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Dutra fala em expulsão de servidor petista


Das Agências

06/09/2010 | 07:21


O presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou ontem em Brasília que o servidor da Receita Federal da cidade de Formiga, em Minas Gerais, que acessou os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, pode ser expulso da legenda se ficar comprovado que as violações foram irregulares.

Segundo o dirigente petista, além da investigação da Corregedoria do Fisco, o PT mineiro abriu sindicância interna para apurar informações sobre o caso. Dutra afirmou ainda que o presidente do PT de Minas Gerais, Reginaldo Lopes, não conhece o filiado. O que provaria que ele não atuava como militante do partido.

"O PT tem 1 milhão e 200 mil filiados. Em se comprovando que o acesso era irregular, isso é caso de expulsão da legenda", disse Dutra, em encontro com a presidenciável petista, Dilma Rousseff.

"Pelo que li, isso teria ocorrido em abril e não se sabe se foi justificado ou não. Em abril não existia eleição nem para mim nem para meu adversário", frisou a candidata, que descartou a possibilidade de o episódio interferir na sua imagem diante do eleitorado. "Não vejo como atrapalha", esquivou-se Dilma, ao isentar-se de responsabilidade sobre o episódio - o adversário da corrida eleitora José Serra aponta envolvimento da ex-ministra na violação e cobra explicações públicas.

Sobre às declarações do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que falhas em órgão como a Fazenda podem ocorrer, Dilma defendeu que o Fisco aprimore o controle e a fiscalização acerca dos funcionários que acessam dados sigilosos.

"Não acho que por causa da disputa vamos comprometer um órgão e de forma leviana tratar a Receita como um órgão fragilizado. Se as pessoas erraram, foram as pessoas e não a instituição", finalizou a petista.



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Dutra fala em expulsão de servidor petista

Das Agências

06/09/2010 | 07:21


O presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou ontem em Brasília que o servidor da Receita Federal da cidade de Formiga, em Minas Gerais, que acessou os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, pode ser expulso da legenda se ficar comprovado que as violações foram irregulares.

Segundo o dirigente petista, além da investigação da Corregedoria do Fisco, o PT mineiro abriu sindicância interna para apurar informações sobre o caso. Dutra afirmou ainda que o presidente do PT de Minas Gerais, Reginaldo Lopes, não conhece o filiado. O que provaria que ele não atuava como militante do partido.

"O PT tem 1 milhão e 200 mil filiados. Em se comprovando que o acesso era irregular, isso é caso de expulsão da legenda", disse Dutra, em encontro com a presidenciável petista, Dilma Rousseff.

"Pelo que li, isso teria ocorrido em abril e não se sabe se foi justificado ou não. Em abril não existia eleição nem para mim nem para meu adversário", frisou a candidata, que descartou a possibilidade de o episódio interferir na sua imagem diante do eleitorado. "Não vejo como atrapalha", esquivou-se Dilma, ao isentar-se de responsabilidade sobre o episódio - o adversário da corrida eleitora José Serra aponta envolvimento da ex-ministra na violação e cobra explicações públicas.

Sobre às declarações do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que falhas em órgão como a Fazenda podem ocorrer, Dilma defendeu que o Fisco aprimore o controle e a fiscalização acerca dos funcionários que acessam dados sigilosos.

"Não acho que por causa da disputa vamos comprometer um órgão e de forma leviana tratar a Receita como um órgão fragilizado. Se as pessoas erraram, foram as pessoas e não a instituição", finalizou a petista.

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