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São Caetano vence o Palmeiras e fica perto da vaga


Tatiana Freitas
Do Diário OnLine

10/05/2001 | 00:48


O São Caetano venceu o Palmeiras por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, no Anacleto Campanella, na primeira partida pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América. Mais uma vez o time da região mostrou coragem em partidas decisivas e superou um forte adversário. Para avançar no campeonato sul-americano, o Azulão precisa apenas de um empate no segundo jogo, disputado no Palestra Itália, na próxima quarta.

A partida começou num ritmo forte, com os dois times correndo bastante e alguns chutes a gol. Nos primeiros cinco minutos, a equipe do ABC já havia chutado duas boas bolas ao gol de Marcos, que fez grande partida.

A partir dos 10 minutos, no entanto, as chances de gol não apareceram mais, apesar da correria continuar. O jogo foi bastante truncado na primeira etapa, mas o São Caetano foi superior ao ficar com a posse de bola e ter mais facilidade em atacar. A forte marcação de Simão em Alex, em noite apagada, não permitiu a criação no meio-de-campo palmeirense. Os lances de perigo — poucos — saíram dos pés de Arce, que retornou ao time depois de quase cinco meses afastado.

Aos 29 minutos, o lateral cruzou para Fábio Júnior, que, sozinho dentro da área, quase marcou de cabeça. Oito minutos depois, foi a vez do São Caetano chegar com perigo. Márcio Griggio cobrou falta de longa distância, com força, mas Marcos defendeu. E foi só isso.

No segundo tempo, porém, o São Caetano entrou com muita determinação e disposto a marcar. Mesmo sem César, principal jogador do time do ABC, e Esquerdinha, também importante para a equipe, o Azulão não se intimidou. Logo no primeiro minuto, Aílton sofreu falta, mas o juiz mandou seguir. A bola sobrou para Simão, que, livre, surpreendeu a defesa palmeirense com um bom chute. O goleiro Marcos, mais uma vez, fez ótima defesa.

Três minutos depois, o São Caetano, com uma cobrança de falta de Serginho, chegou com perigo, mas novamente parou nas mãos de “São Marcos”. Aos 16 minutos, mais uma vez com bola parada, o time da casa chegou com perigo e Sinval, aos 18, perdeu chance incrível, na cara do gol.

Os sucessivos lances de perigo fizeram o Palmeiras, que jogou completo, se fechar cada vez mais e sair em poucos contra-ataques. Aos 23 minutos, Fábio Júnior, sozinho na área, chutou com perigo. Silvio Luiz saiu do gol e defendeu, mas a bola voltou para o atacante. Ele bateu novamente e o goleiro fez mais uma defesa. A partir daí, o time da capital não se dirigia mais ao ataque. Arce mostrava cansaço e não criava.

Aos 32 minutos, Marcos voltou a salvar o Palmeiras ao defender bom chute de Aílton. Dois minutos depois, o São Caetano conseguiu chegar ao merecido gol. Marlon, que entrou no lugar de Márcio Griggio, chutou de longa distância, cruzado, sem chances para o goleiro.

Até o apito final, o São Caetano continuou pressionando, procurando ampliar a vantagem, mas o placar ficou mesmo em 1 a 0.

Espetáculo — Sem receita para a vitória, o técnico Jair Picerni, no final da partida, apenas defendeu o “futebol espetáculo”. No ano passado, quando a equipe ficou em destaque pela ótima campanha na Copa João Havelange, o treinador pregou as jogadas ofensivas e pouca retranca. “A gente procura jogar de maneira ofensiva e fazer futebol com alegria”, disse, novamente, nesta quarta.



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São Caetano vence o Palmeiras e fica perto da vaga

Tatiana Freitas
Do Diário OnLine

10/05/2001 | 00:48


O São Caetano venceu o Palmeiras por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, no Anacleto Campanella, na primeira partida pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América. Mais uma vez o time da região mostrou coragem em partidas decisivas e superou um forte adversário. Para avançar no campeonato sul-americano, o Azulão precisa apenas de um empate no segundo jogo, disputado no Palestra Itália, na próxima quarta.

A partida começou num ritmo forte, com os dois times correndo bastante e alguns chutes a gol. Nos primeiros cinco minutos, a equipe do ABC já havia chutado duas boas bolas ao gol de Marcos, que fez grande partida.

A partir dos 10 minutos, no entanto, as chances de gol não apareceram mais, apesar da correria continuar. O jogo foi bastante truncado na primeira etapa, mas o São Caetano foi superior ao ficar com a posse de bola e ter mais facilidade em atacar. A forte marcação de Simão em Alex, em noite apagada, não permitiu a criação no meio-de-campo palmeirense. Os lances de perigo — poucos — saíram dos pés de Arce, que retornou ao time depois de quase cinco meses afastado.

Aos 29 minutos, o lateral cruzou para Fábio Júnior, que, sozinho dentro da área, quase marcou de cabeça. Oito minutos depois, foi a vez do São Caetano chegar com perigo. Márcio Griggio cobrou falta de longa distância, com força, mas Marcos defendeu. E foi só isso.

No segundo tempo, porém, o São Caetano entrou com muita determinação e disposto a marcar. Mesmo sem César, principal jogador do time do ABC, e Esquerdinha, também importante para a equipe, o Azulão não se intimidou. Logo no primeiro minuto, Aílton sofreu falta, mas o juiz mandou seguir. A bola sobrou para Simão, que, livre, surpreendeu a defesa palmeirense com um bom chute. O goleiro Marcos, mais uma vez, fez ótima defesa.

Três minutos depois, o São Caetano, com uma cobrança de falta de Serginho, chegou com perigo, mas novamente parou nas mãos de “São Marcos”. Aos 16 minutos, mais uma vez com bola parada, o time da casa chegou com perigo e Sinval, aos 18, perdeu chance incrível, na cara do gol.

Os sucessivos lances de perigo fizeram o Palmeiras, que jogou completo, se fechar cada vez mais e sair em poucos contra-ataques. Aos 23 minutos, Fábio Júnior, sozinho na área, chutou com perigo. Silvio Luiz saiu do gol e defendeu, mas a bola voltou para o atacante. Ele bateu novamente e o goleiro fez mais uma defesa. A partir daí, o time da capital não se dirigia mais ao ataque. Arce mostrava cansaço e não criava.

Aos 32 minutos, Marcos voltou a salvar o Palmeiras ao defender bom chute de Aílton. Dois minutos depois, o São Caetano conseguiu chegar ao merecido gol. Marlon, que entrou no lugar de Márcio Griggio, chutou de longa distância, cruzado, sem chances para o goleiro.

Até o apito final, o São Caetano continuou pressionando, procurando ampliar a vantagem, mas o placar ficou mesmo em 1 a 0.

Espetáculo — Sem receita para a vitória, o técnico Jair Picerni, no final da partida, apenas defendeu o “futebol espetáculo”. No ano passado, quando a equipe ficou em destaque pela ótima campanha na Copa João Havelange, o treinador pregou as jogadas ofensivas e pouca retranca. “A gente procura jogar de maneira ofensiva e fazer futebol com alegria”, disse, novamente, nesta quarta.

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