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Sindicatos se unem e cobram solução para as dívidas da Metodista


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

23/09/2020 | 00:01


A Universidade Metodista, em São Bernardo, coleciona problemas trabalhistas desde 2015. Agravante é que, neste ano, a instituição cortou pela metade o salário de professores desde março sem acordo para redução de jornada. Ontem, 12 sindicatos e quatro federações que representam trabalhadores da rede Metodista no País realizaram mobilização on-line intitulada Dia Nacional do Basta.

Segundo Edilene Arjoni, presidente do Sinpro ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC), são pelo menos 300 professores no ensino superior e todos tiveram o salário cortado em 50%, sem redução de jornada, há seis meses. Os valores do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) não são depositados desde 2015, enquanto o 13º salário, o pagamento das férias e os vencimentos de dezembro, todos relativos a 2019, não foram pagos. “Pagaram um oitavo desta dívida em agosto e agora, em setembro, pagaram mais um oitavo, mas sem as multas.”

Em fevereiro, após a Metodista prometer pagar os salários deste ano em dia e descumprir, os professores e administrativos da unidade são-bernardense entraram em estado de greve. “Em relação à regularização do pagamento e do FGTS, há pelo menos dois anos (a reitoria) não está preocupada”, afirmou Rodolfo Bonventti, presidente da Associação de Professores da Metodista, de São Bernardo.

Questionada, a Metodista afirmou que tem relatado aos funcionários os desafios financeiros que vem enfrentando. Entre os obstáculos, a instituição destacou o desemprego, que afetou “significativamente as famílias, gerando aumento expressivo na inadimplência”.  



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