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S.Paulo pega Caracas e 'seca' Chivas para chegar à liderança


Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

20/04/2006 | 08:27


Os são-paulinos sabem que a vitória sobre o Caracas nesta quinta-feira, às 22 horas (Sportv), no Morumbi, tem dupla importância nas pretensões tricolores na seqüência da Copa Libertadores. A mais importante delas é encerrar a primeira na liderança do Grupo 1 e, assim, decidir em casa as partidas de mata-mata. Para isso, o São Paulo tem de torcer para que o Chivas não ganhe do Cienciano, no México. O time já está classificado para as oitava-de-final da competição sul-americana. “Outro resultado negativo pode gerar desconfiança sobre nosso potencial”, imagina o goleiro Rogério Ceni. “No Morumbi, temos a obrigação de vencer sempre”, disse o capitão.

Apesar do bom retrospecto mostrado na temporada passada nas quartas e nas semifinais, jogando fora de casa, o volante Josué prefere não repetir a experiência. “A minha opção é jogar a primeira partida fora de casa e decidir no Morumbi. Este é o ideal”.

O discurso de Josué vai ao encontro do que pensa o técnico Muricy Ramalho. “O melhor seria terminar em primeiro, mas se não der, temos de estar prontos. No ano passado, o São Paulo passou pelo Tigres e pelo River fora, foram jogos difíceis, mas o time se classificou”.

Nem o fato de poder escolher o rival na próxima etapa da competição é visto como uma vantagem. “Precisamos estar preparados para enfrentar qualquer adversário”, afirmou o atacante Aloísio, que está recuperado de dores musculares e confirmado no jogo. Apesar da experiência, Aloísio sabe que ainda não agradou à torcida – fez três gols na temporada, todos pela Libertadores –, mas garante que está tranqüilo. “Joguei na França ao lado do Ronaldinho Gaúcho e no Flamengo com o Romário, não tenho de provar nada a ninguém”, disse o atacante, satisfeito por garantir a posição de titular. “Quando visto a camisa do São Paulo, faço o melhor para que o time vença.” Foi exatamente seu jeito de atuar, como referência na área do rival, que o fez ser contratado pelo São Paulo, às vésperas do Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro. “É dessa forma que eu sempre atuei, mesmo no Atlético-PR, quando chegamos à final da Libertadores no ano passado”, lembra Aloísio.

Se for o melhor entre os segundos colocados, o São Paulo pode encarar o Independiente Santa Fé, da Colômbia, e, se avançar às quartas-de-final, um time argentino. Se terminar numa colocação pior, pode pegar o Atlético Nacional, da Colômbia, e o Internacional, de Porto Alegre, em seguida. “Agora, o importante não é escolher o adversário, mas ganhar os jogos”, defende Muricy, que não poupa titulares para o duelo.

Os atacantes Thiago e Aloísio terão função tática importante no duelo do Morumbi: marcar a saída de jogo dos venezuelanos. “Eles gostam de atuar pelos lados, é preciso parar essa jogada e não deixar que a bola chegue aos atacantes, que são rápidos”, contou Aloísio. No treino de quarta-feira, Muricy também exigiu atenção às bolas paradas e jogadas aéreas do rival, já eliminado do torneio.



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S.Paulo pega Caracas e 'seca' Chivas para chegar à liderança

Analy Cristofani
Do Diário do Grande ABC

20/04/2006 | 08:27


Os são-paulinos sabem que a vitória sobre o Caracas nesta quinta-feira, às 22 horas (Sportv), no Morumbi, tem dupla importância nas pretensões tricolores na seqüência da Copa Libertadores. A mais importante delas é encerrar a primeira na liderança do Grupo 1 e, assim, decidir em casa as partidas de mata-mata. Para isso, o São Paulo tem de torcer para que o Chivas não ganhe do Cienciano, no México. O time já está classificado para as oitava-de-final da competição sul-americana. “Outro resultado negativo pode gerar desconfiança sobre nosso potencial”, imagina o goleiro Rogério Ceni. “No Morumbi, temos a obrigação de vencer sempre”, disse o capitão.

Apesar do bom retrospecto mostrado na temporada passada nas quartas e nas semifinais, jogando fora de casa, o volante Josué prefere não repetir a experiência. “A minha opção é jogar a primeira partida fora de casa e decidir no Morumbi. Este é o ideal”.

O discurso de Josué vai ao encontro do que pensa o técnico Muricy Ramalho. “O melhor seria terminar em primeiro, mas se não der, temos de estar prontos. No ano passado, o São Paulo passou pelo Tigres e pelo River fora, foram jogos difíceis, mas o time se classificou”.

Nem o fato de poder escolher o rival na próxima etapa da competição é visto como uma vantagem. “Precisamos estar preparados para enfrentar qualquer adversário”, afirmou o atacante Aloísio, que está recuperado de dores musculares e confirmado no jogo. Apesar da experiência, Aloísio sabe que ainda não agradou à torcida – fez três gols na temporada, todos pela Libertadores –, mas garante que está tranqüilo. “Joguei na França ao lado do Ronaldinho Gaúcho e no Flamengo com o Romário, não tenho de provar nada a ninguém”, disse o atacante, satisfeito por garantir a posição de titular. “Quando visto a camisa do São Paulo, faço o melhor para que o time vença.” Foi exatamente seu jeito de atuar, como referência na área do rival, que o fez ser contratado pelo São Paulo, às vésperas do Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro. “É dessa forma que eu sempre atuei, mesmo no Atlético-PR, quando chegamos à final da Libertadores no ano passado”, lembra Aloísio.

Se for o melhor entre os segundos colocados, o São Paulo pode encarar o Independiente Santa Fé, da Colômbia, e, se avançar às quartas-de-final, um time argentino. Se terminar numa colocação pior, pode pegar o Atlético Nacional, da Colômbia, e o Internacional, de Porto Alegre, em seguida. “Agora, o importante não é escolher o adversário, mas ganhar os jogos”, defende Muricy, que não poupa titulares para o duelo.

Os atacantes Thiago e Aloísio terão função tática importante no duelo do Morumbi: marcar a saída de jogo dos venezuelanos. “Eles gostam de atuar pelos lados, é preciso parar essa jogada e não deixar que a bola chegue aos atacantes, que são rápidos”, contou Aloísio. No treino de quarta-feira, Muricy também exigiu atenção às bolas paradas e jogadas aéreas do rival, já eliminado do torneio.

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