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Jovens migram em busca de emprego em SP


Do Diário do Grande ABC

24/06/2000 | 12:39


O maior estoque de empregos em Sao Paulo começa a atrair profissionais de outras cidades, que ainda nao recuperaram o fôlego depois da recessao. Fábio Chadi Braga, 27 anos, saiu no início do ano de Santos porque, desempregado, perdeu a esperança de se recolocar. Desde que atingiu idade para trabalhar, ele só viu desemprego na Baixada. "Primeiro veio a privatizaçao da Cosipa, quando muita gente foi demitida, depois a modernizaçao do porto, e mais recentemente essas crises que abalaram o turismo em Santos", conta.

Como ele, Cláudia Rodrigues Antunes, 30 anos, decidiu migrar em busca de trabalho. Ela se formou na Faculdade de Ciências Contábeis em Araçatuba, no interior do Estado. "Aqui a gente sente que começa a ter alguma oferta de emprego, mas o interior está estagnado", diz. Cláudia já constatou que emprego voltou a existir, só que precário. Segundo os critérios do IBGE, ela está empregada, pois fez serviços de digitaçao (bico, pelo qual recebeu R$ 60,00) e conseguiu também colocaçao numa barraca na feira de artesanato da Praça da República, para trabalhar aos domingos.

Braga também nao se arrependeu de trocar de cidade. Ele foi encaminhado por uma agência para uma vaga de vigilante numa empresa, para ganhar R$ 501, mas com chance de seguir uma carreira.



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Jovens migram em busca de emprego em SP

Do Diário do Grande ABC

24/06/2000 | 12:39


O maior estoque de empregos em Sao Paulo começa a atrair profissionais de outras cidades, que ainda nao recuperaram o fôlego depois da recessao. Fábio Chadi Braga, 27 anos, saiu no início do ano de Santos porque, desempregado, perdeu a esperança de se recolocar. Desde que atingiu idade para trabalhar, ele só viu desemprego na Baixada. "Primeiro veio a privatizaçao da Cosipa, quando muita gente foi demitida, depois a modernizaçao do porto, e mais recentemente essas crises que abalaram o turismo em Santos", conta.

Como ele, Cláudia Rodrigues Antunes, 30 anos, decidiu migrar em busca de trabalho. Ela se formou na Faculdade de Ciências Contábeis em Araçatuba, no interior do Estado. "Aqui a gente sente que começa a ter alguma oferta de emprego, mas o interior está estagnado", diz. Cláudia já constatou que emprego voltou a existir, só que precário. Segundo os critérios do IBGE, ela está empregada, pois fez serviços de digitaçao (bico, pelo qual recebeu R$ 60,00) e conseguiu também colocaçao numa barraca na feira de artesanato da Praça da República, para trabalhar aos domingos.

Braga também nao se arrependeu de trocar de cidade. Ele foi encaminhado por uma agência para uma vaga de vigilante numa empresa, para ganhar R$ 501, mas com chance de seguir uma carreira.

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