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IGP-10 sobe 1,47% em setembro, segundo FGV


Do Diário OnLine

17/09/2007 | 10:38


Pressionado pelos preços dos alimentos, o IGP-10 (Índice Geral de Preços) subiu 1,47% em setembro, contra alta de 0,64% apurada no mês anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Entre os índices que compõem o IGP-10, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou alta de 2,06% em setembro, ante variação de 0,83% de agosto. Os Bens Finais passaram de deflação de –0,18% no mês passado para 0,79% em setembro, pressionados, sobretudo, pelo subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de –2,89% para 0,56%.

Já o índice relativo a Bens Finais calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis registrou variação de 1,11%. No mês anterior, a taxa foi de 0,55%. O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,72% contra alta de 0,39% no mês anterior. Dois dos cinco subgrupos apresentaram aceleração, com destaque para materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -0,18% para 0,45%.

O índice de Matérias-Primas Brutas dobrou no mês de setembro, passando de 3,01% em agosto para 6,22%. A taxa do índice de matérias-primas brutas agropecuárias avançou de 3,52% para 6,86%. Neste subgrupo, destacaram-se a alta dos itens soja, milho, e leite in natura.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou alta de 0,37% em setembro ante 0,28% em agosto. Dos sete grupos componentes do índice, três apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: Habitação (-0,22% para 0,53%), Vestuário (-0,75% para 0,40%) e Transportes (-0,36% para –0,33%). Nestas classes de despesa, os destaques foram tarifa de eletricidade residencial (-3,43% para 0,49%), roupas (-1,39% para 0,02%) e gasolina (-0,95% para -0,38%).

Em sentido oposto estão as taxas dos grupos Alimentação (1,22% para 0,61%), Educação, Leitura e Recreação (0,53% para 0,25%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,34% para 0,32%) e Despesas Diversas (0,52% para 0,12%). Nestas classes de despesa, contribuíram para as desacelerações os itens: laticínios (8,43% para 3,66%), passagem aérea (12,34% para 6,80%), medicamentos em geral (-0,04% para -0,14%) e cigarros (1,39% para -0,02%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou alta de 0,32%, acima do resultado do mês anterior, de 0,29%. A contribuição para o aumento da taxa partiu do grupo Mão-de-Obra, que passou de 0,24%, em agosto, para 0,37%, em setembro.



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IGP-10 sobe 1,47% em setembro, segundo FGV

Do Diário OnLine

17/09/2007 | 10:38


Pressionado pelos preços dos alimentos, o IGP-10 (Índice Geral de Preços) subiu 1,47% em setembro, contra alta de 0,64% apurada no mês anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Entre os índices que compõem o IGP-10, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou alta de 2,06% em setembro, ante variação de 0,83% de agosto. Os Bens Finais passaram de deflação de –0,18% no mês passado para 0,79% em setembro, pressionados, sobretudo, pelo subgrupo alimentos in natura, cuja variação passou de –2,89% para 0,56%.

Já o índice relativo a Bens Finais calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis registrou variação de 1,11%. No mês anterior, a taxa foi de 0,55%. O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,72% contra alta de 0,39% no mês anterior. Dois dos cinco subgrupos apresentaram aceleração, com destaque para materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -0,18% para 0,45%.

O índice de Matérias-Primas Brutas dobrou no mês de setembro, passando de 3,01% em agosto para 6,22%. A taxa do índice de matérias-primas brutas agropecuárias avançou de 3,52% para 6,86%. Neste subgrupo, destacaram-se a alta dos itens soja, milho, e leite in natura.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou alta de 0,37% em setembro ante 0,28% em agosto. Dos sete grupos componentes do índice, três apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: Habitação (-0,22% para 0,53%), Vestuário (-0,75% para 0,40%) e Transportes (-0,36% para –0,33%). Nestas classes de despesa, os destaques foram tarifa de eletricidade residencial (-3,43% para 0,49%), roupas (-1,39% para 0,02%) e gasolina (-0,95% para -0,38%).

Em sentido oposto estão as taxas dos grupos Alimentação (1,22% para 0,61%), Educação, Leitura e Recreação (0,53% para 0,25%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,34% para 0,32%) e Despesas Diversas (0,52% para 0,12%). Nestas classes de despesa, contribuíram para as desacelerações os itens: laticínios (8,43% para 3,66%), passagem aérea (12,34% para 6,80%), medicamentos em geral (-0,04% para -0,14%) e cigarros (1,39% para -0,02%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou alta de 0,32%, acima do resultado do mês anterior, de 0,29%. A contribuição para o aumento da taxa partiu do grupo Mão-de-Obra, que passou de 0,24%, em agosto, para 0,37%, em setembro.

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