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Indonésia começa desarmar as milícias


Do Diário do Grande ABC

28/09/2000 | 10:23


As forças de segurança da Indonésia começaram nesta quinta-feira o desarmamento forçado das milícias na fronteira com o Timor Oeste, depois do apelo internacional intensificado pelo assassinato de três funcionários da ONU no início do mês.

``Se eles se recusarem a entregar suas armas, nós iremos forçá-los a fazer isso, e se eles lutarem conosco, nós daremos continuidade à operaçao'', disse pelo telefone o chefe da Inteligência Militar em Timor Oeste, José Pereira.

Entretanto, na província de Kupang, nenhuma arma foi encontrada numa busca realizada no campo de refugiados de Noelbaki. O local fica a seis horas de Atambua, que faz fronteira com o Timor Leste.

A pressao da ONU para que o governo Indonésio desarmasse as milícias aumentou depois que três funcionários das Naçoes Unidas foram assassinados em Atambua no dia 6 de setembro.

A primeira fase do desarmamento, que era voluntário, terminou na quarta-feira e um oficial da ONU chamou seus resultados de ``ridículos''.



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Indonésia começa desarmar as milícias

Do Diário do Grande ABC

28/09/2000 | 10:23


As forças de segurança da Indonésia começaram nesta quinta-feira o desarmamento forçado das milícias na fronteira com o Timor Oeste, depois do apelo internacional intensificado pelo assassinato de três funcionários da ONU no início do mês.

``Se eles se recusarem a entregar suas armas, nós iremos forçá-los a fazer isso, e se eles lutarem conosco, nós daremos continuidade à operaçao'', disse pelo telefone o chefe da Inteligência Militar em Timor Oeste, José Pereira.

Entretanto, na província de Kupang, nenhuma arma foi encontrada numa busca realizada no campo de refugiados de Noelbaki. O local fica a seis horas de Atambua, que faz fronteira com o Timor Leste.

A pressao da ONU para que o governo Indonésio desarmasse as milícias aumentou depois que três funcionários das Naçoes Unidas foram assassinados em Atambua no dia 6 de setembro.

A primeira fase do desarmamento, que era voluntário, terminou na quarta-feira e um oficial da ONU chamou seus resultados de ``ridículos''.

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