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Do Estilista vai ao Rio buscar inspiração


Luciana Bugni
Do Diário do Grande ABC

18/06/2007 | 19:36


Chico Buarque, Cartola, a baia de Guanabara, a Mangueira e outros elementos cariocas por excelência se misturaram no desfile da grife Do Estilista, de Marcelo Sommer. Na trilha, canções como Valsinha, Carolina, Roda-Viva e O Sol Nascerá, enquanto peças em verde e rosa lembravam o clima do carnaval no Rio. O preto também aparecia com freqüência, emprestado de uma flâmula usada na decoração de um transatlântico na década de 1920.

Nas formas, Sommer abusou dos curtos bem soltos e leves, com nesgas de seda plissada transparentes em meio ao algodão, que deixavam a peça bem sensual. Paetês também tinham seu lugar, em listras diagonais nos vestidos trapézios ou, como no look que encerrou a apresentação, todo bordado em prata. Babados delicados dividiam espaço com bolsos utilitários em calças e bermudas. Um dos vestidos, com apliques de âncoras e ferraduras, chamava a atenção. As bolsas tinham formato geométrico e pareciam maletinhas antigas.

Para os homens, o colete de fotógrafo foi reinventado e tinha ares de alfaiataria. As peças podiam ser em preto ou azul e contar com suspensórios bem fininhos. Nas estampas, o bom e velho Pão de Açúcar ou um xadrez que lembrava o da temporada passada da mesma grife, mas mais leve e alegre, a cara do verão.

A maioria dos looks em verde e rosa traziam a Mangueira para a passarela. A escola, aliás, não é a favorita de Sommer que disse ser Beija Flor. "Eu gosto das cores da Mangueira", explicou aos curiosos.


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Do Estilista vai ao Rio buscar inspiração

Luciana Bugni
Do Diário do Grande ABC

18/06/2007 | 19:36


Chico Buarque, Cartola, a baia de Guanabara, a Mangueira e outros elementos cariocas por excelência se misturaram no desfile da grife Do Estilista, de Marcelo Sommer. Na trilha, canções como Valsinha, Carolina, Roda-Viva e O Sol Nascerá, enquanto peças em verde e rosa lembravam o clima do carnaval no Rio. O preto também aparecia com freqüência, emprestado de uma flâmula usada na decoração de um transatlântico na década de 1920.

Nas formas, Sommer abusou dos curtos bem soltos e leves, com nesgas de seda plissada transparentes em meio ao algodão, que deixavam a peça bem sensual. Paetês também tinham seu lugar, em listras diagonais nos vestidos trapézios ou, como no look que encerrou a apresentação, todo bordado em prata. Babados delicados dividiam espaço com bolsos utilitários em calças e bermudas. Um dos vestidos, com apliques de âncoras e ferraduras, chamava a atenção. As bolsas tinham formato geométrico e pareciam maletinhas antigas.

Para os homens, o colete de fotógrafo foi reinventado e tinha ares de alfaiataria. As peças podiam ser em preto ou azul e contar com suspensórios bem fininhos. Nas estampas, o bom e velho Pão de Açúcar ou um xadrez que lembrava o da temporada passada da mesma grife, mas mais leve e alegre, a cara do verão.

A maioria dos looks em verde e rosa traziam a Mangueira para a passarela. A escola, aliás, não é a favorita de Sommer que disse ser Beija Flor. "Eu gosto das cores da Mangueira", explicou aos curiosos.

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