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Mostra de arte espanhola no Rio já reuniu 12 mil pessoas


Do Diário do Grande ABC

16/07/2000 | 17:07


Mais de doze mil pessoas visitaram a exposiçao Esplendores de Espanha - De El Greco a Velázquez, aberta na última terça-feira no Museu Nacional de Belas Artes, no Centro do Rio, na primeira semana de exibiçao. Foram cerca de seis mil visitantes só no fim de semana. Na tarde deste domingo, as filas se estenderam por todo o quarteirao do museu. Com tanto movimento, a mostra promete repetir o sucesso das grandes exposiçoes que já aportaram no museu como Rodin, que foi visitada por mais de 150 mil pessoas em 1995, Monet, em 1997, e Dalí, em 1998.

Mais de duas mil pessoas visitaram no sábado a exposiçao e tiveram que esperar pouco tempo nas pequenas filas que se estendiam em frente à bilheteria. No interior do museu, apesar do grande movimento, nao houve tumulto. A ida para assistir aos grandes mestres espanhóis se transformou em programa para todas as idades. A analista de sistemas Alessandra Ricciardi aproveitou a folga e foi conferir as obras espanholas com a filha Maria Carolina, de um ano e meio. "Esta exposiçao é imperdível pois trouxe ao Rio um acervo que sai pouquíssimo da Espanha. Além disso, minha família é espanhola e por isso me sinto ainda mais tocada por esta exposiçao", disse Alessandra.

Esplendores de Espanha abriga cerca de 150 peças entre pinturas, esculturas, jóias, livros e mapas que remetem ao período áureo da arte espanhola. Tantas obras-primas fizeram com que a advogada Sandra Nobre se deslocasse de Brasília até o Rio especialmente para conferir a mostra. "Gosto muito da arte espanhola e estar aqui me faz lembrar as belezas que vi no Museu do Prado", diz Sônia, que veio acompanhada de dois sobrinhos pequenos e dois adolescentes.

Patrícia Vasquez e Beatriz Monnerat, 15 anos, também aproveitaram o sábado para viajar no tempo e relembrar apontamentos de História. "Estou adorando pois encontrei muita coisa que aprendi na escola este ano: Os Lusíadas, figuras das dinastias espanholas, fatos históricos e expediçoes marítimas da Espanha", contou Patrícia.

Com entrada franca, o domingo chuvoso foi de grande movimento na porta do MNBA. No meio da tarde as filas já se estendiam por todo o quarteirao do museu. As 14h30 funcionários da exposiçao bloquearam por alguns minutos a entrada dos visitantes por questao de segurança. "Durante toda a semana o museu ficou muito cheio, mas hoje (domingo) o número de visitantes teve ter triplicado", avalia Charles André, responsável pela portaria do museu.

Para o jornalista Elson Pereira as filas deste domingo, que se estendiam pelas escadas e em algumas salas do museu, nao chegaram a incomodar. "Pensei que estivesse muito mais cheio. Uma exposiçao desse porte é rara e ninguém quer perder a oportunidade de assisti-la", disse Elson, acompanhado da mulher e dois filhos. Maria Lucia Batista, 54 anos, estudante de Economia, diz que a curiosidade e a gratuidade dos ingresso foram mote para assistir à exposiçao. "Além disso nao sei se terei oportunidade de visitar a Espanha", afirmou.

Durante toda a semana, as salas que concentraram maior atençao foram as dos mestres El Greco e Velázquez além das obras de arte devocional espanhola com amostras de artistas como Vicente Carducho, Eugenio Cajés e José de Ribera.

Na saída da exposiçao, a livraria se transformou em parada quase obrigatória. Vendendo produtos ligados à exposiçao como camisetas, bolsas, além de souvenirs da cultura espanhola, a loja ficou lotada.



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Mostra de arte espanhola no Rio já reuniu 12 mil pessoas

Do Diário do Grande ABC

16/07/2000 | 17:07


Mais de doze mil pessoas visitaram a exposiçao Esplendores de Espanha - De El Greco a Velázquez, aberta na última terça-feira no Museu Nacional de Belas Artes, no Centro do Rio, na primeira semana de exibiçao. Foram cerca de seis mil visitantes só no fim de semana. Na tarde deste domingo, as filas se estenderam por todo o quarteirao do museu. Com tanto movimento, a mostra promete repetir o sucesso das grandes exposiçoes que já aportaram no museu como Rodin, que foi visitada por mais de 150 mil pessoas em 1995, Monet, em 1997, e Dalí, em 1998.

Mais de duas mil pessoas visitaram no sábado a exposiçao e tiveram que esperar pouco tempo nas pequenas filas que se estendiam em frente à bilheteria. No interior do museu, apesar do grande movimento, nao houve tumulto. A ida para assistir aos grandes mestres espanhóis se transformou em programa para todas as idades. A analista de sistemas Alessandra Ricciardi aproveitou a folga e foi conferir as obras espanholas com a filha Maria Carolina, de um ano e meio. "Esta exposiçao é imperdível pois trouxe ao Rio um acervo que sai pouquíssimo da Espanha. Além disso, minha família é espanhola e por isso me sinto ainda mais tocada por esta exposiçao", disse Alessandra.

Esplendores de Espanha abriga cerca de 150 peças entre pinturas, esculturas, jóias, livros e mapas que remetem ao período áureo da arte espanhola. Tantas obras-primas fizeram com que a advogada Sandra Nobre se deslocasse de Brasília até o Rio especialmente para conferir a mostra. "Gosto muito da arte espanhola e estar aqui me faz lembrar as belezas que vi no Museu do Prado", diz Sônia, que veio acompanhada de dois sobrinhos pequenos e dois adolescentes.

Patrícia Vasquez e Beatriz Monnerat, 15 anos, também aproveitaram o sábado para viajar no tempo e relembrar apontamentos de História. "Estou adorando pois encontrei muita coisa que aprendi na escola este ano: Os Lusíadas, figuras das dinastias espanholas, fatos históricos e expediçoes marítimas da Espanha", contou Patrícia.

Com entrada franca, o domingo chuvoso foi de grande movimento na porta do MNBA. No meio da tarde as filas já se estendiam por todo o quarteirao do museu. As 14h30 funcionários da exposiçao bloquearam por alguns minutos a entrada dos visitantes por questao de segurança. "Durante toda a semana o museu ficou muito cheio, mas hoje (domingo) o número de visitantes teve ter triplicado", avalia Charles André, responsável pela portaria do museu.

Para o jornalista Elson Pereira as filas deste domingo, que se estendiam pelas escadas e em algumas salas do museu, nao chegaram a incomodar. "Pensei que estivesse muito mais cheio. Uma exposiçao desse porte é rara e ninguém quer perder a oportunidade de assisti-la", disse Elson, acompanhado da mulher e dois filhos. Maria Lucia Batista, 54 anos, estudante de Economia, diz que a curiosidade e a gratuidade dos ingresso foram mote para assistir à exposiçao. "Além disso nao sei se terei oportunidade de visitar a Espanha", afirmou.

Durante toda a semana, as salas que concentraram maior atençao foram as dos mestres El Greco e Velázquez além das obras de arte devocional espanhola com amostras de artistas como Vicente Carducho, Eugenio Cajés e José de Ribera.

Na saída da exposiçao, a livraria se transformou em parada quase obrigatória. Vendendo produtos ligados à exposiçao como camisetas, bolsas, além de souvenirs da cultura espanhola, a loja ficou lotada.

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