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Procuradora destituída da Venezuela diz que Maduro quer matá-la



29/08/2017 | 00:02


A procuradora-geral destituída da Venezuela, Luisa Ortega Diaz, disse que o governo do presidente Nicolás Maduro tentou contratar pessoas para matá-la.

Luisa estava na Costa Rica para entrar com uma queixa na Comissão Interamericana dos Direitos Humanos contra o governo de seu país.

"Eu tenho a informação de que a perseguição contra mim continua, e que o governo contratou assassinos para me matar", disse Luisa em uma coletiva de imprensa ao lado do procurador-geral da Costa Rica, Jorge Chavarria.

"Eu não posso voltar, eles me colocarão na cadeia, desaparecerão comigo, me torturarão", disse. "Eles fizeram duas buscas na minha casa e perseguiram minha família".

Ela rompeu com o governo venezuelano no começo do ano e a assembleia constituinte a removeu de seu cargo. Ela então fugiu para a Colômbia, onde conseguiu asilo político.

Ela disse hoje que o governo venezuelano estava cometendo "sistemáticos abusos de direitos, incluindo tortura e detenções ilegais".

Na semana passada ela prometeu entregar provas de que Maduro e autoridades do governo estavam envolvidos em corrupção. "Há um monte de autoridades envolvidas no caso da Odebrecht", disse Luisa. "O presidente Maduro pegou entre oito e dez milhões de dólares em espécie do governo e deu para uma grande companhia". Fonte: Associated Press.



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Procuradora destituída da Venezuela diz que Maduro quer matá-la


29/08/2017 | 00:02


A procuradora-geral destituída da Venezuela, Luisa Ortega Diaz, disse que o governo do presidente Nicolás Maduro tentou contratar pessoas para matá-la.

Luisa estava na Costa Rica para entrar com uma queixa na Comissão Interamericana dos Direitos Humanos contra o governo de seu país.

"Eu tenho a informação de que a perseguição contra mim continua, e que o governo contratou assassinos para me matar", disse Luisa em uma coletiva de imprensa ao lado do procurador-geral da Costa Rica, Jorge Chavarria.

"Eu não posso voltar, eles me colocarão na cadeia, desaparecerão comigo, me torturarão", disse. "Eles fizeram duas buscas na minha casa e perseguiram minha família".

Ela rompeu com o governo venezuelano no começo do ano e a assembleia constituinte a removeu de seu cargo. Ela então fugiu para a Colômbia, onde conseguiu asilo político.

Ela disse hoje que o governo venezuelano estava cometendo "sistemáticos abusos de direitos, incluindo tortura e detenções ilegais".

Na semana passada ela prometeu entregar provas de que Maduro e autoridades do governo estavam envolvidos em corrupção. "Há um monte de autoridades envolvidas no caso da Odebrecht", disse Luisa. "O presidente Maduro pegou entre oito e dez milhões de dólares em espécie do governo e deu para uma grande companhia". Fonte: Associated Press.

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