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Dunga diz que apostou na bola parada do lateral



26/06/2009 | 07:00


Com uma jaqueta marrom e o agasalho nas mãos, Dunga entrou e saiu da entrevista coletiva sem dar sequer um sorriso. Expressão séria e até pouco amistosa. Preferiu justificar a atuação ruim de Seleção Brasileira com os lembretes que parecem fazer parte de uma cartilha. "Nossa equipe disputou seis jogos decisivos em 19 dias, com várias viagens, fuso horário", explicou o treinador.

Ele também esclareceu que a alteração no fim da partida, com a entrada do lateral-direito Daniel Alves na vaga do lateral-esquerdo André Santos, foi uma estratégia para dar mais velocidade ao time do Brasil e utilizar Daniel Alves em caso de "algum lance de bola parada". "Botei um jogador agressivo, de velocidade, especialista em cobranças de falta. Deu certo", revelou Dunga, lembrando que foi justamente o lateral quem fez o gol da vitória.

Dunga enalteceu a força física do adversário e disse que a África do Sul se tornou uma equipe difícil de ser batida por causa do maior tempo de preparação. "Foi um jogo duro", declarou. Além disso, criticou o estado do gramado do Estádio Ellis Park, em Johannesburgo, onde aconteceu o jogo.

Acostumado a tratar as entrevistas coletivas como confrontos, Dunga repetiu a um jornalista estrangeiro o que costuma dizer quando não gosta de uma pergunta - a de ontem, meio confusa, referia-se à atuação do Brasil contra o Egito, na primeira fase. "Você não viu o jogo (do Brasil) com o Egito?", devolveu o treinador.



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Dunga diz que apostou na bola parada do lateral


26/06/2009 | 07:00


Com uma jaqueta marrom e o agasalho nas mãos, Dunga entrou e saiu da entrevista coletiva sem dar sequer um sorriso. Expressão séria e até pouco amistosa. Preferiu justificar a atuação ruim de Seleção Brasileira com os lembretes que parecem fazer parte de uma cartilha. "Nossa equipe disputou seis jogos decisivos em 19 dias, com várias viagens, fuso horário", explicou o treinador.

Ele também esclareceu que a alteração no fim da partida, com a entrada do lateral-direito Daniel Alves na vaga do lateral-esquerdo André Santos, foi uma estratégia para dar mais velocidade ao time do Brasil e utilizar Daniel Alves em caso de "algum lance de bola parada". "Botei um jogador agressivo, de velocidade, especialista em cobranças de falta. Deu certo", revelou Dunga, lembrando que foi justamente o lateral quem fez o gol da vitória.

Dunga enalteceu a força física do adversário e disse que a África do Sul se tornou uma equipe difícil de ser batida por causa do maior tempo de preparação. "Foi um jogo duro", declarou. Além disso, criticou o estado do gramado do Estádio Ellis Park, em Johannesburgo, onde aconteceu o jogo.

Acostumado a tratar as entrevistas coletivas como confrontos, Dunga repetiu a um jornalista estrangeiro o que costuma dizer quando não gosta de uma pergunta - a de ontem, meio confusa, referia-se à atuação do Brasil contra o Egito, na primeira fase. "Você não viu o jogo (do Brasil) com o Egito?", devolveu o treinador.

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