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Zé Augusto tenta espaço
no governo Geraldo Alckmin


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

21/11/2010 | 07:14


O deputado estadual de Diadema José Augusto da Silva Ramos (PSDB) tenta garantir espaço no governo Geraldo Alckmin, seja no primeiro ou no segundo escalão. Apesar de negar a negociação, ele garantiu que não vai ficar desempregado quando o mandato se encerrar, em março de 2011.

O tucano, que não foi reeleito, lembra que já passou pela "mesma situação" em 2002 e, à época, foi alocado no segundo escalão do governo Alckmin. "Não me reelegi deputado e Geraldo me convidou para trabalhar na Secretaria de Agricultura, onde fui diretor. Depois o José Serra foi eleito prefeito de São Paulo e fui um dos subprefeitos. Além desta possibilidade, sou médico da rede municipal e estadual", relatou.

Zé Augusto disse que não foi procurado por Alckmin e também não o procurou. "O governador está preocupado com o primeiro escalão. Sou deputado até março. Quando chegar o momento eu converso com ele, porque provavelmente vamos conversar. Somos do mesmo partido, não vejo problema", explicou.

A possibilidade do tucano compor o governo estadual no primeiro escalão é "zero", segundo o deputado estadual Orlando Morando (PSDB-São Bernardo). Para ele, o governador eleito não está sofrendo nenhuma pressão para incluir o nome "X ou Y" no quadro do governo. "Acho legitimo ele pleitear, mas o Geraldo ainda está definindo nomes", explicou.

Durante a campanha eleitoral, o governador disse que iria prestigiar o Grande ABC na composição do governo, segundo José Antônio Acemel, o Espanhol, que coordenou a campanha tucana na região. "Agora eu não me atreveria a destacar um nome. Temos muitas lideranças e militantes capacitados no Grande ABC", argumentou.

Até então, Alckmin anunciou os seguintes nomes: Sidney Beraldo na Casa Civil; o coronel Admir Gervásio Moreira para Secretaria da Casa Militar; o médico Giovanni Guido Cerri para a Secretaria Estadual de Saúde; e a atual secretária LinaMara Rizzo Batisttella será mantida na Pasta dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Alckmin deve criar a Secretaria de Gestão e Desenvolvimento Metropolitano, para resolver problemas das áreas que cercam a Capital. O governador eleito estuda três modelos para a nova secretaria: criar uma nova de fato, unir várias pastas ou a formar um comitê intersecretarial que centralize as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

"A partir desta definição do governador, vai ficar claro qual será o espaço que os nomes do ABC terão. Até lá vamos aguardar", pontuou Espanhol.

A criação da nova pasta é uma briga do PSDB do Grande ABC com o Estado, que será atendida, segundo Espanhol. "Vamos evitar o desequilíbrio de investimentos nas cidades. Sabemos que existe isso por parte do Estado e da União. Isso não pode mais acontecer."



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Zé Augusto tenta espaço
no governo Geraldo Alckmin

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

21/11/2010 | 07:14


O deputado estadual de Diadema José Augusto da Silva Ramos (PSDB) tenta garantir espaço no governo Geraldo Alckmin, seja no primeiro ou no segundo escalão. Apesar de negar a negociação, ele garantiu que não vai ficar desempregado quando o mandato se encerrar, em março de 2011.

O tucano, que não foi reeleito, lembra que já passou pela "mesma situação" em 2002 e, à época, foi alocado no segundo escalão do governo Alckmin. "Não me reelegi deputado e Geraldo me convidou para trabalhar na Secretaria de Agricultura, onde fui diretor. Depois o José Serra foi eleito prefeito de São Paulo e fui um dos subprefeitos. Além desta possibilidade, sou médico da rede municipal e estadual", relatou.

Zé Augusto disse que não foi procurado por Alckmin e também não o procurou. "O governador está preocupado com o primeiro escalão. Sou deputado até março. Quando chegar o momento eu converso com ele, porque provavelmente vamos conversar. Somos do mesmo partido, não vejo problema", explicou.

A possibilidade do tucano compor o governo estadual no primeiro escalão é "zero", segundo o deputado estadual Orlando Morando (PSDB-São Bernardo). Para ele, o governador eleito não está sofrendo nenhuma pressão para incluir o nome "X ou Y" no quadro do governo. "Acho legitimo ele pleitear, mas o Geraldo ainda está definindo nomes", explicou.

Durante a campanha eleitoral, o governador disse que iria prestigiar o Grande ABC na composição do governo, segundo José Antônio Acemel, o Espanhol, que coordenou a campanha tucana na região. "Agora eu não me atreveria a destacar um nome. Temos muitas lideranças e militantes capacitados no Grande ABC", argumentou.

Até então, Alckmin anunciou os seguintes nomes: Sidney Beraldo na Casa Civil; o coronel Admir Gervásio Moreira para Secretaria da Casa Militar; o médico Giovanni Guido Cerri para a Secretaria Estadual de Saúde; e a atual secretária LinaMara Rizzo Batisttella será mantida na Pasta dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Alckmin deve criar a Secretaria de Gestão e Desenvolvimento Metropolitano, para resolver problemas das áreas que cercam a Capital. O governador eleito estuda três modelos para a nova secretaria: criar uma nova de fato, unir várias pastas ou a formar um comitê intersecretarial que centralize as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

"A partir desta definição do governador, vai ficar claro qual será o espaço que os nomes do ABC terão. Até lá vamos aguardar", pontuou Espanhol.

A criação da nova pasta é uma briga do PSDB do Grande ABC com o Estado, que será atendida, segundo Espanhol. "Vamos evitar o desequilíbrio de investimentos nas cidades. Sabemos que existe isso por parte do Estado e da União. Isso não pode mais acontecer."

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