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John Mayer alcança maturidade


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

04/06/2012 | 07:00


O cantor e compositor norte-americano John Mayer dá outro passo na caminhada musical e tira do bolso "Born And Raised - Music by John Mayer" (Sony Music, R$ 26,90 em média). 

A produção dessa vez ficou por conta do próprio Mayer, que contou com a colaboração de Don Was, figura que já trabalhou com nomes como The Rolling Stones, B.B. King e Bonnie Raitt. 

Após hiato de dois anos, a nova obra do guitarrista, quinta da discografia de estúdio, chega às prateleiras recheada por 12 composições autorais. Sua música continua trilhando o caminho pop com pitadas blues, country e rock. Não há como negar - apesar de em alguns momentos o cantor soar meloso por demais - o amadurecimento do músico a cada disco lançado. De cabelos compridos e barba por fazer - Mayer parece ter adotado de vez o visual mais casual -, ele apresenta música afinada e bem lapidada.

Acompanhado pelo tecladista e pianista Chuck Leavell - que já trabalhou com Rolling Stones, The Allman Brothers e Eric Clapton -, pelo contrabaixista Sean Hurley, pelo baterista Aaron Sterling e pelos guitarristas David Ryan e Sean Hurley, Mayer passeia por músicas delicadas e bem arranjadas. Queen of Califórnia, faixa responsável por abrir o disco, é cheia de momentos singelos. E é nessa vibração que toca o disco. 
A beleza de sua voz é um dos destaques do disco, como em "The Age of Worry", outra que segue a cartilha pop e traz letra que consola almas desesperançosas. Single do disco, "Shadow Days" tem pitadas de country romântico e é uma das mais saborosas.

Boa notícia é a ilustre presença dos vocalistas David Crosby e Graham Nash - conhecidos por seu trabalho ao lado de Neil Young Stephens Stills - na composição "Born and Raised". Com arranjos de piano e gaita, além dos coros vocais, é um dos destaques.

Momento para romance fica por conta das faixas "If I Ever Get Around To Living" e "Love is a Verb". O músico canta que o amor é um verbo e não uma coisa. E que quando se mostra o amor, não é necessário palavras. Receita típica para angariar público, mas que ainda funciona.



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John Mayer alcança maturidade

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

04/06/2012 | 07:00


O cantor e compositor norte-americano John Mayer dá outro passo na caminhada musical e tira do bolso "Born And Raised - Music by John Mayer" (Sony Music, R$ 26,90 em média). 

A produção dessa vez ficou por conta do próprio Mayer, que contou com a colaboração de Don Was, figura que já trabalhou com nomes como The Rolling Stones, B.B. King e Bonnie Raitt. 

Após hiato de dois anos, a nova obra do guitarrista, quinta da discografia de estúdio, chega às prateleiras recheada por 12 composições autorais. Sua música continua trilhando o caminho pop com pitadas blues, country e rock. Não há como negar - apesar de em alguns momentos o cantor soar meloso por demais - o amadurecimento do músico a cada disco lançado. De cabelos compridos e barba por fazer - Mayer parece ter adotado de vez o visual mais casual -, ele apresenta música afinada e bem lapidada.

Acompanhado pelo tecladista e pianista Chuck Leavell - que já trabalhou com Rolling Stones, The Allman Brothers e Eric Clapton -, pelo contrabaixista Sean Hurley, pelo baterista Aaron Sterling e pelos guitarristas David Ryan e Sean Hurley, Mayer passeia por músicas delicadas e bem arranjadas. Queen of Califórnia, faixa responsável por abrir o disco, é cheia de momentos singelos. E é nessa vibração que toca o disco. 
A beleza de sua voz é um dos destaques do disco, como em "The Age of Worry", outra que segue a cartilha pop e traz letra que consola almas desesperançosas. Single do disco, "Shadow Days" tem pitadas de country romântico e é uma das mais saborosas.

Boa notícia é a ilustre presença dos vocalistas David Crosby e Graham Nash - conhecidos por seu trabalho ao lado de Neil Young Stephens Stills - na composição "Born and Raised". Com arranjos de piano e gaita, além dos coros vocais, é um dos destaques.

Momento para romance fica por conta das faixas "If I Ever Get Around To Living" e "Love is a Verb". O músico canta que o amor é um verbo e não uma coisa. E que quando se mostra o amor, não é necessário palavras. Receita típica para angariar público, mas que ainda funciona.

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