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Aluno de 12 anos ganha prêmio de Física


Camila Galvez
Do Diário do Grande ABC

04/05/2011 | 07:12


Gabriel Dante Cawamura Seppelfelt tem 12 anos e um par de óculos sobre os olhos puxados que herdou da mãe, a bancária Alice Rumiko Cawamura, 49. Quando sorri, as bochechas saltam em seu rosto. Sua voz é tímida e baixa, mas não hesita ao dizer: "Gosto mesmo é de fazer cálculos".

O estudante da Emef (Escola de Ensino Fundamental) Leandro Klein, de São Caetano, conquistou neste mês a medalha de ouro na Olimpíada Paulista de Física 2010 (categoria 6º ano). Ele concorreu com estudantes de escolas públicas e particulares de todo o Estado de São Paulo. Gabriel também levou para casa o prêmio de Melhor Aluno das Escolas Públicas do Estado.

O incentivo partiu da própria escola, que montou um grupo de estudos no contraturno das aulas do menino.

A professora de Ciências Carina Kelly da Costa foi quem ensinou Física a Gabriel. "Ele aprende muito rápido e ainda ajuda os colegas", contou.

Não é só na escola que Gabriel brinca de ser professor. Em casa, o irmão mais novo, Henrique, 5, também é aluno. "Ele dá aulas para o irmão na lousa que demos para ele", afirmou a mãe. O quadro negro, aliás, foi pedido do próprio Gabriel, que fez questão de usar o convencional, no qual se escreve com giz.

Os pais incentivam o filho em tudo. "No dia em que ele ficou sabendo do grupo de Física, veio perguntar para mim o que era. Eu disse que era uma matéria com muitas fórmulas, muita Matemática. Ele se interessou na hora", comentou o pai, o instrumentista eletrônico Paulo Pedro Seppelfelt, 52.

A medalha da Olimpíada de Física não é a única que Gabriel conquistou: ele também trouxe honrarias das olimpíadas de Astronomia e Astronáutica e Matemática. "Tem alguns meninos da minha idade, mas a maioria é mais velha", afirmou o aluno.

Os pais fazem questão de garantir espaço para a brincadeira na vida do menino. "Ele estuda de manhã e passa a tarde no grupo de estudos duas vezes por semana. Os outros dias ele usa para fazer as lições, estudar e brincar, porque a brincadeira é importante para o aprendizado", avaliou Alice.



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Aluno de 12 anos ganha prêmio de Física

Camila Galvez
Do Diário do Grande ABC

04/05/2011 | 07:12


Gabriel Dante Cawamura Seppelfelt tem 12 anos e um par de óculos sobre os olhos puxados que herdou da mãe, a bancária Alice Rumiko Cawamura, 49. Quando sorri, as bochechas saltam em seu rosto. Sua voz é tímida e baixa, mas não hesita ao dizer: "Gosto mesmo é de fazer cálculos".

O estudante da Emef (Escola de Ensino Fundamental) Leandro Klein, de São Caetano, conquistou neste mês a medalha de ouro na Olimpíada Paulista de Física 2010 (categoria 6º ano). Ele concorreu com estudantes de escolas públicas e particulares de todo o Estado de São Paulo. Gabriel também levou para casa o prêmio de Melhor Aluno das Escolas Públicas do Estado.

O incentivo partiu da própria escola, que montou um grupo de estudos no contraturno das aulas do menino.

A professora de Ciências Carina Kelly da Costa foi quem ensinou Física a Gabriel. "Ele aprende muito rápido e ainda ajuda os colegas", contou.

Não é só na escola que Gabriel brinca de ser professor. Em casa, o irmão mais novo, Henrique, 5, também é aluno. "Ele dá aulas para o irmão na lousa que demos para ele", afirmou a mãe. O quadro negro, aliás, foi pedido do próprio Gabriel, que fez questão de usar o convencional, no qual se escreve com giz.

Os pais incentivam o filho em tudo. "No dia em que ele ficou sabendo do grupo de Física, veio perguntar para mim o que era. Eu disse que era uma matéria com muitas fórmulas, muita Matemática. Ele se interessou na hora", comentou o pai, o instrumentista eletrônico Paulo Pedro Seppelfelt, 52.

A medalha da Olimpíada de Física não é a única que Gabriel conquistou: ele também trouxe honrarias das olimpíadas de Astronomia e Astronáutica e Matemática. "Tem alguns meninos da minha idade, mas a maioria é mais velha", afirmou o aluno.

Os pais fazem questão de garantir espaço para a brincadeira na vida do menino. "Ele estuda de manhã e passa a tarde no grupo de estudos duas vezes por semana. Os outros dias ele usa para fazer as lições, estudar e brincar, porque a brincadeira é importante para o aprendizado", avaliou Alice.

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