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Sto.André projeta primeiro
Minha Casa com elevador

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Conjunto habitacional para famílias de baixa renda
seria pioneiro no Brasil dentro do programa federal


Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

16/11/2013 | 07:00


Santo André planeja construir conjunto habitacional com elevador para famílias de baixa renda por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O empreendimento seria o primeiro do tipo no País a contar com equipamento para transporte dos moradores entre os andares do prédio. A informação foi dada pelo prefeito Carlos Grana (PT) em entrevista exclusiva ao Diário. “Estamos negociando com o Ministério das Cidades”, afirmou o chefe do Executivo.

A administração também dialoga com a Caixa Econômica Federal, que é responsável pela entrega dos imóveis concluídos e legalizados para famílias com renda de até R$ 1.600 indicadas pela Prefeitura. A instituição bancária informou que os projetos apresentados pelo Executivo são viáveis do ponto de vista técnico e que se posiciona favorável à construção dos empreendimentos com elevadores. Para sair do papel, a iniciativa depende da aprovação do Ministério das Cidades, que repassa o investimento para construção das unidades.

Segundo o prefeito, a alternativa surgiu diante das dificuldades enfrentadas pela administração para encontrar terrenos que possam ser utilizados para moradias populares. “Fizemos reuniões com o objetivo de fazer com que Santo André possa ter essa modalidade de habitação mais avançada dentro do programa, que proporciona mais unidades com menos terreno.”

A intenção é instalar nos condomínios elevador operado por energia solar. “Seria para baratear o custo de manutenção, até porque o valor do condomínio para quem recebe o Minha Casa, Minha Vida não pode ser muito caro. Seria uma inovação para todo o Brasil”, disse Grana.

A Caixa Econômica Federal confirmou que o projeto apresentado pela Prefeitura contempla elevadores, mas ainda não houve análise do tipo de tecnologia a ser utilizada.

Como o empreendimento ainda está em negociação entre as partes, não há estimativa sobre o valor do investimento nem as datas de início e término das obras. “Estamos em tratativas. Ainda não dá para termos certeza absoluta de quando isso irá acontecer, mas estamos avançando nesse sentido”, declarou o prefeito.

Na terça-feira, o Executivo protocolou na Câmara projeto que cede 15 áreas públicas para empreendimentos habitacionais no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. A proposta destina terreno para a construção de 2.800 moradias populares. Conforme formato do texto, encaminhado ao Ministério das Cidades, o investimento total será de R$ 268,8 milhões. Para cada unidade, serão aplicados R$ 76 mil da União e R$ 20 mil do governo do Estado, por meio do programa Casa Paulista.

TENDÊNCIA

Em agosto, o secretário Estadual de Habitação, Silvio Torres, também em entrevista exclusiva ao Diário, afirmou que há tendência de que conjuntos habitacionais projetados pelo Estado sejam cada vez mais altos por conta das dificuldades em conseguir terreno.

Em outubro de 2012, Santo André informou que a cidade teria o primeiro edifício de interesse social com 15 andares e elevador, construído pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) para atender famílias do Jardim Santo André. No entanto, o projeto não avançou. 



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Sto.André projeta primeiro
Minha Casa com elevador

Conjunto habitacional para famílias de baixa renda
seria pioneiro no Brasil dentro do programa federal

Cadu Proieti
Do Diário do Grande ABC

16/11/2013 | 07:00


Santo André planeja construir conjunto habitacional com elevador para famílias de baixa renda por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O empreendimento seria o primeiro do tipo no País a contar com equipamento para transporte dos moradores entre os andares do prédio. A informação foi dada pelo prefeito Carlos Grana (PT) em entrevista exclusiva ao Diário. “Estamos negociando com o Ministério das Cidades”, afirmou o chefe do Executivo.

A administração também dialoga com a Caixa Econômica Federal, que é responsável pela entrega dos imóveis concluídos e legalizados para famílias com renda de até R$ 1.600 indicadas pela Prefeitura. A instituição bancária informou que os projetos apresentados pelo Executivo são viáveis do ponto de vista técnico e que se posiciona favorável à construção dos empreendimentos com elevadores. Para sair do papel, a iniciativa depende da aprovação do Ministério das Cidades, que repassa o investimento para construção das unidades.

Segundo o prefeito, a alternativa surgiu diante das dificuldades enfrentadas pela administração para encontrar terrenos que possam ser utilizados para moradias populares. “Fizemos reuniões com o objetivo de fazer com que Santo André possa ter essa modalidade de habitação mais avançada dentro do programa, que proporciona mais unidades com menos terreno.”

A intenção é instalar nos condomínios elevador operado por energia solar. “Seria para baratear o custo de manutenção, até porque o valor do condomínio para quem recebe o Minha Casa, Minha Vida não pode ser muito caro. Seria uma inovação para todo o Brasil”, disse Grana.

A Caixa Econômica Federal confirmou que o projeto apresentado pela Prefeitura contempla elevadores, mas ainda não houve análise do tipo de tecnologia a ser utilizada.

Como o empreendimento ainda está em negociação entre as partes, não há estimativa sobre o valor do investimento nem as datas de início e término das obras. “Estamos em tratativas. Ainda não dá para termos certeza absoluta de quando isso irá acontecer, mas estamos avançando nesse sentido”, declarou o prefeito.

Na terça-feira, o Executivo protocolou na Câmara projeto que cede 15 áreas públicas para empreendimentos habitacionais no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. A proposta destina terreno para a construção de 2.800 moradias populares. Conforme formato do texto, encaminhado ao Ministério das Cidades, o investimento total será de R$ 268,8 milhões. Para cada unidade, serão aplicados R$ 76 mil da União e R$ 20 mil do governo do Estado, por meio do programa Casa Paulista.

TENDÊNCIA

Em agosto, o secretário Estadual de Habitação, Silvio Torres, também em entrevista exclusiva ao Diário, afirmou que há tendência de que conjuntos habitacionais projetados pelo Estado sejam cada vez mais altos por conta das dificuldades em conseguir terreno.

Em outubro de 2012, Santo André informou que a cidade teria o primeiro edifício de interesse social com 15 andares e elevador, construído pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) para atender famílias do Jardim Santo André. No entanto, o projeto não avançou. 

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