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Predestinação

Ninguém entendeu a alteração do técnico Dunga contra a África do Sul. Sacar André Santos...


Especial para o Diário

26/06/2009 | 00:00


Ninguém entendeu a alteração do técnico Dunga contra a África do Sul. Sacar André Santos e colocar Daniel Alves foi uma grande surpresa. Para a lateral esquerda a primeira opção seria Kleber, que até pouco tempo era titular absoluto.

Felipe Melo não estava bem e errava muitos passes. O meio-de-campo do Brasil não conseguia dominar o setor. A bola não chegava com qualidade no atacante Luís Fabiano. E Robinho também estava numa noite de pouca inspiração.

Dunga poderia fazer qualquer coisa, menos colocar Daniel Alves na lateral esquerda. Ficou a impressão de que o baiano do Barcelona entrou em campo apenas para cobrar uma falta e com sua categoria liquidar o jogo.

Dito e feito! Faltando dois minutos para terminar surgiu a oportunidade. Golaço! E o Brasil vai disputar mais uma final de Copa das Confederações, agora contra os Estados Unidos.

FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

O mais fanático torcedor norte-americano seria incapaz de apontar sua equipe como provável vencedora diante da Espanha.

A Fúria vinha de 35 confrontos invictos, a conquista da Europa e um belo futebol na Copa das Confederações.

Mesmo reconhecendo os gols perdidos pela Espanha e as falhas de seus jogadores nos dois gols norte-americanos, essa zebra passa para a história do futebol.

O exemplo vai servir para Dunga alertar os seus jogadores. Soberba é algo que não é aceito, sob hipótese alguma no futebol. A primeira tática para vencer a final deste domingo é a humildade.

CORNETAS AFRICANAS

Um jornalista holandês escreveu para Joseph Blatter (presidente da Fifa) e reclamou do incômodo das cornetas tocadas incessantemente pela torcida durante os jogos da Copa das Confederações.

O gesto mostrou arrogância, intolerância e gerou protestos da imprensa local e internacional. Além disso, criou um fato que passará para a história da Copa do Mundo de 2010.

O barulho pode ser chato para alguns, incomodar outros, mas reflete uma cultura, uma tradição da galera. Nada mais cabotino e cretino do que ceifar as tradições de um povo.

Além de tudo, as imagens alegres e simpáticas mostradas pelas televisões com coreografias sensacionais, comprovam que apesar de tanto sofrimento, histórico e social, a gente boa da África do Sul reitera que o ser humano consegue superar com alegria todo tipo de adversidade.



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Ninguém entendeu a alteração do técnico Dunga contra a África do Sul. Sacar André Santos...

Especial para o Diário

26/06/2009 | 00:00


Ninguém entendeu a alteração do técnico Dunga contra a África do Sul. Sacar André Santos e colocar Daniel Alves foi uma grande surpresa. Para a lateral esquerda a primeira opção seria Kleber, que até pouco tempo era titular absoluto.

Felipe Melo não estava bem e errava muitos passes. O meio-de-campo do Brasil não conseguia dominar o setor. A bola não chegava com qualidade no atacante Luís Fabiano. E Robinho também estava numa noite de pouca inspiração.

Dunga poderia fazer qualquer coisa, menos colocar Daniel Alves na lateral esquerda. Ficou a impressão de que o baiano do Barcelona entrou em campo apenas para cobrar uma falta e com sua categoria liquidar o jogo.

Dito e feito! Faltando dois minutos para terminar surgiu a oportunidade. Golaço! E o Brasil vai disputar mais uma final de Copa das Confederações, agora contra os Estados Unidos.

FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

O mais fanático torcedor norte-americano seria incapaz de apontar sua equipe como provável vencedora diante da Espanha.

A Fúria vinha de 35 confrontos invictos, a conquista da Europa e um belo futebol na Copa das Confederações.

Mesmo reconhecendo os gols perdidos pela Espanha e as falhas de seus jogadores nos dois gols norte-americanos, essa zebra passa para a história do futebol.

O exemplo vai servir para Dunga alertar os seus jogadores. Soberba é algo que não é aceito, sob hipótese alguma no futebol. A primeira tática para vencer a final deste domingo é a humildade.

CORNETAS AFRICANAS

Um jornalista holandês escreveu para Joseph Blatter (presidente da Fifa) e reclamou do incômodo das cornetas tocadas incessantemente pela torcida durante os jogos da Copa das Confederações.

O gesto mostrou arrogância, intolerância e gerou protestos da imprensa local e internacional. Além disso, criou um fato que passará para a história da Copa do Mundo de 2010.

O barulho pode ser chato para alguns, incomodar outros, mas reflete uma cultura, uma tradição da galera. Nada mais cabotino e cretino do que ceifar as tradições de um povo.

Além de tudo, as imagens alegres e simpáticas mostradas pelas televisões com coreografias sensacionais, comprovam que apesar de tanto sofrimento, histórico e social, a gente boa da África do Sul reitera que o ser humano consegue superar com alegria todo tipo de adversidade.

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