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Preso suspeito de participar de morte de prefeito de Rio Grande


Do Diário do Grande ABC

12/05/2005 | 07:56


Ademir Miranda de Almeida, o Brinquinho, foi preso na semana passada em Aparecida. Ele é acusado de participação no assassinato do prefeito de Rio Grande da Serra, José Carlos de Arruda, em 1998. Durante os próximos 81 dias, Brinquinho ficará preso no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Mauá, para onde foi transferido no último fim de semana. Ele estava escondido em Aparecida desde que os demais acusados foram presos, em 2001.

O foragido era funcionário da Prefeitura de Rio Grande na ocasião do assassinato e, segundo o delegado-titular de Ribeirão Pires – onde corre o inquérito –, Edson Gianuzzi, foi quem contratou, a mando do então vereador Valdir Mitterstein, o Gaúcho, e do ex-vereador Expedito Antonio de Oliveira, dois comparsas para executar o prefeito da cidade. Brinquinho teria contratado Reginaldo Dionísio Alves, o Pilica, e José Jacinto da Silva, Zezito.

Brinquinho foi o primeiro suspeito localizado pela polícia, três anos após a morte do prefeito. Segundo informações da polícia, foi ele quem apontou os demais envolvidos no crime.

Todos os acusados já foram julgados. Gaúcho foi condenado a 19 anos de prisão. Em júri popular, Expedito Antonio de Oliveira foi absolvido. De acordo com o delegado de Ribeirão Pires, Brinquinho foi preso em Aparecida vendendo CDs piratas. Pelo mesmo crime, chegou a ficar detido um mês em abril de 2001, mas a prisão preventiva expirou e ele foi solto. “Quando chegou na delegacia de lá, descobriram que era procurado”, explicou Edson Gianuzzi.

Julgamento – Agora a polícia aguarda definição da 3ªVara Criminal de Ribeirão Pires sobre os próximos passos. “Ainda não sabemos se a sentença será por meio de Tribunal de Júri ou se definida pelo juiz”, explicou o delegado.



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Preso suspeito de participar de morte de prefeito de Rio Grande

Do Diário do Grande ABC

12/05/2005 | 07:56


Ademir Miranda de Almeida, o Brinquinho, foi preso na semana passada em Aparecida. Ele é acusado de participação no assassinato do prefeito de Rio Grande da Serra, José Carlos de Arruda, em 1998. Durante os próximos 81 dias, Brinquinho ficará preso no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Mauá, para onde foi transferido no último fim de semana. Ele estava escondido em Aparecida desde que os demais acusados foram presos, em 2001.

O foragido era funcionário da Prefeitura de Rio Grande na ocasião do assassinato e, segundo o delegado-titular de Ribeirão Pires – onde corre o inquérito –, Edson Gianuzzi, foi quem contratou, a mando do então vereador Valdir Mitterstein, o Gaúcho, e do ex-vereador Expedito Antonio de Oliveira, dois comparsas para executar o prefeito da cidade. Brinquinho teria contratado Reginaldo Dionísio Alves, o Pilica, e José Jacinto da Silva, Zezito.

Brinquinho foi o primeiro suspeito localizado pela polícia, três anos após a morte do prefeito. Segundo informações da polícia, foi ele quem apontou os demais envolvidos no crime.

Todos os acusados já foram julgados. Gaúcho foi condenado a 19 anos de prisão. Em júri popular, Expedito Antonio de Oliveira foi absolvido. De acordo com o delegado de Ribeirão Pires, Brinquinho foi preso em Aparecida vendendo CDs piratas. Pelo mesmo crime, chegou a ficar detido um mês em abril de 2001, mas a prisão preventiva expirou e ele foi solto. “Quando chegou na delegacia de lá, descobriram que era procurado”, explicou Edson Gianuzzi.

Julgamento – Agora a polícia aguarda definição da 3ªVara Criminal de Ribeirão Pires sobre os próximos passos. “Ainda não sabemos se a sentença será por meio de Tribunal de Júri ou se definida pelo juiz”, explicou o delegado.

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