiência, fica revoltado com a promoção e decide fazer de tudo para tomar o posto do primo.

Em meio a esse jogo de interesses, Bela se torna o braço direito de Rodrigo, mas o chefe só a enxerga como secretária eficiente. Até se aproximar dele, a moça deve sofrer, e muito. Ao lado de beldades da agência, começa a se sentir feia e desajeitada.

Para Gisele Joras, a história principal do folhetim pode até se assemelhar com as outras versões, mas os núcleos paralelos são diferentes. "A própria família da Bela nunca foi tão atrapalhada. Que mania que o povo tem de falar que no Brasil só existem cópias", contesta.

De acordo com Spinello, a novela Bela, a Feia será testada pela emissora e, caso alcance audiência superior à deixada por Os Mutantes e não tenha se esgotado, pode virar série ou filme em 2010.

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