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Site islâmico afirma que refém britânico foi executado


Da AFP

25/09/2004 | 15:57


Um site islâmico divulgou neste sábado um comunicado afirmando que o britânico Kenneth Bigley, seqüestrado no Iraque, foi assassinado e que sete soldados da mesma nacionalidade foram raptados no país árabe. No entanto, o governo da Grã-Bretanha questiona a veracidade da mensagem.

"A Tawhid wal Yihad (Unificação e guerra santa) anuncia a execução do britânico e dá a boa notícia do seqüestro de sete soldados britânicos", diz a mensagem, cuja autenticidade ainda não foi comprovada. O texto afirma que uma fita de vídeo será divulgada em breve, mas não dá detalhes sobre seu conteúdo.

Em Londres, capital britânica, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o anúncio "não deve ser levado a sério". "Sabemos que um site chamado 'alezah' difunde essa informação, mas é um site que não tem nenhum crédito e não acreditamos que deva ser levada a sério no momento", declarou.

Segundo o representante do Ministério das Relações Exteriores, o mesmo site anunciou a execução das duas voluntárias italianas seqüestradas em Bagdá, e até agora essa informação não foi confirmada.

O Ministério britânico da Defesa também negou a informação do site sobre a captura de seus soldados.

O britânico, seqüestrado em 16 de setembro em Bagdá, capital iraquiana, com dois americanos, está em poder do grupo Tawhid wal Yihad do islamita Abu Musab al Zarqawi, que já decapitou outros dois reféns americanos.

O anúncio dessa execução foi feito no momento em que uma delegação do Conselho de Muçulmanos da Grã-Bretanha chega a Bagdá para se reunir com dignitários muçulmanos, com o objetivo de obter a libertação do britânico.

Daud Abdulá e Musharraf Hussain devem se reunir com líderes religiosos muçulmanos na capital iraquiana, segundo a embaixada da Grã-Bretanha em Bagdá.

Egípcios- Enquanto isso, continua ignorada a sorte dos seis reféns egípcios, cujo seqüestro ainda não foi reivindicado por nenhum grupo, segundo o chefe da missão diplomática egípcia em Bagdá, Faruk Mabruk.

Na quinta-feira, dois engenheiros foram capturados em Bagdá, enquanto outros quatro egípcios foram seqüestrados na quarta-feira, junto com dois iraquianos, perto da cidade de Al-Qaem. O governo do Egito já pediu "a rápida libertação dos cidadãos egípcios e de todos os reféns no Iraque".

A única nota otimista deste sábado foi o anúncio da polícia de Basra, no sul do Iraque, de que três membros de um grupo radical foram detidos e um refém, funcionário da companhia de telefonia móvel Al-Atheer, que opera no sul do território, foi libertado.



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