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Ministro cubano de Relaçoes Exteriores é destituído


Do Diário do Grande ABC

28/05/1999 | 09:53


O ministro cubano de Relaçoes Exteriores, Roberto Robaina, foi destituído e substituído à frente da diplomacia cubana por Felipe Perez Roque, secretário particular do presidente Fidel Castro, anunciou estda sexta-feira o jornal Granma, do Partido Comunista cubano.

Robaina, que ocupava o cargo de ministro de Relaçoes Exterioress desde o dia 30 de março de 1993, ``fica liberado do cargo (de chanceler) enquanto lhe serao destinadas novas funçoes'',. expressa um comunicado publicado na primeira página do jornal do partido único da ilha, citado pela agência cubana Prensa Latina.

Esta destituiçao do chefe da diplomacia cubana, considerado como um dos representantes da ala moderada do regime castrista, acontece há somente seis meses da realizaçao em Havana do encontro de cúpula ibero-americano.

Nesse encontro, previsto para novembro, participarao todos os chefes de Estado e de governo da América Latina, Espanha e Portugal.

Além de trabalhar ao liado de Fidel Castro, Perez Roque, 34 anos, é deputado da Assembléia Nacional do Poder Po8pular (parlamento cubano), membro do Conselho de Estado e integrante do Comitê Central do Partido Comkunista Cubano (PCC).

A destituiçao de Robaina foi uma surpresa, já que o Ministério de Relaçoes Exteriores havia informado oficialmente quinta-feira que o chanceler faria um giro oficial por três países da regiao do Caribe entre os dias 1 e 8 de junho próximo.

O ministro destituído visitaria a Venezuela nos dia 1 e 2 de junho, depois iria ao Panamá para permanecer ali entre os dias 3 e 5, concluindo seu giro no Haiti, onde manteria reunioes com dirigentes políticos entre os dias 6 e 8, segundo anunciou o porta-voz da Chancelaria durante sua habitual entrevista semanal à imprensa.

A realizaçao desse giro tinha sido interpretada pelos observadores como uma maneira de calar os persistentes rumores sobre as dificuldades enfrentadas por Robaina no regime castrista.

As especulaçoes ganharam força depois do cancelamento, no final de abril, de forma imprevista, de um giro que oi chanceler destituído efetuaria pela Europa.



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Ministro cubano de Relaçoes Exteriores é destituído

Do Diário do Grande ABC

28/05/1999 | 09:53


O ministro cubano de Relaçoes Exteriores, Roberto Robaina, foi destituído e substituído à frente da diplomacia cubana por Felipe Perez Roque, secretário particular do presidente Fidel Castro, anunciou estda sexta-feira o jornal Granma, do Partido Comunista cubano.

Robaina, que ocupava o cargo de ministro de Relaçoes Exterioress desde o dia 30 de março de 1993, ``fica liberado do cargo (de chanceler) enquanto lhe serao destinadas novas funçoes'',. expressa um comunicado publicado na primeira página do jornal do partido único da ilha, citado pela agência cubana Prensa Latina.

Esta destituiçao do chefe da diplomacia cubana, considerado como um dos representantes da ala moderada do regime castrista, acontece há somente seis meses da realizaçao em Havana do encontro de cúpula ibero-americano.

Nesse encontro, previsto para novembro, participarao todos os chefes de Estado e de governo da América Latina, Espanha e Portugal.

Além de trabalhar ao liado de Fidel Castro, Perez Roque, 34 anos, é deputado da Assembléia Nacional do Poder Po8pular (parlamento cubano), membro do Conselho de Estado e integrante do Comitê Central do Partido Comkunista Cubano (PCC).

A destituiçao de Robaina foi uma surpresa, já que o Ministério de Relaçoes Exteriores havia informado oficialmente quinta-feira que o chanceler faria um giro oficial por três países da regiao do Caribe entre os dias 1 e 8 de junho próximo.

O ministro destituído visitaria a Venezuela nos dia 1 e 2 de junho, depois iria ao Panamá para permanecer ali entre os dias 3 e 5, concluindo seu giro no Haiti, onde manteria reunioes com dirigentes políticos entre os dias 6 e 8, segundo anunciou o porta-voz da Chancelaria durante sua habitual entrevista semanal à imprensa.

A realizaçao desse giro tinha sido interpretada pelos observadores como uma maneira de calar os persistentes rumores sobre as dificuldades enfrentadas por Robaina no regime castrista.

As especulaçoes ganharam força depois do cancelamento, no final de abril, de forma imprevista, de um giro que oi chanceler destituído efetuaria pela Europa.

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