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Marcos Winter, o bom político


Márcio Maio
Da TV Press

10/09/2007 | 07:10


Marcos Winter vai representar na TV um personagem raro em novelas. Ele será o judeu Narciso, um político honesto e protetor das massas, em Duas Caras, que substituirá Paraíso Tropical na Globo. A estréia da trama está prevista para 1º de outubro.

Na história, o deputado estadual é um grande amigo de Juvenal (Antônio Fagundes). É ele quem ajuda o líder da comunidade da Portelinha, favela fictícia do folhetim, a lutar por seus direitos.

Para Marcos, a possibilidade de viver um deputado que desempenha sua função com honestidade é um dos maiores atrativos desse trabalho.

"As pessoas já estão acostumadas com histórias de corrupção e falcatruas no cenário político. Acho bacana mostrar que isso pode ser diferente”, avalia.

A novela de Aguinaldo Silva é dividida em duas fases e Marcos participa de ambas. Na primeira, Narciso trabalha na Secretaria de Ação Social do Rio e começa a ajudar o grupo que vai formar a favela.

Na história, empresários de uma grande obra abrem falência e resolvem expulsar os peões sem o pagamento de seus salários.

Juvenal, o chefe da segurança, não aceita a atitude e, ao lado dos colegas, monta um acampamento em um terreno ao lado do buraco da obra.

Com o passar do tempo, a comunidade cresce e se transforma na Portelinha, que é inspirada na favela Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio.

Na segunda fase, além manter seu apoio aos moradores da favela, Narciso tentará ajudar a protagonista Maria Paula (Marjorie Estiano), que vai se mudar para o local.

"A maior parte das cenas que já gravei foram com o Antônio e a Marjorie”, diz ele, que para fazer Narciso ficou louro e colocou lentes de contato azuis. “Isso marca o contraste entre Narciso e os personagens dos núcleos onde ele tem ação”, explica.

Discutir sobre política na TV não será difícil para Marcos. Nascido e criado na periferia de São Paulo, o ator tem sua ONG, Movimento Humanos Direitos, cujos objetivos são combater o trabalho escravo e os abusos praticados contra crianças e adolescentes, além de defender o meio ambiente e os povos indígenas.

Este papel ainda marca sua volta, após quatro anos, como personagem fixo em uma trama da Globo. O último foi Heitor, em Agora É Que São Elas (2003).



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