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Grande ABC terá inédito ônibus movido a hidrogênio


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

17/09/2007 | 07:43


Entrará em testes nas ruas do Grande ABC no início do ano que vem um inédito protótipo de ônibus movido a célula de hidrogênio.

O projeto, encabeçado pela EMTU-SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), prevê que o veículo vai rodar 300 quilômetros por dia – inicialmente fora do horário de pico – no corretor metropolitano, que passa por quatro municípios da região.

Se os testes forem bem sucedidos, deverá entrar em circulação normal no corredor já no ano que vem. E, em 2009, a frota ganhará o reforço de mais quatro veículos com a mesma tecnologia.

O ônibus vai gerar benefícios evidentes para o meio-ambiente. Isso porque deverá ter emissão zero de poluentes. Seu sistema utiliza processo eletroquímico para combinar hidrogênio e oxigênio do ar, gerando energia elétrica e, como sub-produto, vapor d'água.

Devido a sua importância pelo que oferece e por colocar o Brasil no rol dos poucos com a tecnologia, o projeto, orçado em US$ 16 milhões – dos quais US$ 6 milhões foram seu desenvolvimento inicial – conta com apoio de diversas entidades.

Tem a parceria, do ponto de vista financeiro, do Ministério das Minas e Energia, do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), da GEF (Global Environment Facility) e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Em sua implementação, por sua vez, a EMTU lidera um consórcio que tem nomes de peso. Petrobras, AES Eletropaulo, Ballard Power Systems, EPRI International, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys e Tuttitransporti participam da empreitada.

Expectativa - O presidente da EMTU, José Ignácio de Almeida, tem perspectiva otimista. Ele calcula que, em uma etapa mais avançada, quando entrar em escala industrial, poderá ter custo menor que o do trolebus – já que dispensa a necessidade de rede elétrica de distribuição.



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Grande ABC terá inédito ônibus movido a hidrogênio

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

17/09/2007 | 07:43


Entrará em testes nas ruas do Grande ABC no início do ano que vem um inédito protótipo de ônibus movido a célula de hidrogênio.

O projeto, encabeçado pela EMTU-SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), prevê que o veículo vai rodar 300 quilômetros por dia – inicialmente fora do horário de pico – no corretor metropolitano, que passa por quatro municípios da região.

Se os testes forem bem sucedidos, deverá entrar em circulação normal no corredor já no ano que vem. E, em 2009, a frota ganhará o reforço de mais quatro veículos com a mesma tecnologia.

O ônibus vai gerar benefícios evidentes para o meio-ambiente. Isso porque deverá ter emissão zero de poluentes. Seu sistema utiliza processo eletroquímico para combinar hidrogênio e oxigênio do ar, gerando energia elétrica e, como sub-produto, vapor d'água.

Devido a sua importância pelo que oferece e por colocar o Brasil no rol dos poucos com a tecnologia, o projeto, orçado em US$ 16 milhões – dos quais US$ 6 milhões foram seu desenvolvimento inicial – conta com apoio de diversas entidades.

Tem a parceria, do ponto de vista financeiro, do Ministério das Minas e Energia, do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), da GEF (Global Environment Facility) e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Em sua implementação, por sua vez, a EMTU lidera um consórcio que tem nomes de peso. Petrobras, AES Eletropaulo, Ballard Power Systems, EPRI International, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys e Tuttitransporti participam da empreitada.

Expectativa - O presidente da EMTU, José Ignácio de Almeida, tem perspectiva otimista. Ele calcula que, em uma etapa mais avançada, quando entrar em escala industrial, poderá ter custo menor que o do trolebus – já que dispensa a necessidade de rede elétrica de distribuição.

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