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Na busca da reeleição, Orlando Morando fala em deixar herança bendita

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Convenção ocorreu no complexo Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

12/09/2020 | 16:19


Atualizado às 20h43

Oficializado como candidato à reeleição em São Bernardo após convenção realizada ontem, o prefeito Orlando Morando (PSDB) afirmou que deixará uma “herança bendita” para si, caso fique no poder por mais um mandato, e para a cidade. Ele anunciou a manutenção de Marcelo Lima (PSD) como vice.

Conforme o chefe do Executivo, ele encerra o primeiro mandato sem deixar obras paralisadas, o que considerou “herança maldita” recebida de seu antecessor e agora adversário direto na corrida ao Paço, o petista Luiz Marinho. Ele citou intervenções importantes, como o Piscinão do Paço e o Museu do Trabalhador, que hoje virou uma Fábrica de Cultura gerida pelo governo do Estado.

“Chego ao fim do primeiro mandato sem obras paradas, sem problemas crônicos que antes encontrávamos na cidade. Não deixo herança maldita e quero herdar, de mim mesmo, uma herança bendita”, declarou. “De 2021 a 2024, caso assim o cidadão deseje, quero que o povo de São Bernardo faça distinção daquilo que funciona e daquilo que esteve parado, daquilo que é desonesto e daquilo que é íntegro, daquilo que é promessa e daquilo que é realidade”, emendou.

O grupo de apoio à reeleição de Morando tem 18 partidos, com aproximadamente 600 candidatos a vereador. Segundo o prefeito, é a maior aliança da Região Petropolitana. “Temos a maior aliança, não sei se da história de São Bernardo, mas a do Grande ABC e, até onde a gente viu, também a maior da Região Metropolitana. Ela é convergente a projetos que idealizamos. No momento oportuno, sem prejudicar o governo, vou levar o plano de governo à sociedade”, avaliou.

No arco dos apoiadores estão antigos adversários, como o vereador Julinho Fuzari (DEM), que até ano passado fazia oposição à gestão Morando e o deputado federal por São Bernardo Alex Manente (Cidadania), que compareceu à convenção, realizada no Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos. Também participaram o secretário de Desenvolvimento Regional e presidente do diretório estadual do PSDB, Marco Vinholi e a deputada estadual Carla Morando (PSDB).

“O processo político é um processo de modernização e evolução. Nós (Morando e Alex) disputamos duras eleições em diversas campanhas, porque tínhamos projetos conflitantes e passamos a não ter. Principalmente nesse momento difícil que atravessa a sociedade. Tenho convicção que as pessoas querem propostas e não uma guerra política”, alegou Morando.

A convenção ocorreu no complexo Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos e seguiu fielmente todos os protocolos sanitários. Ao entrar, o visitante passava por túnel de desinfecção e ganhava uma máscara nova. O prefeito recebeu os partidos em diferentes horários para evitar aglomeração de pessoas e os tradicionais discursos foram substituídos por uma coletiva.



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Na busca da reeleição, Orlando Morando fala em deixar herança bendita

Convenção ocorreu no complexo Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

12/09/2020 | 16:19


Atualizado às 20h43

Oficializado como candidato à reeleição em São Bernardo após convenção realizada ontem, o prefeito Orlando Morando (PSDB) afirmou que deixará uma “herança bendita” para si, caso fique no poder por mais um mandato, e para a cidade. Ele anunciou a manutenção de Marcelo Lima (PSD) como vice.

Conforme o chefe do Executivo, ele encerra o primeiro mandato sem deixar obras paralisadas, o que considerou “herança maldita” recebida de seu antecessor e agora adversário direto na corrida ao Paço, o petista Luiz Marinho. Ele citou intervenções importantes, como o Piscinão do Paço e o Museu do Trabalhador, que hoje virou uma Fábrica de Cultura gerida pelo governo do Estado.

“Chego ao fim do primeiro mandato sem obras paradas, sem problemas crônicos que antes encontrávamos na cidade. Não deixo herança maldita e quero herdar, de mim mesmo, uma herança bendita”, declarou. “De 2021 a 2024, caso assim o cidadão deseje, quero que o povo de São Bernardo faça distinção daquilo que funciona e daquilo que esteve parado, daquilo que é desonesto e daquilo que é íntegro, daquilo que é promessa e daquilo que é realidade”, emendou.

O grupo de apoio à reeleição de Morando tem 18 partidos, com aproximadamente 600 candidatos a vereador. Segundo o prefeito, é a maior aliança da Região Petropolitana. “Temos a maior aliança, não sei se da história de São Bernardo, mas a do Grande ABC e, até onde a gente viu, também a maior da Região Metropolitana. Ela é convergente a projetos que idealizamos. No momento oportuno, sem prejudicar o governo, vou levar o plano de governo à sociedade”, avaliou.

No arco dos apoiadores estão antigos adversários, como o vereador Julinho Fuzari (DEM), que até ano passado fazia oposição à gestão Morando e o deputado federal por São Bernardo Alex Manente (Cidadania), que compareceu à convenção, realizada no Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos. Também participaram o secretário de Desenvolvimento Regional e presidente do diretório estadual do PSDB, Marco Vinholi e a deputada estadual Carla Morando (PSDB).

“O processo político é um processo de modernização e evolução. Nós (Morando e Alex) disputamos duras eleições em diversas campanhas, porque tínhamos projetos conflitantes e passamos a não ter. Principalmente nesse momento difícil que atravessa a sociedade. Tenho convicção que as pessoas querem propostas e não uma guerra política”, alegou Morando.

A convenção ocorreu no complexo Meninos Futebol Clube, no Rudge Ramos e seguiu fielmente todos os protocolos sanitários. Ao entrar, o visitante passava por túnel de desinfecção e ganhava uma máscara nova. O prefeito recebeu os partidos em diferentes horários para evitar aglomeração de pessoas e os tradicionais discursos foram substituídos por uma coletiva.

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