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Como preparar seu veículo para rodar no pós-quarentena

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

22/07/2020 | 10:48


Veículos que passaram vários meses estacionados devido ao isolamento social precisam de cuidados especiais antes do retorno às ruas. O ideal é fazer uma breve revisão de alguns itens, como fluidos e pintura da lataria.

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Luis Fernando Sabino, gerente do negócio de aditivos e lubrificantes da BASF, cita dois itens importantes a serem verificados: o fluido de freio e o de arrefecimento do radiador. “No caso do fluido refrigerante recomendado pelo fabricante do veículo, não se faz necessário sua substituição, já que este é armazenado em um circuito fechado”, explica.

No entanto, há quem utilize água para resfriar o motor, prática que pode causar danos. “O fluido substituído por água é capaz de provocar corrosão e formação de depósitos no sistema de refrigeração do motor. Portanto, nesse caso, recomenda-se a substituição da água pelo fluido de radiador indicado pelo fabricante do motor”, esclarece Sabino.

Já o fluido de freio é o grande responsável por transmitir a pressão feita no pedal durante a frenagem para as quatro rodas do veículo. Isso ocorre por meio de mangueiras conectadas ao cilindro mestre, que bombeiam o líquido de maneira uniforme até as lonas e pastilhas de freio, promovendo a desaceleração do veículo .“Se não for trocado com a quilometragem e o tempo corretos, o fluido vai absorvendo umidade dentro do conjunto, podendo acarretar falhas na ação dos freios”, alerta o especialista.

Outra questão que exige atenção é a sujeira do veículo. Ao tirar o carro da garagem, a exposição direta aos raios UV, somada ao excesso de pó e terra, pode resultar em sérios danos à pintura. “Lavar e encerar o carro é muito importante para criar uma barreira protetora e reparar possíveis arranhões que exponham a lataria do veículo e que podem sofrer corrosão do metal sem a devida proteção”, explica Fábio Shimozato, gerente do laboratório de desenvolvimento de tintas automotivas da BASF.

LEIA MAIS: Saiba qual carro fazia sucesso no ano em que você nasceu
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Veja lista de recalls bizarros no Brasil e no mundo

Quando uma montadora percebe que colocou um carro defeituoso no mercado, sua obrigação é convocar um recall e reparar as irregularidades do veículo. Em alguns casos, as falhas podem causar problemas grotescos que comprometem a integridade de motoristas e passageiros, como combustão espontânea do automóvel. Um dos casos recentes mais marcantes é o dos airbags mortais produzidos pela empresa japonesa Takata. Os itens, que projetavam fragmentos contra os ocupantes durante colisões, foram usados em modelos de empresas como Honda, Chevrolet, BMW e Toyota. Na galeria, veja os recalls mais bizarros do Brasil e do mundo:



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Como preparar seu veículo para rodar no pós-quarentena

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

22/07/2020 | 10:48


Veículos que passaram vários meses estacionados devido ao isolamento social precisam de cuidados especiais antes do retorno às ruas. O ideal é fazer uma breve revisão de alguns itens, como fluidos e pintura da lataria.

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Luis Fernando Sabino, gerente do negócio de aditivos e lubrificantes da BASF, cita dois itens importantes a serem verificados: o fluido de freio e o de arrefecimento do radiador. “No caso do fluido refrigerante recomendado pelo fabricante do veículo, não se faz necessário sua substituição, já que este é armazenado em um circuito fechado”, explica.

No entanto, há quem utilize água para resfriar o motor, prática que pode causar danos. “O fluido substituído por água é capaz de provocar corrosão e formação de depósitos no sistema de refrigeração do motor. Portanto, nesse caso, recomenda-se a substituição da água pelo fluido de radiador indicado pelo fabricante do motor”, esclarece Sabino.

Já o fluido de freio é o grande responsável por transmitir a pressão feita no pedal durante a frenagem para as quatro rodas do veículo. Isso ocorre por meio de mangueiras conectadas ao cilindro mestre, que bombeiam o líquido de maneira uniforme até as lonas e pastilhas de freio, promovendo a desaceleração do veículo .“Se não for trocado com a quilometragem e o tempo corretos, o fluido vai absorvendo umidade dentro do conjunto, podendo acarretar falhas na ação dos freios”, alerta o especialista.

Outra questão que exige atenção é a sujeira do veículo. Ao tirar o carro da garagem, a exposição direta aos raios UV, somada ao excesso de pó e terra, pode resultar em sérios danos à pintura. “Lavar e encerar o carro é muito importante para criar uma barreira protetora e reparar possíveis arranhões que exponham a lataria do veículo e que podem sofrer corrosão do metal sem a devida proteção”, explica Fábio Shimozato, gerente do laboratório de desenvolvimento de tintas automotivas da BASF.

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