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PIB cresce 7,5%, com R$ 3,67 trilhões

Aumento da atividade econômica é o maior desde 1986 e foi puxado por demanda interna


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

04/03/2011 | 07:13


O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 7,5% em 2010 sobre o acumulado do ano anterior. A expansão foi a maior desde o Plano Cruzado, em 1986, quando o percentual também foi de 7,5%. Impulsionaram o resultado a demanda interna e o consumo das famílias.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB em valores correntes atingiu R$ 3,67 trilhões no acumulado do ano passado, contra R$ 3,1 trilhões em 2009.

A demanda interna cresceu 10,3%. E o que mais contribuiu a isso foi o consumo das famílias, que cresceu 7% e garantiu 4,3 pontos percentuais dessa variação. Ao todo, esse consumo representou 60,5% do PIB, alcançando R$ 2,22 trilhões.

"A demanda interna foi muito importante para a economia, tendo em vista que a demanda externa teve resultado negativo de 2,8%", disse a gerente do indicador do IBGE, Rebeca Palis. "O País contou mais com a importação do que com a exportação", completou.

Ela acrescentou que o crescimento do PIB, de 7,5%, foi alto, mas a base de comparação era fraca em 2009. "Tivemos resultado negativo na época. E para o ano que vem, a base será forte", lembrou, deixando indício de que 2011 pode ter resultado inferior.

O Boletim Focus do BC (Banco Central), que reúne as expectativas do mercado financeiro, apontava, na segunda-feira, que o PIB deste ano deve crescer de 4,3% sobre o resultado do ano passado.

CONSUMIDOR - Para o educador financeiro Mauro Calil, o crescimento do PIB é positivo ao consumidor. "Ele reflete aumento de emprego, que proporcionou mais renda e a elevação no consumo."

Mas destacou que haverá o lado negativo, trazendo inflação neste ano. "A atividade econômica melhora e os preços sobem junto", disse Calil.

INVESTIDOR - O especialista em finanças pessoais Carlos Martins acredita em melhora do mercado de ações. "O resultado trará mais confiança aos investidores, que deve resultar em valorização da Bolsa de Valores. E o pequeno investidor pode acompanhar esse movimento", explicou.



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PIB cresce 7,5%, com R$ 3,67 trilhões

Aumento da atividade econômica é o maior desde 1986 e foi puxado por demanda interna

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

04/03/2011 | 07:13


O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 7,5% em 2010 sobre o acumulado do ano anterior. A expansão foi a maior desde o Plano Cruzado, em 1986, quando o percentual também foi de 7,5%. Impulsionaram o resultado a demanda interna e o consumo das famílias.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB em valores correntes atingiu R$ 3,67 trilhões no acumulado do ano passado, contra R$ 3,1 trilhões em 2009.

A demanda interna cresceu 10,3%. E o que mais contribuiu a isso foi o consumo das famílias, que cresceu 7% e garantiu 4,3 pontos percentuais dessa variação. Ao todo, esse consumo representou 60,5% do PIB, alcançando R$ 2,22 trilhões.

"A demanda interna foi muito importante para a economia, tendo em vista que a demanda externa teve resultado negativo de 2,8%", disse a gerente do indicador do IBGE, Rebeca Palis. "O País contou mais com a importação do que com a exportação", completou.

Ela acrescentou que o crescimento do PIB, de 7,5%, foi alto, mas a base de comparação era fraca em 2009. "Tivemos resultado negativo na época. E para o ano que vem, a base será forte", lembrou, deixando indício de que 2011 pode ter resultado inferior.

O Boletim Focus do BC (Banco Central), que reúne as expectativas do mercado financeiro, apontava, na segunda-feira, que o PIB deste ano deve crescer de 4,3% sobre o resultado do ano passado.

CONSUMIDOR - Para o educador financeiro Mauro Calil, o crescimento do PIB é positivo ao consumidor. "Ele reflete aumento de emprego, que proporcionou mais renda e a elevação no consumo."

Mas destacou que haverá o lado negativo, trazendo inflação neste ano. "A atividade econômica melhora e os preços sobem junto", disse Calil.

INVESTIDOR - O especialista em finanças pessoais Carlos Martins acredita em melhora do mercado de ações. "O resultado trará mais confiança aos investidores, que deve resultar em valorização da Bolsa de Valores. E o pequeno investidor pode acompanhar esse movimento", explicou.

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