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Cirlene Rabecchini critica falta de espaço à mulher na política

Para a candidata a deputada federal, siglas pouco valorizam projetos femininos


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

27/09/2018 | 07:00


Postulante à Câmara Federal pela primeira vez, Cirlene Rabecchini (PSB) afirmou que ainda falta discussão real sobre cota para mulheres dentro de partidos políticos, assim como essas siglas dão pouca importância à ala feminina. Segundo ela, a rara participação de mulheres foi fator decisivo para que ela deixasse o PSDB e mudasse para o PSB.

Para a socialista, a discussão em sua legenda atual existe, mas de maneira incipiente. “Há debate, mas ainda aguardamos a discussão de fato”. Em agendas recentes, o governador e candidato à reeleição Márcio França (PSB) e a sua mulher, a professora Lúcia França, afirmaram que gostariam que o partido fosse formado metade por homens e a outra metade por mulheres.

“A mulher sempre participou de eleições. Esses 30% de cota cabem também para o fundo partidário e para tempo de televisão. Pela situação de desgaste que os atuais políticos estão sofrendo, a mulher passou a ser procurada como uma referência como algo novo dentro da política”, argumentou a candidata, lembrando que França escolheu a coronel da PM (Polícia Militar) Eliane Nikoluk (PR) como vice e ainda abriu possibilidade para que a campeã olímpica Maurren Maggi (PSB) pudesse disputar vaga no Senado.

Para Cirlene, a resolução para que o espaço da mulher na política seja maior existe apenas na teoria e que, para que o discurso seja aplicado na prática, várias etapas precisam ser percorridas. “Os partidos vão dizer que o espaço para mulheres existe. Neste pleito, em conversas entre candidatas, sabemos que faremos diferença. Não queremos ocupar espaço da cota apenas, queremos chegar na reta final”, disse.

A socialista, que atua como empresária na área de comunicação, já se aventurou nas eleições, quando em 2012 se lançou como candidata a vereadora pelo PSDB. Naquele pleito, recebeu 154 votos. Segundo a candidata, a pequena experiência a ajudou a entender um pouco mais o jogo político e a obter votos.

“Concorri a vereadora em um momento complicado para o PSDB. Pouco antes de começar aquela eleição (de 2012), o Paulo Serra (atual prefeito de Santo André) deixou o PSDB e isso prejudicou um pouco a candidatura”, apontou.  



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