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Troca de gestão atrasa reintegrações de posse


Cadu Proieti
do Diário do Grande ABC

19/02/2013 | 07:00


A troca de gestão em Santo André atrasou a reintegração de posse de três núcleos do município que, após vários adiamentos, estavam previstas para janeiro. A nova administração, que assumiu o Paço no dia 1° de janeiro, reiniciou diálogo com os agentes envolvidos nas ações. Por conta disso, ainda não há data para as operações serem realizadas.

A retirada de cerca de 300 famílias localizadas em áreas de risco no Jardim Santo André depende de diálogo entre a Prefeitura e governo do Estado para definição do número de imóveis a serem desocupados, já que o último levantamento, feito em 2009, pode estar desatualizado, segundo os moradores. A reintegração de posse dessas moradias é necessária para que a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) dê continuidade às obras de urbanização no local, que envolvem recursos de aproximadamente R$ 400 milhões.

A administração informou que fará reunião com o governo estadual nesta semana para discutir o tema.

No caso da desocupação do terreno particular invadido pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) em março do ano passado, a Prefeitura solicitou a suspensão da reintegração de posse da área por mais 90 dias, com o objetivo de mediar negociação entre o proprietário do espaço e o movimento. A Justiça concedeu o prazo solicitado pelo Executivo. Atualmente, cerca de 400 famílias vivem acampadas no local. A administração municipal informou que está tentando marcar reunião com o dono do terreno.

A situação das 54 famílias que vivem debaixo das linhas de transmissão de energia elétrica da CEETP (Companhia de Energia Elétrica e Transmissão Paulista) também segue indefinida. A reintegração de posse estava prevista para ocorrer até o fim do mês, mas continua sem data para ser realizada.

A Prefeitura informou que as negociações para a desocupação do espaço ainda estão em andamento. Os moradores tentam ser cadastros em programas habitacionais do município.



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Troca de gestão atrasa reintegrações de posse

Cadu Proieti
do Diário do Grande ABC

19/02/2013 | 07:00


A troca de gestão em Santo André atrasou a reintegração de posse de três núcleos do município que, após vários adiamentos, estavam previstas para janeiro. A nova administração, que assumiu o Paço no dia 1° de janeiro, reiniciou diálogo com os agentes envolvidos nas ações. Por conta disso, ainda não há data para as operações serem realizadas.

A retirada de cerca de 300 famílias localizadas em áreas de risco no Jardim Santo André depende de diálogo entre a Prefeitura e governo do Estado para definição do número de imóveis a serem desocupados, já que o último levantamento, feito em 2009, pode estar desatualizado, segundo os moradores. A reintegração de posse dessas moradias é necessária para que a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) dê continuidade às obras de urbanização no local, que envolvem recursos de aproximadamente R$ 400 milhões.

A administração informou que fará reunião com o governo estadual nesta semana para discutir o tema.

No caso da desocupação do terreno particular invadido pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) em março do ano passado, a Prefeitura solicitou a suspensão da reintegração de posse da área por mais 90 dias, com o objetivo de mediar negociação entre o proprietário do espaço e o movimento. A Justiça concedeu o prazo solicitado pelo Executivo. Atualmente, cerca de 400 famílias vivem acampadas no local. A administração municipal informou que está tentando marcar reunião com o dono do terreno.

A situação das 54 famílias que vivem debaixo das linhas de transmissão de energia elétrica da CEETP (Companhia de Energia Elétrica e Transmissão Paulista) também segue indefinida. A reintegração de posse estava prevista para ocorrer até o fim do mês, mas continua sem data para ser realizada.

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