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Caixa registra aumento de 63% no acesso ao cheque especial


Bárbara Ladeia
Do Diário do Grande ABC

04/03/2009 | 07:00


A alta nos juros e a falta de crédito no mercado financeiro têm tirado clientes das redes bancárias privadas. A Caixa Econômica Federal já comemora R$ 3,3 bilhões em empréstimos na categoria de microcrédito no País. No Grande ABC, o total já beira R$ 1 milhão com a soma dos resultados de janeiro e fevereiro deste ano.

O cheque especial e o penhor, ambos com o limite de crédito de R$ 1.000, são as modalidades contratadas na região. Juntas somam R$ 918,8 mil já emprestados para pessoas físicas das sete cidades.

Maria José Costa Sene, gerente regional de canais da Caixa, afirma que assim como no aspecto nacional, a evolução no número de empréstimos contratados se deve à crise financeira internacional, que impulsionou os juros e gerou ainda mais dificuldades na concessão de créditos em instituição financeiras provadas. "Nossa expectativa para o ano é grande. Já temos pedidos de outras modalidades de microcrédito sendo em processo de avaliação."

Na comparação com o primeiro bimestre de 2008, os resultados ainda são positivos. Na região, o aumento no número de empréstimos de microcrédito em cheque especial foi de 63%. Em volume, o total captado é 60% maior, totalizando R$ 461 mil em créditos concedidos nos primeiros dois meses deste ano.

O chamado micropenhor, que usa o penhor de jóias como garantia do débito, não registrou crescimento tão vertiginoso quanto o cheque especial. Com apenas 6,7% de aumento no número de credores no comparativo com os meses de janeiro e fevereiro do ano passado, o total captado é quase metade do valor emprestado pela Caixa, R$ 451 mil no Grande ABC.

Segundo Maria José, o principal consumidor de ambas as modalidades de microcrédito é o cliente sem renda comprovada, com pouco poder aquisitivo. "Eles usam esses valores para capital de giro dentro de suas finanças pessoais", explica.



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Caixa registra aumento de 63% no acesso ao cheque especial

Bárbara Ladeia
Do Diário do Grande ABC

04/03/2009 | 07:00


A alta nos juros e a falta de crédito no mercado financeiro têm tirado clientes das redes bancárias privadas. A Caixa Econômica Federal já comemora R$ 3,3 bilhões em empréstimos na categoria de microcrédito no País. No Grande ABC, o total já beira R$ 1 milhão com a soma dos resultados de janeiro e fevereiro deste ano.

O cheque especial e o penhor, ambos com o limite de crédito de R$ 1.000, são as modalidades contratadas na região. Juntas somam R$ 918,8 mil já emprestados para pessoas físicas das sete cidades.

Maria José Costa Sene, gerente regional de canais da Caixa, afirma que assim como no aspecto nacional, a evolução no número de empréstimos contratados se deve à crise financeira internacional, que impulsionou os juros e gerou ainda mais dificuldades na concessão de créditos em instituição financeiras provadas. "Nossa expectativa para o ano é grande. Já temos pedidos de outras modalidades de microcrédito sendo em processo de avaliação."

Na comparação com o primeiro bimestre de 2008, os resultados ainda são positivos. Na região, o aumento no número de empréstimos de microcrédito em cheque especial foi de 63%. Em volume, o total captado é 60% maior, totalizando R$ 461 mil em créditos concedidos nos primeiros dois meses deste ano.

O chamado micropenhor, que usa o penhor de jóias como garantia do débito, não registrou crescimento tão vertiginoso quanto o cheque especial. Com apenas 6,7% de aumento no número de credores no comparativo com os meses de janeiro e fevereiro do ano passado, o total captado é quase metade do valor emprestado pela Caixa, R$ 451 mil no Grande ABC.

Segundo Maria José, o principal consumidor de ambas as modalidades de microcrédito é o cliente sem renda comprovada, com pouco poder aquisitivo. "Eles usam esses valores para capital de giro dentro de suas finanças pessoais", explica.

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