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Tetra comprova eficiência do sistema de jogo germânico

Paciência na troca de passes, repertório ofensivo e elenco equilibrado são as marcas da Alemanha


Anderson Fattori
Enviado ao Rio de Janeiro

14/07/2014 | 07:00


Um time que não tem pressa para definir a jogada, troca passes com extrema perfeição e possui repertório incrível no momento de atacar o adversário. Esse é retrato da nova geração da Alemanha, lapidada pelo técnico Joachim Löw há dez anos, para brilhar justamente no Brasil.

Foi assim durante quase toda a campanha. A estreia ocorreu em grande estilo e ratificou a confiança de que o time brigaria pelo título, após goleada contundente por 4 a 0 sobre Portugal. Na segunda rodada, curiosamente, a equipe enfrentou uma das maiores dificuldades, quando surpreendeu-se com o vigor de Gana e não passou de empate por 2 a 2. Por fim, os bávaros foram experientes o suficiente para fazer 1 a 0 nos Estados Unidos e liderar o Grupo G.

Nas oitavas de final, pela primeira vez, a eficiência do sistema alemão foi questionada, ao precisar da prorrogação para superar a esforçada Argélia (2 a 1), mas, na sequência, a vitória sobre a poderosa França (1 a 0) retomou a confiança.

Foi então que os alemães eliminaram todas as dúvidas que ainda existiam sobre seu potencial. Os bávaros simplesmente humilharam o Brasil ao aplicar impiedosos 7 a 1 na semifinal, em jogo que surpreendeu o mundo tamanha diferença técnica entre as equipes.

Ontem, na decisão, o time teve de superar a guerreira Argentina e mostrou outra arma: os reservas. Khedira, depois Kramer, sentiram lesões e o substituto Shürrle deu conta do recado. Além dele, o jovem Mario Götze, 22 anos, entrou para fazer o gol do título mundial.

Tudo isso e o time ainda não pôde trazer ao Brasil um dos grandes talentos individuais, Marco Reus, cortado por conta de ruptura nos ligamentos anteriores do tornozelo esquerdo.

Além do título, a Alemanha pôde comemorar outras marcas, como a do goleiro Neuer, eleito o melhor da posição na Copa e o feito do atacante Klose, 36 anos, que surpreendeu pela vitalidade e eternizou seu nome na história ao chegar aos 16 gols e se tornar o maior artilheiro de todos os Mundiais.



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Tetra comprova eficiência do sistema de jogo germânico

Paciência na troca de passes, repertório ofensivo e elenco equilibrado são as marcas da Alemanha

Anderson Fattori
Enviado ao Rio de Janeiro

14/07/2014 | 07:00


Um time que não tem pressa para definir a jogada, troca passes com extrema perfeição e possui repertório incrível no momento de atacar o adversário. Esse é retrato da nova geração da Alemanha, lapidada pelo técnico Joachim Löw há dez anos, para brilhar justamente no Brasil.

Foi assim durante quase toda a campanha. A estreia ocorreu em grande estilo e ratificou a confiança de que o time brigaria pelo título, após goleada contundente por 4 a 0 sobre Portugal. Na segunda rodada, curiosamente, a equipe enfrentou uma das maiores dificuldades, quando surpreendeu-se com o vigor de Gana e não passou de empate por 2 a 2. Por fim, os bávaros foram experientes o suficiente para fazer 1 a 0 nos Estados Unidos e liderar o Grupo G.

Nas oitavas de final, pela primeira vez, a eficiência do sistema alemão foi questionada, ao precisar da prorrogação para superar a esforçada Argélia (2 a 1), mas, na sequência, a vitória sobre a poderosa França (1 a 0) retomou a confiança.

Foi então que os alemães eliminaram todas as dúvidas que ainda existiam sobre seu potencial. Os bávaros simplesmente humilharam o Brasil ao aplicar impiedosos 7 a 1 na semifinal, em jogo que surpreendeu o mundo tamanha diferença técnica entre as equipes.

Ontem, na decisão, o time teve de superar a guerreira Argentina e mostrou outra arma: os reservas. Khedira, depois Kramer, sentiram lesões e o substituto Shürrle deu conta do recado. Além dele, o jovem Mario Götze, 22 anos, entrou para fazer o gol do título mundial.

Tudo isso e o time ainda não pôde trazer ao Brasil um dos grandes talentos individuais, Marco Reus, cortado por conta de ruptura nos ligamentos anteriores do tornozelo esquerdo.

Além do título, a Alemanha pôde comemorar outras marcas, como a do goleiro Neuer, eleito o melhor da posição na Copa e o feito do atacante Klose, 36 anos, que surpreendeu pela vitalidade e eternizou seu nome na história ao chegar aos 16 gols e se tornar o maior artilheiro de todos os Mundiais.

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