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Após fechar com Deivid, Santos pressiona Robinho a trabalhar


Das Agências

19/07/2005 | 09:31


O Santos promete represálias ao atacante Robinho, que não treina desde 7 de julho. O presidente Marcelo Teixeira manda o aviso de que só irá negociar sua saída do clube depois que o craque voltar a treinar e jogar. Caso contrário, nada será feito e o atleta terá de cumprir seu contrato. A partir de agora, o Santos passará a enviar telegramas fonados à residência do jogador, com conteúdo baseado no artigo 482 da CTL, que caracteriza abandono de emprego quando o trabalhador não retorna em 30 dias, sem apresentar justificativa. Enquanto isso, o dirigente acerta o retorno de Deivid após pagar 4,5 milhões de euros ao Bordeaux, da França.

  “Enquanto o Robinho não comparecer aos treinamentos e jogos da equipe, o presidente (Marcelo Teixeira) já anunciou que se recusará a conversar com qualquer que seja o representante do Real Madrid. É uma posição definitiva”, disse o diretor jurídico do clube, Mário Mello, que explicou os motivos dos telegramas. “Essa atitude não tem como intuito pressionar o atleta, serve apenas de caráter preventivo. Estamos tomando providências e, a partir de segunda-feira, notificaremos regularmente o jogador”.

  Mello disse ainda que o clube está preparado juridicamente para um contra-ataque dos agentes do atleta. “Eles estão em xeque-mate, em uma sinuca de bico. Não sabem para que lado virar. Vão perder se tentarem a Fifa ou a Justiça do Trabalho. E pior, se entrarem com processo para liberação, é provável que o Robinho fique um longo tempo afastado do futebol”.

  O empresário Wágner Ribeiro foi comunicado da nova postura santista, mas prefere não se pronunciar. “O assunto já está esgotado. Tentei falar com o Marcelo Teixeira, mas ele não quis”, contou.

  Quando o assunto é Deivid, sua volta está acertada. Por insistência do técnico Gallo, o clube resolveu aceitar o valor estipulado pelos franceses. Agora, falta apenas resolver a forma de pagamento. Parte do dinheiro deste acordo veio de Leonardo, da Sub-20, que foi vendido para um clube holandês.

  

Reforço– O atacante Diego, de 20 anos, já trabalhou segunda-feira com seus novos companheiros. Ele, que veio do Internacional, não poderá participar da partida de quarta-feira, diante do Vasco, mas pode ser a grande surpresa da equipe no domingo, contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Já o goleiro Roger ainda tem sua situação indefinida.


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