Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 28 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Promotor do caso Daniel Pearl pede demissão no Paquistão


da AFP

09/11/2002 | 14:42


O promotor-chefe no julgamento do assassinato do repórter americano Daniel Pearl, Raja Qureshi, apresentou neste sábado sua demissão por motivos não divulgados. Segundo ele, "as razões serão explicadas às autoridades competentes durante um breve encontro pessoal".

Apesar de Qureshi se recusar a dar uma explicação, a imprensa local afirma, citando fontes próximas ao promotor, que ele vem recebendo ameaças anônimas desde abril, quando começou o julgamento pela morte do jornalista.

Quatro militantes islâmicos paquistaneses foram declarados culpados em julho de conspirar para seqüestrar e assassinar Pearl. Ahmed Omar Saeed Sheikh, originário da Grã-Bretanha, foi condenado à morte por comandar a conspiração, enquanto seus três cúmplices foram condenados à prisão perpétua. Todos insistem em sua inocência e já apelaram do veredicto.

Daniel Pearl, enviado especial do Wall Street Journal, foi seqüestrado em Karachi no dia 23 de janeiro quando trabalhava em uma reportagem sobre a militância islamita no Paquistão.

Um mês depois, o consulado dos Estados Unidos recebeu um vídeo que mostrava como Pearl foi decapitado por seus seqüestradores. Em 17 de maio, seu corpo mutilado foi encontrado nos arredores de Karachi.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Promotor do caso Daniel Pearl pede demissão no Paquistão

da AFP

09/11/2002 | 14:42


O promotor-chefe no julgamento do assassinato do repórter americano Daniel Pearl, Raja Qureshi, apresentou neste sábado sua demissão por motivos não divulgados. Segundo ele, "as razões serão explicadas às autoridades competentes durante um breve encontro pessoal".

Apesar de Qureshi se recusar a dar uma explicação, a imprensa local afirma, citando fontes próximas ao promotor, que ele vem recebendo ameaças anônimas desde abril, quando começou o julgamento pela morte do jornalista.

Quatro militantes islâmicos paquistaneses foram declarados culpados em julho de conspirar para seqüestrar e assassinar Pearl. Ahmed Omar Saeed Sheikh, originário da Grã-Bretanha, foi condenado à morte por comandar a conspiração, enquanto seus três cúmplices foram condenados à prisão perpétua. Todos insistem em sua inocência e já apelaram do veredicto.

Daniel Pearl, enviado especial do Wall Street Journal, foi seqüestrado em Karachi no dia 23 de janeiro quando trabalhava em uma reportagem sobre a militância islamita no Paquistão.

Um mês depois, o consulado dos Estados Unidos recebeu um vídeo que mostrava como Pearl foi decapitado por seus seqüestradores. Em 17 de maio, seu corpo mutilado foi encontrado nos arredores de Karachi.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;