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Eleição, Marinho e ironia

Aline Pietri/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da redação

18/03/2015 | 07:00


Durante a campanha eleitoral para a Presidência da República, ano passado, o então presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Luiz Marinho (PT), prefeito de São Bernardo, cooptou os colegas da região a apoiarem a candidata a reeleição, Dilma Rousseff, dizendo que ela liberaria verbas para as sete cidades. Os argumentos do petista foram tão fortes que acabaram convencendo até o tucano Gabriel Maranhão, de Rio Grande da Serra, cujo partido tinha candidato no segundo turno.

Passada a batalha eleitoral pelo Planalto, quis o destino, ironicamente, que justo em São Bernardo, a cidade governada por Marinho, aliado de primeira hora da agora reeleita presidente, uma das obras mais aguardadas pela população local, financiada com dinheiro federal, encontra-se abandonada. Trata-se de conjunto com 404 unidades habitacionais no núcleo Pantanal, localizado no bairro dos Casa.

Depois de prometer mundos e fundos durante a campanha eleitoral, Marinho emudeceu. Ontem, quando questionado sobre a paralisação do Projeto de Urbanização Integrado do PAC Alvarenga, do qual os apartamentos fazem parte, o prefeito optou por não se manifestar. Típico. Como se sabe, o chefe do Executivo são-bernardense evita se manifestar quando o assunto não lhe é favorável.
Enquanto as obras seguem paradas e o prefeito se cala, as famílias que deveriam ser beneficiadas pelo projeto continuam habitando locais sem nenhuma infraestrutura ou condição sanitária. Isso para não falar dos transtornos causados pelos esqueletos das obras à vizinhança. O que era para ser bairro urbanizado acumula lixo, mato e reclamações. Ratos, baratas e escorpiões assustam a população. Recipientes com água parada, um crime contra a Saúde pública em tempos de ameaça de dengue, podem ser facilmente encontrados pelo chão. Nada mais injusto para quem ouviu tantas promessas há tão pouco tempo. 



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Eleição, Marinho e ironia

Da redação

18/03/2015 | 07:00


Durante a campanha eleitoral para a Presidência da República, ano passado, o então presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Luiz Marinho (PT), prefeito de São Bernardo, cooptou os colegas da região a apoiarem a candidata a reeleição, Dilma Rousseff, dizendo que ela liberaria verbas para as sete cidades. Os argumentos do petista foram tão fortes que acabaram convencendo até o tucano Gabriel Maranhão, de Rio Grande da Serra, cujo partido tinha candidato no segundo turno.

Passada a batalha eleitoral pelo Planalto, quis o destino, ironicamente, que justo em São Bernardo, a cidade governada por Marinho, aliado de primeira hora da agora reeleita presidente, uma das obras mais aguardadas pela população local, financiada com dinheiro federal, encontra-se abandonada. Trata-se de conjunto com 404 unidades habitacionais no núcleo Pantanal, localizado no bairro dos Casa.

Depois de prometer mundos e fundos durante a campanha eleitoral, Marinho emudeceu. Ontem, quando questionado sobre a paralisação do Projeto de Urbanização Integrado do PAC Alvarenga, do qual os apartamentos fazem parte, o prefeito optou por não se manifestar. Típico. Como se sabe, o chefe do Executivo são-bernardense evita se manifestar quando o assunto não lhe é favorável.
Enquanto as obras seguem paradas e o prefeito se cala, as famílias que deveriam ser beneficiadas pelo projeto continuam habitando locais sem nenhuma infraestrutura ou condição sanitária. Isso para não falar dos transtornos causados pelos esqueletos das obras à vizinhança. O que era para ser bairro urbanizado acumula lixo, mato e reclamações. Ratos, baratas e escorpiões assustam a população. Recipientes com água parada, um crime contra a Saúde pública em tempos de ameaça de dengue, podem ser facilmente encontrados pelo chão. Nada mais injusto para quem ouviu tantas promessas há tão pouco tempo. 

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