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Marvel Studios aposta em duelo épico pela maior bilheteria da história

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Reestreia de ‘Vingadores: Ultimato’ tem conteúdo extra e briga por recorde


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:03


Patrulhar a vizinhança, proteger a Terra e salvar o universo parece pouco para os planos da Marvel Studios nesta temporada. O objetivo é alcançar o topo do mercado de Hollywood. Seu grande trunfo é o lançamento daquele é considerado o mais ambicioso filme de super-heróis de todos os tempos, com Vingadores: Ultimato tendo arrastado fãs para as salas no período que passou em cartaz desde 25 de abril. De olho no primeiro lugar da lista de maiores bilheterias de todos os tempos, o estúdio acaba de voltar o longa-metragem aos cinemas, com cópias espalhadas pelo Grande ABC e pequenas cenas extras.

Apesar da agitação do público por causa do material complementar, trata-se apenas de seis minutos a mais dentro da história, incluindo homenagem ao escritor Stan Lee (1922-2018), criador de grande parte dos personagens mostrados. São detalhes nada capazes de reescrever o roteiro. “Estes minutos extras são mais para ampliar a experiência, o filme enquanto evento, para dar espécie de presente aos fãs fiéis do universo compartilhado do estúdio, para servir de agradecimento. Para o filme enquanto cinema, para a história de uma obra com começo, meio e filme, não (são importantes)”, analisa Thiago Cardim, editor do site Judão (www.judao.com.br), especializado em cultura pop, ressaltando que o replay desse tipo de produção é comum e serve para que o público possa perceber detalhes que talvez tenham passado durante a empolgação da primeira sessão. “Se Ultimato tem tanto conteúdo? Talvez um pouco menos como filme e um pouco mais como ‘capítulo final’.”

O que está evidente na estratégia é a corrida contra Avatar (2009), fantasia futurista que acumulou US$ 2,788 bilhões, ou seja, cerca de R$ 10,44 bilhões, em seu tempo no circuito há dez anos. Até o fechamento deste texto, a página Box Office Mojo (www.boxofficemojo.com), que acompanha a evolução das bilheterias mundiais, o filme da Marvel gerou US$ 2,773 bilhões, por volta de R$ 10,39 bilhões. A diferença de US$ 15 milhões (R$ 56,19 milhões) entre o primeiro e o segundo colocado do ranking está em jogo e movimenta a atenção do mercado e dos espectadores. Quem ri com toda essa rivalidade é a Disney, atual dona da Fox, responsável pelo desenvolvimento e distribuição de Avatar, e da Marvel Studios. Detalhe que continuações da saga dos seres azuis estão sendo produzidas e chegarão aos cinemas nas próximas temporadas, com a discussão diante do ‘confronto’ com Homem de Ferro, Capitão América e Thor reaquecendo a memória dos espectadores para esse mundo criado pelo diretor James Cameron.

Um ponto explorado é o orgulho dos nerds em querer ver o maior encontro dos Vingadores em destaque. Segundo Cardim, “a própria Marvel ajudou a criar, com esta coisa toda de universo compartilhado, espécie de culto ao seu redor, um fervor que fez com que surgisse, de fato, uma base de fãs”. Entre as marcas já conquistadas por Ultimato estão o de filme mais rápido a chegar a US$ 1 bilhão mundialmente e a obra da Marvel que movimentou maior quantidade de pessoas no Brasil em seu primeiro dia em cartaz, com 1,5 milhão de espectadores. A briga por recordes parece mais feroz do que o confronto contra o poderio de Thanos. 



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Marvel Studios aposta em duelo épico pela maior bilheteria da história

Reestreia de ‘Vingadores: Ultimato’ tem conteúdo extra e briga por recorde

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:03


Patrulhar a vizinhança, proteger a Terra e salvar o universo parece pouco para os planos da Marvel Studios nesta temporada. O objetivo é alcançar o topo do mercado de Hollywood. Seu grande trunfo é o lançamento daquele é considerado o mais ambicioso filme de super-heróis de todos os tempos, com Vingadores: Ultimato tendo arrastado fãs para as salas no período que passou em cartaz desde 25 de abril. De olho no primeiro lugar da lista de maiores bilheterias de todos os tempos, o estúdio acaba de voltar o longa-metragem aos cinemas, com cópias espalhadas pelo Grande ABC e pequenas cenas extras.

Apesar da agitação do público por causa do material complementar, trata-se apenas de seis minutos a mais dentro da história, incluindo homenagem ao escritor Stan Lee (1922-2018), criador de grande parte dos personagens mostrados. São detalhes nada capazes de reescrever o roteiro. “Estes minutos extras são mais para ampliar a experiência, o filme enquanto evento, para dar espécie de presente aos fãs fiéis do universo compartilhado do estúdio, para servir de agradecimento. Para o filme enquanto cinema, para a história de uma obra com começo, meio e filme, não (são importantes)”, analisa Thiago Cardim, editor do site Judão (www.judao.com.br), especializado em cultura pop, ressaltando que o replay desse tipo de produção é comum e serve para que o público possa perceber detalhes que talvez tenham passado durante a empolgação da primeira sessão. “Se Ultimato tem tanto conteúdo? Talvez um pouco menos como filme e um pouco mais como ‘capítulo final’.”

O que está evidente na estratégia é a corrida contra Avatar (2009), fantasia futurista que acumulou US$ 2,788 bilhões, ou seja, cerca de R$ 10,44 bilhões, em seu tempo no circuito há dez anos. Até o fechamento deste texto, a página Box Office Mojo (www.boxofficemojo.com), que acompanha a evolução das bilheterias mundiais, o filme da Marvel gerou US$ 2,773 bilhões, por volta de R$ 10,39 bilhões. A diferença de US$ 15 milhões (R$ 56,19 milhões) entre o primeiro e o segundo colocado do ranking está em jogo e movimenta a atenção do mercado e dos espectadores. Quem ri com toda essa rivalidade é a Disney, atual dona da Fox, responsável pelo desenvolvimento e distribuição de Avatar, e da Marvel Studios. Detalhe que continuações da saga dos seres azuis estão sendo produzidas e chegarão aos cinemas nas próximas temporadas, com a discussão diante do ‘confronto’ com Homem de Ferro, Capitão América e Thor reaquecendo a memória dos espectadores para esse mundo criado pelo diretor James Cameron.

Um ponto explorado é o orgulho dos nerds em querer ver o maior encontro dos Vingadores em destaque. Segundo Cardim, “a própria Marvel ajudou a criar, com esta coisa toda de universo compartilhado, espécie de culto ao seu redor, um fervor que fez com que surgisse, de fato, uma base de fãs”. Entre as marcas já conquistadas por Ultimato estão o de filme mais rápido a chegar a US$ 1 bilhão mundialmente e a obra da Marvel que movimentou maior quantidade de pessoas no Brasil em seu primeiro dia em cartaz, com 1,5 milhão de espectadores. A briga por recordes parece mais feroz do que o confronto contra o poderio de Thanos. 

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