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Diadema e Mauá têm quase metade das candidaturas

Banco de dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Duas cidades da região registram 24 pleiteantes; ao todo, as demais concentram 33 concorrentes


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

21/09/2020 | 00:01


Diadema e Mauá têm mais em comum do que o número da população (entre 426,7 mil e 477,5 mil, respectivamente), ao menos no que se refere também ao processo eleitoral deste ano. As duas cidades do Grande ABC registram quase metade das pré-candidaturas a prefeito. Juntas, concentram 24 nomes na disputa majoritária, enquanto que, ao todo, os demais municípios – cinco, portanto – acumulam 33 quadros colocados na concorrência pelo Paço. Com o fim das convenções partidárias, a região contabiliza 57 figuras no páreo – o cenário, contudo, pode mudar até o começo das campanhas.

A situação se dá por motivos diferentes. Diadema apresenta 13 prefeituráveis postos na corrida. Mauá, 11. A primeira aparece com a maior pulverização, em grande parte, de acordo com envolvidos no processo, por falta de habilidade política do prefeito Lauro Michels (PV), que não conseguiu aglutinar forças a projeto único de sucessão. O bloco fiel governista apoiará Pretinho do Água Santa (DEM), mas o grupo era composto ainda pelos atuais adversários Marcos Michels (PSB), Denise Ventrici (PRTB), Gesiel Duarte (Republicanos) e Arquiteto David (PSC). Tentou-se aproximação, sem sucesso, com Ricardo Yoshio (PSDB) e Taka Yamauchi (PSD).

Em Mauá, por sua vez, o panorama acontece em decorrência da instabilidade política na cidade, principalmente nos últimos três anos, baseada em duas prisões e um impeachment sofridos pelo prefeito Atila Jacomussi (PSB) – cassação revertida na Justiça. O desgaste se configura na própria chapa. O socialista trocou a vice para a próxima eleição – Alaíde Damo (MDB) por Israel Aleixo (PSB) – frente à briga enfrentada publicamente. Filha da emedebista, a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB) está entre os rivais da empreitada, a exemplo de outros ex-aliados, como Professor Betinho (PSL).

São Bernardo, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são as que cidades com menor índice. As duas primeiras terão seis nomes no páreo. A última, cinco. Santo André e São Caetano registram oito até agora. A menos de dois meses da data da eleição municipal, a quantidade de projetos solo se assemelha ao computado há quatro anos, a despeito da vigência da nova regra de fim das coligações proporcionais. O último pleito teve o registro formal de 50 candidaturas à Prefeitura. Diadema e Ribeirão Pires tiveram nove prefeituráveis cada, recordistas na ocasião. Em 2012, 36 nomes entraram na corrida.

Dentro do prisma partidário, o PT será o único a lançar candidatos nas sete cidades. Após ficar de fora de todas os municípios pela primeira vez na história, em três delas, embarca com os medalhões ex-prefeitos Luiz Marinho, José de Filippi Júnior e Ramon Velásquez. O tucanato surge na sequência da lista com seis postulantes, sendo quatro prefeitos na busca pela renovação do mandato. Surpresas nas eleições de 2018, PSB, PSL e Psol vão com cinco nomes, cada. PSD, quatro. (colaborou Raphael Rocha) 



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Diadema e Mauá têm quase metade das candidaturas

Duas cidades da região registram 24 pleiteantes; ao todo, as demais concentram 33 concorrentes

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

21/09/2020 | 00:01


Diadema e Mauá têm mais em comum do que o número da população (entre 426,7 mil e 477,5 mil, respectivamente), ao menos no que se refere também ao processo eleitoral deste ano. As duas cidades do Grande ABC registram quase metade das pré-candidaturas a prefeito. Juntas, concentram 24 nomes na disputa majoritária, enquanto que, ao todo, os demais municípios – cinco, portanto – acumulam 33 quadros colocados na concorrência pelo Paço. Com o fim das convenções partidárias, a região contabiliza 57 figuras no páreo – o cenário, contudo, pode mudar até o começo das campanhas.

A situação se dá por motivos diferentes. Diadema apresenta 13 prefeituráveis postos na corrida. Mauá, 11. A primeira aparece com a maior pulverização, em grande parte, de acordo com envolvidos no processo, por falta de habilidade política do prefeito Lauro Michels (PV), que não conseguiu aglutinar forças a projeto único de sucessão. O bloco fiel governista apoiará Pretinho do Água Santa (DEM), mas o grupo era composto ainda pelos atuais adversários Marcos Michels (PSB), Denise Ventrici (PRTB), Gesiel Duarte (Republicanos) e Arquiteto David (PSC). Tentou-se aproximação, sem sucesso, com Ricardo Yoshio (PSDB) e Taka Yamauchi (PSD).

Em Mauá, por sua vez, o panorama acontece em decorrência da instabilidade política na cidade, principalmente nos últimos três anos, baseada em duas prisões e um impeachment sofridos pelo prefeito Atila Jacomussi (PSB) – cassação revertida na Justiça. O desgaste se configura na própria chapa. O socialista trocou a vice para a próxima eleição – Alaíde Damo (MDB) por Israel Aleixo (PSB) – frente à briga enfrentada publicamente. Filha da emedebista, a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB) está entre os rivais da empreitada, a exemplo de outros ex-aliados, como Professor Betinho (PSL).

São Bernardo, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são as que cidades com menor índice. As duas primeiras terão seis nomes no páreo. A última, cinco. Santo André e São Caetano registram oito até agora. A menos de dois meses da data da eleição municipal, a quantidade de projetos solo se assemelha ao computado há quatro anos, a despeito da vigência da nova regra de fim das coligações proporcionais. O último pleito teve o registro formal de 50 candidaturas à Prefeitura. Diadema e Ribeirão Pires tiveram nove prefeituráveis cada, recordistas na ocasião. Em 2012, 36 nomes entraram na corrida.

Dentro do prisma partidário, o PT será o único a lançar candidatos nas sete cidades. Após ficar de fora de todas os municípios pela primeira vez na história, em três delas, embarca com os medalhões ex-prefeitos Luiz Marinho, José de Filippi Júnior e Ramon Velásquez. O tucanato surge na sequência da lista com seis postulantes, sendo quatro prefeitos na busca pela renovação do mandato. Surpresas nas eleições de 2018, PSB, PSL e Psol vão com cinco nomes, cada. PSD, quatro. (colaborou Raphael Rocha) 

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