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Gordini 1967 - advogado realiza sonho de juventude


Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

08/02/2006 | 08:55


O advogado Aparecido Romano, 50 anos, morador de Santo André, tem uma história curiosa com um Gordini. Quando tinha 17 anos, um Gordini 63 foi seu primeiro carro. “Eu o comprei no Bairro Planalto, em São Bernardo, mas para levá-lo até São Caetano, onde morava, foi uma maratona de mais de seis horas e o carro só chegou rebocado”, conta. O modelo estava em mau estado e Romano precisou mandar retificar o motor. Ele afirma que sofreu muito para fazê-lo funcionar. “Foi mais de um ano de reforma e, quando o carro ficou pronto, a documentação não estava em ordem e o negócio foi desfeito. Não consegui andar com o carro.”

Em 2003, o advogado encontrou outro Gordini. Ele conta que foi amor à primeira vista. Desta vez, vendeu um Aero Willys 1968 que tinha para comprar o Gordini 67. “Após muita dedicação em busca de peças de reposição e trabalho nos finais de semana com a ajuda de amigos mecânicos e funileiros, hoje tenho o prazer que não tive de andar com o meu primeiro carro.”

Segundo Romano, o carro está melhor do que quando saiu da fábrica. Exceto pelos pneus, que são radiais e eram acessórios de época, o restante do modelo está original, tanto assim que foi vistoriado e recebeu placa preta.

“É um carro bom de estrada, ágil, estável e econômico. Eu e minha mulher já fizemos com ele viagens para encontros de antigos em Santos, Águas de Lindóia, Itu e outros tantos lugares.”

O Gordini começou a ser produzido no país em 1962 pela Willys-Overland do Brasil. Tinha motor com 40 cavalos de potência, quatro marchas à frente e uma à ré. Em 1968, já sob o comando da Ford, a empresa anunciou o fim da produção do carrinho.

 


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