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Brincadeira

Felizmente prevaleceu o bom-senso do Rei, que afastou a hipótese de se submeter a qualquer tipo de humilhação


Especial para o Diário

09/08/2011 | 00:00


Só pode ter sido brincadeira do gerente de marketing do Santos, Armênio Neto. Onde já se viu querer inscrever Pelé para jogar apenas uns minutinhos do Mundial Interclubes?

Felizmente prevaleceu o bom-senso do Rei, que afastou a hipótese de se submeter a qualquer tipo de humilhação. Não importa que Pelé tenha sido o maior de todos os tempos. Mas não se admite um homem de 71 anos jogar bola profissionalmente.

O Santos precisa fazer um contrato com Pelé e aproveitá-lo em ações de marketing e em eventos que possam render dividendos para o clube. No campo não dá mais.

Seria melhor a diretoria concentrar esforços e trazer reforços urgentemente. Principalmente dois laterais e um zagueiro. Porque senão vai tomar uma surra do Barcelona.

NÃO À REELEIÇÃO

A coluna comentou o assunto há algumas semanas. E não é mais mistério para ninguém. Conselheiros ligados a Andrés Sanchez querem mudar as regras do jogo e fazê-lo candidatar-se mais uma vez.

O presidente corintiano esteve domingo nos estúdios da Rádio Transamérica participando do Esquenta, último programa feito pelo Neto na emissora, que antecede as transmissões dos jogos e o meu Debate Bola. Perguntei-lhe sobre o assunto e ele foi categórico: "As eleições estão marcadas para fevereiro. Quero a antecipação para dezembro, porque vou sair dois meses antes do final do meu mandato".

Com semblante fechado e ar de rancor, afirmou também que vai sair por causa da imprensa. Acha que foi injustiçado, que não precisa passar por isso e que a exposição pública fez-lhe muito mal.

Andrés vai apoiar Mário Gobbi e disse esperar que ele seja o vitorioso. Demonstrou também muita mágoa contra Paulo Garcia e Roque Citadini, os dois possíveis candidatos da oposição.

FORMAÇÃO DE EX-ATLETAS

Está sendo realizada com sucesso a terceira edição do Curso Avançado de Gestão Esportiva-CAGE. A iniciativa é do Instituto Olímpico Brasileiro, ligado ao COB.

O curso tem duração de 12 meses, com módulos presenciais e à distância. Desde a primeira edição, o CAGE já formou 62 profissionais, como Adriana Behar (vôlei de praia), Sebástian Cuattrin (canoagem), Daniela Polzin (judô), entre outros.

A intenção é incentivar a transição da carreira de atletas após encerrarem a prática esportiva.

Desta vez Hortência Marcari está participando dos estudos. A dirigente da Confederação Brasileira de Basquete está entusiasmada com a possibilidade de adquirir mais conhecimentos. Realmente a iniciativa é excelente, merece apoio e elogios.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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