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Grana alega ter priorizado verba para obras e diz não entender os questionamentos de vereadores

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Parlamentares reclamaram de cota menor para entidades da cidade


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

15/11/2014 | 07:00


O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), afirmou não entender o motivo da reclamação de vereadores pelo fato de o governo ter alterado o sistema de emendas ao Orçamento para este ano. A principal mudança foi a redução no valor destinado a entidades, com objetivo de impulsionar obras, de acordo com o petista.

“Mantivemos o mesmo valor do ano passado (R$ 300 mil), mas tivemos a estratégia de direcionar um pouco mais de recursos para as obras da cidade. Precisamos acelerar ações de Mobilidade Urbana e manutenção”, considerou o prefeito.

Para o Orçamento de 2014, Grana disponibilizou emendas de R$ 300 mil para cada um dos 21 vereadores andreenses, sendo R$ 120 mil a serem indicados para obras e R$ 180 mil para entidades sociais. Na peça orçamentária deste ano, o montante total foi o mesmo, porém, com R$ 220 mil para instituições e R$ 90 mil para obras.

Ao todo, as emendas disponibilizadas pelo Paço ao Legislativo somam R$ 6,3 milhões, sendo R$ 3,7 milhões para entidades assistenciais e R$ 2,5 milhões para obras municipais dentro de expectativa de arrecadação para 2015 de R$ 3,179 bilhões. A concessão aos vereadores não precisou ser alterada em patamares da queda de recolhimento de recursos, segundo Grana. “Teremos perda na arrecadação e deficit orçamentário (R$ 100 milhões). Mas essa quantia que repassamos para emendas fica no horizonte, não representa peso grande no Orçamento”, contextualizou o petista.

O desconforto da Câmara com a mudança proposta pelo prefeito, segundo o vereador independente Roberto Rautenberg (PTB), se deu pela dificuldade de acompanhar o volume de recursos investidos em obras, já que são tocadas pelo Executivo sem interferência do Legislativo. O petebista chegou a classificar o recurso como “fantasma”, justificando ter solicitado por meio de emenda na peça deste ano construção de espaço canino no Parque Central, com valor total de R$ 90 mil, semelhante ao do Parque Villa Lobos, e não foi atendido pelo Paço.

“Não entendi por que eles (vereadores) reclamaram. O meu secretário de Planejamento e Orçamento Participativo (Alberto Alves de Souza) apresentou os números na Câmara, não tem dúvida”, ironizou Grana.

ELEIÇÃO
Grana negou também interferência na eleição para presidência da Câmara. Vereadores governistas já disseram publicamente que o prefeito terá peso decisivo no diálogo para composição da mesa diretora para o próximo biênio. O governo estuda composição com aliados para não perder o controle da Casa. 



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Grana alega ter priorizado verba para obras e diz não entender os questionamentos de vereadores

Parlamentares reclamaram de cota menor para entidades da cidade

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

15/11/2014 | 07:00


O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), afirmou não entender o motivo da reclamação de vereadores pelo fato de o governo ter alterado o sistema de emendas ao Orçamento para este ano. A principal mudança foi a redução no valor destinado a entidades, com objetivo de impulsionar obras, de acordo com o petista.

“Mantivemos o mesmo valor do ano passado (R$ 300 mil), mas tivemos a estratégia de direcionar um pouco mais de recursos para as obras da cidade. Precisamos acelerar ações de Mobilidade Urbana e manutenção”, considerou o prefeito.

Para o Orçamento de 2014, Grana disponibilizou emendas de R$ 300 mil para cada um dos 21 vereadores andreenses, sendo R$ 120 mil a serem indicados para obras e R$ 180 mil para entidades sociais. Na peça orçamentária deste ano, o montante total foi o mesmo, porém, com R$ 220 mil para instituições e R$ 90 mil para obras.

Ao todo, as emendas disponibilizadas pelo Paço ao Legislativo somam R$ 6,3 milhões, sendo R$ 3,7 milhões para entidades assistenciais e R$ 2,5 milhões para obras municipais dentro de expectativa de arrecadação para 2015 de R$ 3,179 bilhões. A concessão aos vereadores não precisou ser alterada em patamares da queda de recolhimento de recursos, segundo Grana. “Teremos perda na arrecadação e deficit orçamentário (R$ 100 milhões). Mas essa quantia que repassamos para emendas fica no horizonte, não representa peso grande no Orçamento”, contextualizou o petista.

O desconforto da Câmara com a mudança proposta pelo prefeito, segundo o vereador independente Roberto Rautenberg (PTB), se deu pela dificuldade de acompanhar o volume de recursos investidos em obras, já que são tocadas pelo Executivo sem interferência do Legislativo. O petebista chegou a classificar o recurso como “fantasma”, justificando ter solicitado por meio de emenda na peça deste ano construção de espaço canino no Parque Central, com valor total de R$ 90 mil, semelhante ao do Parque Villa Lobos, e não foi atendido pelo Paço.

“Não entendi por que eles (vereadores) reclamaram. O meu secretário de Planejamento e Orçamento Participativo (Alberto Alves de Souza) apresentou os números na Câmara, não tem dúvida”, ironizou Grana.

ELEIÇÃO
Grana negou também interferência na eleição para presidência da Câmara. Vereadores governistas já disseram publicamente que o prefeito terá peso decisivo no diálogo para composição da mesa diretora para o próximo biênio. O governo estuda composição com aliados para não perder o controle da Casa. 

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