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Aposentado, Marinho intensifica lobby no PT

Após se desligar da Volks, ex-prefeito inicia costuras para se tornar presidente da sigla


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

24/01/2017 | 07:00


Após aposentar-se como funcionário da Volkswagen na sexta-feira, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT) iniciou costuras para se eleger presidente do PT estadual. Ontem, se reuniu com sindicalistas e integrantes da corrente CNB (Construindo um Novo Brasil) de Campinas para pedir apoio no PED (Processo de Eleição Direta).

Dentro do PT, Marinho é considerado favorito para comandar o partido, em substituição a Emidio de Souza, ex-prefeito de Osasco. Afilhado político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-prefeito são-bernardense quer usar a função partidária para pavimentar sua candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 2018.

O favoritismo aumentou depois que o deputado estadual João Paulo Rillo, de São José do Rio Preto, confidenciou que não pretende entrar em embates internos após se desentender com a bancada petista na Assembleia Legislativa. Oficialmente, Rillo não confirma pretensão em administrar a legenda.

Outra missão de Marinho é reconduzir o irmão, Brás, como presidente do PT de São Bernardo. A missão, porém, tem se mostrado mais difícil. Brás nutre rejeição no diretório petista, acusado de não abrir diálogo com a militância para falar sobre os rumos do partido. Além de Anderson Dalécio, assessor do deputado estadual Luiz Turco (PT), grupos do parlamentar estadual Luiz Fernando Teixeira (PT) e do vereador Toninho da Lanchonete (PT) ensaiam candidaturas para confrontar Brás.

APOSENTADORIA

Marinho deu baixa na carteira de trabalho como funcionário do departamento de pintura da Volkswagen, embora tenha atuado efetivamente na montadora alemã por seis anos. Ele ingressou na multinacional em 1978 (aos 19 anos) e, em 1984, se licenciou da fábrica ao ser eleito para direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Entre 1984 e 2016, o petista atuou, além do sindicato, na CUT (Central Única dos Trabalhadores), como ministro do Trabalho e da Previdência e como prefeito de São Bernardo (entre 2009 e 2016).

Em entrevista à GloboNews, no ano passado, Marinho declarou que poderia voltar a trabalhar na Volks, o que não aconteceu. 



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Aposentado, Marinho intensifica lobby no PT

Após se desligar da Volks, ex-prefeito inicia costuras para se tornar presidente da sigla

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

24/01/2017 | 07:00


Após aposentar-se como funcionário da Volkswagen na sexta-feira, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT) iniciou costuras para se eleger presidente do PT estadual. Ontem, se reuniu com sindicalistas e integrantes da corrente CNB (Construindo um Novo Brasil) de Campinas para pedir apoio no PED (Processo de Eleição Direta).

Dentro do PT, Marinho é considerado favorito para comandar o partido, em substituição a Emidio de Souza, ex-prefeito de Osasco. Afilhado político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-prefeito são-bernardense quer usar a função partidária para pavimentar sua candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 2018.

O favoritismo aumentou depois que o deputado estadual João Paulo Rillo, de São José do Rio Preto, confidenciou que não pretende entrar em embates internos após se desentender com a bancada petista na Assembleia Legislativa. Oficialmente, Rillo não confirma pretensão em administrar a legenda.

Outra missão de Marinho é reconduzir o irmão, Brás, como presidente do PT de São Bernardo. A missão, porém, tem se mostrado mais difícil. Brás nutre rejeição no diretório petista, acusado de não abrir diálogo com a militância para falar sobre os rumos do partido. Além de Anderson Dalécio, assessor do deputado estadual Luiz Turco (PT), grupos do parlamentar estadual Luiz Fernando Teixeira (PT) e do vereador Toninho da Lanchonete (PT) ensaiam candidaturas para confrontar Brás.

APOSENTADORIA

Marinho deu baixa na carteira de trabalho como funcionário do departamento de pintura da Volkswagen, embora tenha atuado efetivamente na montadora alemã por seis anos. Ele ingressou na multinacional em 1978 (aos 19 anos) e, em 1984, se licenciou da fábrica ao ser eleito para direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Entre 1984 e 2016, o petista atuou, além do sindicato, na CUT (Central Única dos Trabalhadores), como ministro do Trabalho e da Previdência e como prefeito de São Bernardo (entre 2009 e 2016).

Em entrevista à GloboNews, no ano passado, Marinho declarou que poderia voltar a trabalhar na Volks, o que não aconteceu. 

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