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Estadual nega recurso no PSDB de Diadema

Cúpula paulista confirma prorrogação de mandato de Mamede e frustra planos de Leitão


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/10/2017 | 07:00


A executiva estadual do PSDB rejeitou recurso feito pela antiga direção do tucanato em Diadema contestando a prorrogação, por 180 dias, do atual diretório municipal, liderado por Mamede Rasou Salem.

No mês passado, por conta de divergências entre o antigo e o atual comando da legenda na cidade, a cúpula paulista decidiu estender o mandato de Mamede, gerando críticas do ex-vereador e hoje secretário de Segurança Alimentar, Atevaldo Leitão.

Leitão chegou a lançar candidatura à presidência do partido no município em eleição previamente marcada para domingo. Ele teria como vice Fagner Dourado, conhecido como Nego, filho do ex-vereador José Dourado, hoje assessor especial do prefeito Lauro Michels (PV). Foi o próprio Leitão, aliás, quem assinou o recurso contra a decisão da direção estadual pela prorrogação do mandato de Mamede.

Ontem, Leitão, Dourado e diversos filiados históricos do PSDB de Diadema foram à reunião da executiva estadual pressionar pela realização do pleito interno. Esse bloco apostava no processo de escolha para voltar à direção da legenda. A ala reclama de ingerência do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), nas discussões em Diadema – Morando brigou politicamente com Lauro e defende o afastamento do tucanato do governo do verde.

Com a rejeição do recurso, o caso vai para a executiva nacional do PSDB, comandada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). É nessa instância que o episódio receberá seu parecer final. A tendência é a manutenção da decisão do diretório estadual pela extensão do mandato de Mamede.

Durante quase duas décadas o PSDB de Diadema esteve sob influência do ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos, mas a forte derrota eleitoral em 2016 – quando aceitou ficar fora da chapa majoritária de Lauro e sequer elegeu vereadores – motivou mudanças partidárias. Por outro lado, essa ala mais ligada a Zé Augusto contesta o mandato de Mamede, apontando que ele nunca discutiu os rumos do partido e sequer convocou reuniões no diretório de Diadema. 



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Estadual nega recurso no PSDB de Diadema

Cúpula paulista confirma prorrogação de mandato de Mamede e frustra planos de Leitão

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

03/10/2017 | 07:00


A executiva estadual do PSDB rejeitou recurso feito pela antiga direção do tucanato em Diadema contestando a prorrogação, por 180 dias, do atual diretório municipal, liderado por Mamede Rasou Salem.

No mês passado, por conta de divergências entre o antigo e o atual comando da legenda na cidade, a cúpula paulista decidiu estender o mandato de Mamede, gerando críticas do ex-vereador e hoje secretário de Segurança Alimentar, Atevaldo Leitão.

Leitão chegou a lançar candidatura à presidência do partido no município em eleição previamente marcada para domingo. Ele teria como vice Fagner Dourado, conhecido como Nego, filho do ex-vereador José Dourado, hoje assessor especial do prefeito Lauro Michels (PV). Foi o próprio Leitão, aliás, quem assinou o recurso contra a decisão da direção estadual pela prorrogação do mandato de Mamede.

Ontem, Leitão, Dourado e diversos filiados históricos do PSDB de Diadema foram à reunião da executiva estadual pressionar pela realização do pleito interno. Esse bloco apostava no processo de escolha para voltar à direção da legenda. A ala reclama de ingerência do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), nas discussões em Diadema – Morando brigou politicamente com Lauro e defende o afastamento do tucanato do governo do verde.

Com a rejeição do recurso, o caso vai para a executiva nacional do PSDB, comandada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). É nessa instância que o episódio receberá seu parecer final. A tendência é a manutenção da decisão do diretório estadual pela extensão do mandato de Mamede.

Durante quase duas décadas o PSDB de Diadema esteve sob influência do ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos, mas a forte derrota eleitoral em 2016 – quando aceitou ficar fora da chapa majoritária de Lauro e sequer elegeu vereadores – motivou mudanças partidárias. Por outro lado, essa ala mais ligada a Zé Augusto contesta o mandato de Mamede, apontando que ele nunca discutiu os rumos do partido e sequer convocou reuniões no diretório de Diadema. 

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