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Fugitivos eram os mais perigosos


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

25/04/2006 | 08:31


Em comum entre os seis fugitivos do CDP (Centro de Detenção Provisória) de São Bernardo, o grau de periculosidade. Os homens que escaparam armados anteontem pela porta da frente da unidade são acusados de assassinato, seqüestro, assalto e tráfico de drogas. Na detenção, segundo funcionários, eram líderes. Depois da fuga, os detentos que ficaram no CDP fizeram quatro agentes penitenciários reféns. A rebelião durou cinco horas.

Funcionários do CDP de São Bernardo relataram ao Diário que, dos seis detentos, quatro estavam armados. Eles teriam rendido os agentes penitenciários e roubado suas roupas. Saíram vestidos com o uniforme cinza dos funcionários e fugiram em um veículo que os esperava na rua. A fuga em massa foi frustrada pelos agentes da muralha que, ao virem a movimentação, começaram a atirar.

Um dos foragidos, Willian Franklin de Freitas Vargas, 27 anos, conhecido como Fantasma, está preso por roubo. Mas é suspeito de participar de um seqüestro em que a vítima teve um dedo decepado. O ato de crueldade serviu para prova da vida do rapaz para a família, dona de postos de gasolina em São Paulo.

Acusado de homicídio, Alexandre Leal de Freitas, 31, foi preso em setembro do ano passado. Ele foi detido pelo assassinato do segurança Eraldo Alves Damasceno, na capital. O acusado e outro homem foram presos em um Pronto-Socorro do bairro de Pirituba e identificados por uma testemunha.

Maviel Barbosa Gomes, 22 anos, preso há três, com outras nove pessoas, é acusado de participação no seqüestro de um corretor de comércio exterior de São Bernardo. Ele foi o responsável pelo recebimento de um sinal de R$ 20 mil, que anteciparia o resgate pedido, de R$ 300 mil. O cativeiro foi encontrado pela Polícia Civil, no Riacho Grande.

Emerson de Oliveira Soles, 23, foi preso por roubo há cinco anos. Ele é suspeito do seqüestro relâmpago de um universitário em São Bernardo. O estudante conseguiu fugir do porta-malas do carro e avisou a Polícia Militar, que prendeu Emerson e um comparsa.

Outros dois detidos são Elder Marello Antonio, 24 anos, por tráfico de drogas, e Cristiano Dias Gangi, 32, por roubo.

Até o fechamento desta edição, nenhum dos seis detentos havia sido recapturado. A Secretaria de Administração Penitenciária investiga quem foram os responsáveis pela rebelião que sucedeu a fuga.



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Fugitivos eram os mais perigosos

Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

25/04/2006 | 08:31


Em comum entre os seis fugitivos do CDP (Centro de Detenção Provisória) de São Bernardo, o grau de periculosidade. Os homens que escaparam armados anteontem pela porta da frente da unidade são acusados de assassinato, seqüestro, assalto e tráfico de drogas. Na detenção, segundo funcionários, eram líderes. Depois da fuga, os detentos que ficaram no CDP fizeram quatro agentes penitenciários reféns. A rebelião durou cinco horas.

Funcionários do CDP de São Bernardo relataram ao Diário que, dos seis detentos, quatro estavam armados. Eles teriam rendido os agentes penitenciários e roubado suas roupas. Saíram vestidos com o uniforme cinza dos funcionários e fugiram em um veículo que os esperava na rua. A fuga em massa foi frustrada pelos agentes da muralha que, ao virem a movimentação, começaram a atirar.

Um dos foragidos, Willian Franklin de Freitas Vargas, 27 anos, conhecido como Fantasma, está preso por roubo. Mas é suspeito de participar de um seqüestro em que a vítima teve um dedo decepado. O ato de crueldade serviu para prova da vida do rapaz para a família, dona de postos de gasolina em São Paulo.

Acusado de homicídio, Alexandre Leal de Freitas, 31, foi preso em setembro do ano passado. Ele foi detido pelo assassinato do segurança Eraldo Alves Damasceno, na capital. O acusado e outro homem foram presos em um Pronto-Socorro do bairro de Pirituba e identificados por uma testemunha.

Maviel Barbosa Gomes, 22 anos, preso há três, com outras nove pessoas, é acusado de participação no seqüestro de um corretor de comércio exterior de São Bernardo. Ele foi o responsável pelo recebimento de um sinal de R$ 20 mil, que anteciparia o resgate pedido, de R$ 300 mil. O cativeiro foi encontrado pela Polícia Civil, no Riacho Grande.

Emerson de Oliveira Soles, 23, foi preso por roubo há cinco anos. Ele é suspeito do seqüestro relâmpago de um universitário em São Bernardo. O estudante conseguiu fugir do porta-malas do carro e avisou a Polícia Militar, que prendeu Emerson e um comparsa.

Outros dois detidos são Elder Marello Antonio, 24 anos, por tráfico de drogas, e Cristiano Dias Gangi, 32, por roubo.

Até o fechamento desta edição, nenhum dos seis detentos havia sido recapturado. A Secretaria de Administração Penitenciária investiga quem foram os responsáveis pela rebelião que sucedeu a fuga.

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